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1.767 comentários sobre “Fórum Invest

      • Não preferi. Quero e irei ter ambos.
        Comecei com o Murano devido a praticidade dele ja estar disponivel na minha plataforma. O Visia estou cobrando que a plataforma passe a oferecer.

        Hoje em dia, ficar alocando em varias casas me leva a um trabalho muito grande de controle e tal. Tento e busco focar a carteira de fundos numa plataforma grande e solida.

        Cheguei a comentar em post que ter ambos os fundos ainda mantem a correlação negativa e temos descorrelação entre eles tb. Mostrando que o modelo matematica de cada um objetiva e atua de forma única. E ambos possuem bom histórico e boa equipe de gestão.

        Reforço que isso sou eu. Não façam o que é bom pra mim nas suas carteiras. Cada um precisa entender o produto e focar naquilo que responde suas perguntas e seus objetivos.

        Enfim, numa carteira cabem ambos os fundos. Minha meta e ter entre 5-10 em cada. Pra ter de 10-20 em quantitativos e poder colher seus beneficios ao longo do tempo. Esse % se mostrou interessante pra mim.

        Valeu!!!

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  1. Pessoal, ainda não entendi uma coisa com relação ao Pimco Income e seu respectivo COE. Talvez vcs possam me ajudar:

    Qual é a correlação entre o fundo comercializado aqui no Brasil e o ativo vinculado ao COE (no caso, o PINEEHA)?

    Observando as oscilações dos últimos meses, elas são bem similares nos dois casos. Mas o fundo tem uma rentabilidade acumulada no ano de 0,99%, enquanto o ativo desvalorizou cerca de -2,44%, por exemplo.

    Outro fato que achei interessante é que, se compararmos a rentabilidade do fundo desde Março/2016 com a variação do preço do ativo durante o mesmo período, dá pra ver que a rentabilidade do fundo corresponde a 426% a variação do preço do ativo. Ou seja, um valor muito próximo aos 420% de alavancagem prometidos pelo COE. Será que é daí que eles tiraram este valor? Meu raciocínio faz sentido ou é bobagem?

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    • To na rua….tem que olhar a estrutura do COE. muitos usam o ativo alvo apenas como referência para entregar a rentabilidade prometida. O COE não aplica diretamente nos fundos alvos. Eles montam posições em Juros, derivativos e futuros aqui e ficam de olho no desempenho do alvo. Ao final do prazo….liquidam as estruturas montadas aqui e entregam ao investidor o desempenho do alvo + algum premio previamente acordado.

      Veja….to na rua agora. Muitos COE trabalham assim. Não existe a alocação no ativo alvo em si. Tanto que o risco da operação recai sobre o emissor do COE (banco) que é quem de fato esta alocando o capital levantado pelo COE em ativos aqui em solo brasileiro.

      A chamada diversificação internacional vendida por alguns COE é bem indireta. Pois não ocorre com alocação de capital diretamente em ativos fora do Brasil. Se usa os ativos la fora como referencia para entregar seus resultados aqui. Acaba havendo uma descorrelação e uma diversificação “branda” neste formato.

      Salvo engano….o fundo PIMCO no Brasil compra cotas direto no fundo mãe (PINEEHA). Este já tem os ativos alocados diretamente no Fundo que compra os ativos o redor do mundo.

      A correlação entre os dois deve ser elevada, ja que a referencia acaba sendo a mesma. Sobre o ultimo trecho do seu post…so mesmo pegando os dados de ambos e comparando.

      Nao sei se ajudei 🙂

      Valeu!!!

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      • Apenas completando….

        “O PIMCO Income oferecido no Brasil trata-se de um feeder fund (veículo local que investe ˜100% na estratégia PIMCO Income, domiciliado na Irlanda). O diferencial dessa estratégia é que nós fazemos a proteção cambial desse fundo (hedge cambial), ou seja, o investidor local está exposto ao fundo offshore sem exposição cambial. Assim, o investidor local pode ter acesso ao mercado internacional, com baixa correlação ao mercado local e sem o risco cambial.”

        “Com relação a estratégia offshore, trata-se de um fundo de renda fixa global, que pode alocar até 50% a HY. É importante destacar que, dado que é um fundo global, nós podemos alocar em ativos de países que não estão subindo juros (como Australia, por exemplo, que está cortando juros). Note que historicamente o percentual alocado a HY foi inferior a 25% do fundo. O fundo offshore utiliza várias fones de retorno em potencial como duration, posicionamento na curva de juros e credito. Essa combinação de fontes de retorno em potencial acabam por diversificar o risco do fundo. Adicionalmente, o fundo contem cerca de 1800 posições. Em principio, um aumento de taxa de juros nos EUA poderia prejudicar a performance por um lado, porém pode ajudar por outro (reinvestimento de cupons a taxas mais atrativas). Novamente, o fato de ser um fundo global permite aos gestores alocarem os recursos de maneira a estarem menos sujeitos a movimentos inesperados de subida de juros nos EUA.”

        São trechos de conversas que tive no passado com a equipe de gestão do PIMCO no Brasil. Acho que mostra uam diferença que pode ter ligação com sua dúvida. O Fundo direto tem a proteção cambial. O ativo referencia no COE não.

        Valeu!!!

        Curtido por 1 pessoa

      • Sim, no documento de informações do COE consta que a operação não necessariamente investe o patrimônio de forma direta no fundo, estava ciente disso.

        Mas o que me chamou a atenção foi essa diferença de desempenho entre o ativo e o fundo. Se a rentabilidade do fundo está vinculada a valorização do ativo, por que o fundo ficou positivo enquanto o ativo está negativo no ano?

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  2. Pessoal,
    Alguém já avaliou o Kinea Infra FIC FIDC de Infraestrutura (KDIF-FID01B0)?
    É um FIDC fechado estruturado com debentures de infraestrura com isenção de IR tanto nos rendimentos pagos semestralmente quanto em eventuais ganhos de capital.
    Parece uma boa alternativa para quem gosta de debentures incentivadas.
    A taxa de adm é 1,05%/aa e parece razoável considerando a diversificação e taxa dos papéis que compõem a carteira.
    Estou pensando em alocar alguma coisa nele.

    Curtido por 1 pessoa

    • Estou pensando nele ainda. O interessante é que por ser listado em bolsa não tem resgate, facilitando a vida do gestor, por outro lado, exatamente, por ser listado terá distorções conforme o cenário, logo, não poderia considerar uma renda fixa, pois se quiser resgatar, poderá pegar num mercado de baixa.

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  3. Caros, alguém chegou a estudar o CEO de 3 anos utilizando S&P Economic Cycle Factor Rotator Index? Acabei de ler os fundamentos e me pareceu particularmente interessante a utilização da “marca d’água” como memória do maior índice do fundo ao longo da aplicação. Achei interessante tb a alocação dos ativos — sem interferência humana — de acordo com o ciclo da economia americana. Algo que, de certa forma, me remeteu à fundos quantitativos, citados recentemente pelo Gama… Se alguém puder comentar, aqui vai minha gratidão. Abraçø e bom final de semana a todos!

    Curtido por 1 pessoa

    • Pois é…tinha me atentado a isso tb e pensei semelhante a vc. Fui buscar mais dados sobre a referência (pra poder entender se de fato faz tudo automático e como tem sido o historico dele)….mas ai rolou o problema com o FII da Mérito que levou toda minha atenção.

      A marca da agua….a questão da escada são alternativas “novas” para deixar os COE mais atrativos. Gosto de ambos pra formar uma carteira de COE com fluxo.

      A marca sempre leva o COE ao vencimento e fica a memoria do valor mais alto.
      Escada pode fazer o COE se encerrar antes ao tocar no patamar dela.

      Combinar os dois tipos me parece bem interessante.

      Quem souber mais sobre o S&P usado no COE pode compartilhar ai…..to com foco no outro problema agora 🙂

      Valeu!!!

      Curtido por 1 pessoa

      • Gama, muito obrigado pela atenção de sempre, mesmo com o imbróglio do Mérito / Planner… Li mais um pouco sobre o S&P Economic Cycle Factor Rotator Index e, de fato, a alocação de ativos se dá automaticamente — através de um algorítimo baseado no que chamam de Teoria dos Ciclos de Negócios; que em tese, explica os movimentos de flutuação da atividade econômica no curto prazo.

        Trata-se de um índice mensal, cujo histórico é: 86% de precisão na identificação de recessões na economia americana desde 1967; 100% de precisão na identificação de fins de recessões na economia americana desde 1967.

        Resumidamente, são quatro Ciclos de Negócios: Expansão, Desaquecimento, Contração e Recuperação; para cada um desses ciclos, há uma estratégia única definida através do investimento em um dos 4 sub-índices do S&P500:

         Expansão: o índice investe no sub-índice de Momento
         Recuperação: o índice investe no sub-índice de Valor
         Desaquecimento: o índice investe no sub-índice de Qualidade
         Contração: o índice investe no sub-índice de Baixa Volatilidade

        Enfim, gostei da estrutura 🙂 Vou colocar um pouco nesse pote — estrutura com marca d’água. Abração!

        Curtido por 2 pessoas

      • Depois que vc postou tb busquei mais info sobre o índice e gostei do que li.

        Estou avaliando um COE nesse parâmetro. O que me chama a atenção na marca d’agua e ficar preso ate o venciemnto e na hora de computar os ganhos termos um liquido que não supere nosso custo do capital, que hoje esta baixo…mais daqui 3 ou 5 anos pode estar bem mais elevado. Na mesma linha….o ativo alvo pode não estourar…sendo que no histórico dele raramente ele superouo 2,5% ao mês. Como as observações são trimestrais…pode travar num ganho que ao diluirmos pelo prazo nos deixar com um retorno liquido não muito atraente. Teria que numa dessa observação bater mais de 25% pra garantir um bom retorno pra 3 anos. Pelo historico do ativo alvo achei meio complicado bater tal marca. Mas isso foi uma olhada rápida. Ainda não parei pra fazer o dever de casa completo 🙂

        O Mesmo ativo com sistema de escada me pareceu com mais chances de entregar mais retorno e deixar livre o capital para novamente buscar outro COE ou investimento. Salvo memoria, no escada a observação são em janelas maiores (posso estar me confundindo…mais o foco deste post é mostrar que o sistema de escada da mais dinamismo ao COE).

        Enfim, os COE pra 3 ou 5 anos estão com algumas boas estruturas. O que gosto de projetar antes da tomada de decisão são:

        Meu custo hoje, no eio do prazo e no final do prazo do COE. Aqui pego o CDI do momento da aplicação e depois simulo o que acho que vai ocorrer com ele ao longo do prazo;

        O ativo algo oscila baseado em que? Apenas numa economia? Apenas num ativo? Com eles devem se comportar ao longo do prazo?

        A alavancagem leva o resultado a que patamar?

        O que pode fazer minha simulação em direção contraria? Aqui listo os meus riscos. E tb coloco um outro investimento que poderia optar pra poder compara-los ao longo do tempo e tentar enxergar o que de fato seria melhor

        e por fim….olho aopção de sair antes do vencimento ou ficar ate o final (marca ou escada).

        Apos isso tudo….tomo a decisão. Gosto muito de ter COE na carteira. Uso sempre que tem algo interessante e que caminhe diferente dos meus fundos MM.

        Valeu!!!

        Curtido por 1 pessoa

      • Perfeito, Gama! (post mais para baixo onde vc comenta com mais profundidade as estruturas de “marca d’água e escada). Realmente há que fazer contas… Por ex. Estou com um COE vencendo agora, estrutura tradicional, com capital protegido (NDIVIA, INTEL e AMD) que virou para o positivo apenas agora, no último período de observação. Fiquei contente que ele não tivesse sido interrompido na primeira data de observação por conta de que o IR seria uma mordida adicional na renda líquida. Não me preocupo tanto com o período preso ao papel por conta de que meu investimento em COEs está dividido em vários ativos, de sorte a me proporcionar um fluxo contínuo de liquidez.

        Em relação à Marca d’água da estrutura que estamos falando, para 3 anos, vc atentou aspectos fundamentais. Como o preço do dinheiro hj (barato) vs o que seria a projeção para 3 anos… Enfim, considerando tudo, permaneci com a decisão de colocar um pouco nessa estrutura — obedecendo meu princípio de alocar pequenas quantias em ter vários COEs que compõe minha carteira.

        Obrigadíssimo pela atenção de sempre, Gama! Abração!

        Curtido por 1 pessoa

      • Acho que seu racional de pequenos pacotes usando os COE esta bem direcionado e faz um bom sentido pra carteira neste momento que o custo do capital esta muito baixo.

        Hoje olhando as grandes corretoras temos algumas alternativas bacanas. Tb faço pequenos aportes nestas estruturas e estou curtindo muito que este setor esteja evoluindo (escada, marca d’agua, taxas fixa, janelas de observações, diversidade gigante de ativo alvo…..quem pegou os primeiros sabe bem do que to falando 🙂

        Alguns ativos que andei olhando tem grande potencial pra janelas de 5 anos (vide historico do ativo, mas sempre lembrando que passado nao garante futuro….e que os últimos resultados do ativo alvo devem ao meu ver receber um pouco mais de peso do que os primeiros….devido a propria dinamica do mercado e refletir com mais precisão o que pode vir a ocorrer nele). 5 anos pegando Europa teremos mais um tempo com injeção de liquidez e depis uma normalização. Isso tem que ser levado em conta na hora de decidir. Ativo com Foco Asia tem no Japão a mesma dinamica da Europa e na China grandes possibilidades. Ja com Foco nos EUA (normalmente o maior peso carregado pelos COE quando não sao especificos num unico mercado) temos ao meu ver ainda uns 2-3 anos de bom mercados e depois um certo stress.

        Acho que neste setor ainda veremos mais evolução em breve. As pegadinhas tem sido deixadas de lado na hora da montagem. Faz tempo que não pego uma escancarada 😉

        Claro que este tipo de investimento tem muito apelo de marketing. Não podemos negar isso. O momento brasil é perfeito pra isso. Estamos aqui debatendo estas estruturas por que nosso custo de capiptal esta na minima de sempre. E isso torna este produto algo interessante. Se voltarmos pra juros mais altos….teremos que reavaliar tudo de novo.

        Otima troca de ideia.

        Valeu!!!

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      • Muito bom, Gama!
        Aproveitando: se puder, na eventualidade de algum COE disponível chamar tua atenção, dê um alô.
        E, se tiver chegado a alguma conclusão sobre os FMM “quantitativos” (à respeito dos quais eu tb tinha um pé atrás), conta pra gente. Dias atrás um amigo rodou uma simulação com o Murano, na minha carteira, e o resultado foi muito acima da minha expectativa. Abração!

        Curtido por 1 pessoa

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