1.578 comentários sobre “Fórum Invest

    • Ja falamos sobre eles. Se nao me engano aqui na pagina de forum e la no destaque do Gama. Quando tinha algum saindo a gente abordava e tentava enxergar se tinha ou não pegadinha e comparar o custo da oportunidade.

      Hoje em dia, é uma alternativa de investimento mais presente e bastante explorada pelos bancos e gestoras. Tem muito mais opções hoje do que há um/dois anos atras. E o custo da oportunidade favoreceu aos COE, pois nesta nova realidade de juros baixos tornou os COE uma possibilidade real de diversificação e bom retorno frente ao Fundo DI ou a um CDB basico.

      Se começarmos a ver discussões sobre o tema, o Tetzner deve avaliar se vale ou não uma página específica. Por hora, se tiver algum em mente…posta aqui no Forum Invest que a turma da seus pitacos 😉

      Valeu!!!

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      • Minha “pobre” corretora oferece 2 coes, baseados em ações americanas: principal mais 17% ,no de 3 anos , 32% no de 5 anos, garantidos. E ainda mais eventual valorização das ações. Tô achando bastante competitivos.

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  1. Prezados, bom dia.

    Gostaria de incluir mais um fundo na minha carteira previdenciária, hoje composta pelos fundos de previdência da verde (18%) e da adam (32%), e pela funpresp (50%). Ocorre que até o momento não encontrei nada muito interessante, então gostaria da opinião dos colegas, se teriam alguma sugestão para estudo, ou se de fato não há muitas opções e talvez o melhor caminho seja aumentar os aportes nos fundos da verde e da adam.
    Um fundo que chamou a minha atenção foi o cshg mapfre juro real prev, mas acredito que esse tipo de fundo só compre ntn-b (por favor me corrijam se eu estiver errado), e esse engessamento do gestor me incomoda.

    Muito obrigado pela atenção e aguardo seus comentários.

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  2. Prezados colegas preciso de uma dica:

    Quero abrir conta nos EUA, tudo legalizado e etc mais.
    Gostaria que não fosse no BB Américas, mas até admito que seja nele.

    Pensei no Bank Boston ou preferencialmente no HSBC (antes era possível mas hoje não sei mais)

    Podem me ajudar como conseguir isso?

    Além disso, sabem a respeito de taxas cobradas nestes bancos simplesmente para ter dinheiro lá?

    Minha intenção é ter 15% de meu patrimônio no exterior, longe das garras desses sabem quem…

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    • Esse tema chegou a ser discutido aqui no blog. Faz tempo…:-)

      Não tenho indicação pra fazer. Sei que a XP te orienta bem e um amigo aqui no blog fez todo um passo a passo dele nessa jornada usando a XP. Acho que se pesquisar vc encontra no blog.

      So lembre que quando vc remete capital ao exterior e segue tendo domicilio no Brasil, o GOVERNO pode por m eio de decreto obriga-lo a repatriar o montante. Não quero lhe estragar o sonho ou desejo ter o capital la fora. So quero lembra-lo que se vc mora no Brasil e seu governo desejar que o capital volte, ele pode fazer.

      O capital estando la fora e vc precisar doar ou entrar em inventario, segue as leis daqui. Tem que estar atento a isso tb. Não é por estar investido, custodiado la fora que foge as leis do seu pais de origem e onde suas responsabilidades tributarias estão inseridas. Se vc encerrar as responsabilidades por aqui….ai a coisa passa a seguir as regras do pais onde esta alocado.

      Peço que outros amigos confirmem isso e que me corrijam caso tenha falado algo errado.

      Sabendo disso e tendo uma nova realidade Brasil de juros baixos e inflação baixa, a alocação la fora se mostra hoje mais interessante do que no passado. É hoje, um caminho mais interessante. Morando aqui e investindo la fora, se mostra interessante se for mais moderado-agressivo. Se for conservador, as alternativas BR ainda estao mais lucrativas. Mais isso cada um que vai dosar e decidir.

      enfim…se assegure das questoes tributarias, repatriação “forçada”, inventario, doação e etc….e busque orientação com a XP. Acho um caminho mais pratico pra quem ta iniciando nessa jornada.

      Valeu!!!

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      • Capixaba,

        Eu começei pelo BB Miami, mas para ter uma conta no exterior e fugir dos 6,38% IOF para compras com cartão lá fora…

        Mas as opções de investimentos são poucas…

        Depois migrei para XPSecurities, onde as opções de investimentos são inúmeras (RF, RV, Fundos, etc.)…

        Vale a pena entrar em contato com eles, onde tiram todas as sua dúvidas…

        GAMA, a informação que passaram para mim é que, se o $$ que vc enviou está devidamente declarado no seu IR e na declaração anual do BACEN, o risco da repatriação obrigatória é muito pequena (a mesma chance de um compulsório em aplicações no Brasil)…

        Depois de um certo valor, não lembro ao certo…, eles mencionam que vale a pena constituir uma empresa lá fora, que traria um benefício tributário imenso (IR, sucessão, etc…).

        vlw…

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      • Gama, ótima pergunta.

        Dei exemplo do Citi, pois tenho colegas que estudaram muito para abrir conta no exterior e o escolheram. Banco global que facilita muito a abertura. Eu não tenho conta no exterior.

        Nenhum dos que conheço abriu conta por conta de investimentos: se pegarmos intervalos de tempo de 5 anos comparando CDI x Dolar + tx tesouro americano , CDI dá um banho. Se aventurar no mercado americano buscando outras opções como acoes e fundos, demanda bastante conhecimento, aí vai de cada um….

        Foram objetivos como:
        . Sujeito viaja muito a trabalho. Queria gastar em dólar pagando conversão no câmbio comercial e sem pagar IOF. Sempre quando o dólar caia, fazia uma remessa pra conta de lá.
        . Sujeito queria cartão de credito internacional: programas de milhagem muito melhor
        . Sujeito já pensa em se mudar pra lá: já vai fazendo uma poupança em dólar, pagando dólar no câmbio comercial. Facilita também na hora de entrar com a papelada.

        Interessante que, no caso desses meus conhecidos, ninguém pensou em segurança….

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    • Citibank (Internacional Personal Banking) sem a menor sombra de dúvidas:
      1. Processo feito via agência no Brasil
      2. Todo processo dura cerca de 30 dias
      3. Isenção de tarifas se enviar U$50k ou se vc for cliente Citigold no Brasil
      4. Atendimento telefônico em português / atendimento via e-mail
      5. Opções de investimento (não muitas! Para a maioria vc precisa de social security number)
      6. Cartao de débito
      7. Taxa de câmbio comercial. Remessa sem taxas.
      8. Possibilidade de cartão de credito emitido nos EUA
      9. Documentação exigida simplificada

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      • A pergunta que faço para vcs que tem aplicações la fora é a que ate hoje não consigo resposta tao positiva pra me fazer tomar a decisão:

        Morando aqui, consigo la fora uma rentabilidade liquida final maior do que as que tenho aqui?

        Hoje, o Brasil caminhando pra juros de 7-7,5% e cambio controlado ja me fazem um sinal que vale a pena procurar alternativas la fora. Mais ainda fico com uma pulguinha com a questão do Imposto sobre renda dos EUA e sobre nosso IR aqui. A renda obtida la fora, tem que ser devidamente convertida em reais pelas taxas do dia do pagemento e devem ser recolhidas no pais do domicilio fiscal? Isto é, pago os impostos aqui ou pago impostos la? investir la e ter tributos daqui é algo meio sem sentido ao meu ver. Vejam, tb tenho muitas dúvidas e posso estar totalmente enganado com meus pensamentos.

        Por isso indo trocando ideias aqui ajuda bastante. Vou procurar tanto no Citi como na XP maiores detalhes.

        Valeu!!!

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      • Ike, na XPSecurities, além das aplicações, há a função de conta corrente, cartão de crédito, etc.

        Vc que gosta de debêntures, ia ficar de boca aberta com a quantidade de opções que temos lá, as opções no Brasil não chegam a 0,5%. Sem falar na liquidez…

        Hoje, por exemplo, vendi Embraer (com lucro) que estava pagando menos 4% e entrei em Gerdau, pagando 6,8%…

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    • Capixaba,

      Pela XP security para abrir a conta precisará de 50K dolares. Parece que a manutenção mensal seria de $150 (Muito caro!) e a plataforma de operação é alugada da interactive Brokers. CRSVIANNA pode confirmar.

      Vc pode fazer o seguinte:
      – Abrir conta no BBA America (BBA): precisara de conta no BB. Tem a vantagem de remessas ao exterior com menor custo. IOF de 0,38% + spread de em torno de 0,3%. Mais barato que remessa online ou transferwise (Spread 1,8%). Vc consegue abrir a conta a distancia no site do BBA. Precisa de 10K dolares para a abertura da conta. Se mantiver estes 10k no BBA não havera cobrança da mensalidade de $15. Vc receberá um cartao de debito do BBA para fugir do IOF 6,38% do governo em viagens internacionais. O BBA será so uma ponte para o investimento via Interactive Brokers.
      – Abrir conta na Interactive Broker (corretora americana). Precisará de mais 10K dolares para abertura, ou transferir os 10k do BBA para a IB e passa a pagar a tarifa de manutenção de $15 do BBA. NA IB da pra cadastrar uma transferencia chamada ACH, seria como um TED gratis, entre a IB e o BBA. Dai vc transfere de um para o outro sem pagar nada. Verá que as transferencias nos EUA são bem salgadas e poder cadastrar essa ACH é uma grande vantagem nos custos. A manutenção mensal na IB é de $10. Quando atingir $100K aplicado, não pagara manutenção.
      – Com os recursos na IB, estude a estrategia de comprar ETFs de ações de empresas americanas e globais cuja sede do ETF seja na Irlanda, para que os dividendos sejam tributados em 15% e reinvestidos. ETFs sediados nos EUA pagam 30% nos dividendos.

      Pesquisando vc encontrará exemplos de pessoas fisicas que estão investindo fora e quebrando muitos mitos.

      Abs

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      • GAMA, sobre tributação, tem esse texto que passaram para mim na época:

        Com relação aos investimentos propriamente ditos, podemos dividir os impostos em 2 tipos: Impostos sobre ganho de capital e sobre rendimentos/dividendos. Considera-se ganho de capital a diferença positiva entre o valor de venda/resgate e o valor de compra/aplicação de um investimento. Rendimento é a remuneração do capital investido pela pessoa física em ações, REITs, ETFs, etc sob a forma de dividendos.

        *Impostos sobre o ganho de capital*
        É o imposto devido quando se vende uma ação, ETF e REIT ou se resgata fundo de investimento. Para cálculo do imposto precisamos saber a origem do recurso que realizou o investimento. Se foi recurso originariamente em reais (aquele que você ganhou no Brasil e converteu em moeda estrangeira ao enviar a remessa para o exterior), ou se foi recurso originariamente em moeda estrangeira (como por exemplo bonificação de ações ou lucro de operações anteriores). O fator gerador do imposto é a venda ou resgate, independentemente da repatriação ou não dos recursos. A tributação neste caso é definitiva. O recebimento de cupons e juros intermediários de aplicações de renda fixa é considerado pela lei como ganho de capital.

        Vamos supor que você fez uma transferência de U$ 10 mil e esse valor foi usado para comprar ações ou aplicado em fundo de investimento. Você deve converter o valor na data da aplicação para reais de acordo com a cotação do dólar fixada para venda pelo Banco Central do Brasil. Não é o dólar no preço que você pagou para enviar, mas sim o preço do dia que realizou o investimento. Sobre a variação cambial, se positiva, e caso o valor permaneça em conta corrente, não há incidência de imposto e essa variação deve ser colocada na declaração anual de IR em “rendimentos isentos e não tributáveis”. Suponha, então, que no dia da compra, o dólar estivesse cotado a R$ 2,50. Ao vender as ações ou resgatar o fundo, vamos dizer que você recebeu U$ 12 mil dólares. Vamos dizer também que a cotação do dólar no momento da venda estava em R$3,50. Deve-se usar a cotação de compra do Dólar Americano no site do Banco Central do Brasil correspondente ao dia em que você recebeu o valor. Então você receberá R$42 mil. O lucro da operação foi de R$ 17 mil. Sobre esse lucro, deve-se pagar 15% a título de imposto, o que totalizaria R$ 2.550,00. Esse valor deve ser pago através de preenchimento de DARF, código 8523 (Ganhos de capital decorrentes da alienação, por pessoa física, de bens ou direitos e da liquidação ou resgate de aplicações financeiras, em moeda estrangeira) até o último dia útil do mês seguinte ao fechamento da operação.

        *Impostos sobre rendimentos e dividendos*
        A tributação sobre os dividendos ou rendimentos pagos por ações ou ETFs é calculada com o uso do carnê-leão, que utiliza a tabela progressiva do imposto de renda vigente no mês do efetivo recebimento dos recursos. O imposto deve ser recolhido até o último dia útil do mês seguinte ao recebimento.
        Para saber quanto de imposto se deve pagar, o investidor deve converter para reais, usando-se a cotação de compra do Dólar Americano definida pelo Banco Central do Brasil para o último dia útil da primeira quinzena do mês anterior ao do recebimento do rendimento.

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      • Já sobre a remuneração, não dá para comparar com o nosso CDI (maiores juros do mundo…)

        Mas lá fora o que tenho em mente é que o valor aplicado está em uma moeda muito mais forte que o nosso Real, e com muito menos volatilidade.

        Sobre investimentos lá, gosto de aplicar em Bonds (Debêntures no Brasil), principalmente em empresas brasileiras (BB, Petrobras, etc.) que chegaram a pagar em torno de 10% a.a. no começo de 2.016, e hoje estão na faixa 5 a 7% a.a. Esse valor, cupom (juros) é pago semestralmente, e no vencimento do papel vc recebe o valor inicial investido. Sem falar na liquidez que é muito alta, vc pode vender ou recomprar mais com um spread muito baixo (diferente das debêntures no Brasil).

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      • crsviana,

        Quanto aos dividendos nos EUA, eles são tributados “na fonte” pelo IR americano.

        A alíquota varia, mas, para a maior parte das ações, dos REITs, giram em torno de 30%, para os “non resident alien”(estrangeiro nao residente).

        Como o Brasil e os EUA têm um acordo que evita a tributação, como o valor pago paho nos EUA é superior ao valor de IR no Brasil, ao preencher o carnê leão com o valor pago para o IR americano, não gerará imposto aqui.

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      • Marcos C, como disse o gtt acima:

        “…estude a estrategia de comprar ETFs de ações de empresas americanas e globais cuja sede do ETF seja na Irlanda, para que os dividendos sejam tributados em 15% e reinvestidos. ETFs sediados nos EUA pagam 30% nos dividendos.”

        é o que eu procuro fazer para evitar essa tributação de 30% direto na fonte.

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      • gtt, o codigo é PETBRA 8 3/4 05/23/26, e agora está pagando por volta de 6%… 7% agora é a GGBRBZ 7 1/4 04/16/44…

        Não tem desconto na fonte de 30%, é creditado o valor integral do cupom (juros), e é recolhido no mê seguinte aqui no Brasil, como disse anteriormente.

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    • Luiz Almeida,

      è um fundo crédito privado com caracteristicas bem particulares. Não pode e nem deve ser comparado com fundos de CP tradicionais.

      Este fundo tem estrategias complexas de uso de Credito privado. Possui ativos ilíquidos, líquidos, imobiliarios, estruturados, securitizados e corporativos. O fundo monta posições no mercado primario e secundario com estas estrategias. Isso quer dizer que ele “parece” mais com um FIDC, mais não chega a ser um FIDC. Pescou?

      A liquidez dele em 180 dias ja diz muito sobre o fundo. As estrategias usadas dependem de prazo, tanto para serem montadas e entregarem seus retornos esperados como para alguem poder sair dando tempo de desmonte ao gestor.

      Nao consegui olhar a carteira aberta. Peguei estas iniformações nas ultimaslaminas do fundo, disponiveis na gestora. Nao o monitoro. Pessoalmente acho uma grande “caixa preta” os ativos carregados e de dificil entendimento. Mais isso não quer dizer que o fundo é ruim ou perigoso. É apenas minha observaç~çao pessoal sobre ele. entendo que muito desta posição atual tenha sentido devido ao meu desconhecimento mais aprofundado sobre o produto.

      O importante é saber se esta apto a suportar a VOL do fundo. Se fica confortavel com a saidia em 180 dias, e se consegue compreender as estruturas montadas pelo gestor. Uma sugestao é a de conversar com a equipe de gestao antes de aportar no fundo.

      Peço tb, que depois quando obtiver mais informação sobr eo fundo que poste aqui pra podermos debater mais sobre o mesmo.

      espero ter podido ajudar com alguma coisa.

      Valeu!!!

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      • Prezado Gama
        Agradeço suas informações e gentileza em responder-me. Tenho uma posição nesse fundo, e até agora tem ido bem – uns 120% do cdi e baixa volatilidade. Mas é como vc diz, uma caixa preta. Vou ficar atento.

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  3. Apenas para elucubrar sobre essa suposta ausencia de influencia politica no desempenho economico.

    Entendo as prerrogativas e entendo que a economia derruba governo (como a Dilma), mas refuto a afirmação que a crise política pouco afeta a econômica.

    Explico : a inflação está baixa pelo baixo consumo, ok, a industria começa a querer reagir, ok, mas estamos com um deficit gigantesco que só tem uma saída : poupar despesas + aumentar impostos. Ambos são medidas duras para o povo, e por essa razão só um governo forte e com apoio parlamentar conseguiria. Aqui entra o problema : esse governo está ficando isolado, e só. Não vai resolver o deficit e vamos fechar o ano sem cumprir a meta.

    Posso estar enganado, mas o mesmo mercado que aplaudiu a saída da Dilma, pede agora a saída do Temer, mesmo que seja o Maia que assuma, porque esse governo Temer não tem mais caldo para dar nessa sopa. Além disso, a substituição tem que ser por uma equipe econômica com a mesma competencia da dupla Meireles e Ilan, para continuarmos no caminho.

    Então vejo como melhor dos mundos : impeachment de Temer imediato e sem eleição direta (risco vermelho de retorno) + manutenção da direção economica.

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    • Maia, espertamente para ganhar apoio de vários setores, já afirmou que mantém toda a equipe econômica no caso de assumir a presidência.
      A chance de eleiçoes diretas agora é nula; Temer caindo, assume Maia. Maia sendo réu no Supremo; assume Eunício. Eunício virando réu, assume Carmen Lúcia. Neste período tem que se organizar eleições indiretas… Então, é provável que tudo fica mesmo para 2018. Até lá, molusco vai ser enjaulado.

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  4. Amigos, uma dúvida: qual a diferença enter o Garde D’Artagnan FIC FIM e o GARDE DARTAGNAN BNY FIC FIM?
    Vi que o primeiro tem uma taxa de adm. de 2%, enquanto o segundo, 1,89%.
    Ambos aplicam no mesmo fundo master?
    Enfim, se alguém puder esclarecer, agradeço desde já.
    Abraços!

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    • Quando se tem um bom fundo inumeras casas de distribuição podem e fazem espelhos dele.

      São a mesma coisa. Investem no mesmo Master e possuem as mesmas estrategias. Se vc reparar na lâmina do Garde BNY, vai reparar que tem uma nota (em letras menores) abaixo do grafico de evolução do fundo explicando que a diferença nas taxas se da basicamente por: 1,89% relativos aos custos do fundo BNY + 0,11 de custos do Master…totalizando 2% de tx de adm ao ano. Logo o custo do Fundo Garde Dartagnan BNY é de 2%aa (contido e explicado na lamina de Maio de 2017 disponivel no proprio site da gestora Garde.

      Uma diferença tb é notada no administrador e custodiante de ambos os fundos. Um usa a INTRAG e o outro usa a BNY.

      Enfim, no final das contas sob a ótica de investimento são a m esma coisa. Agora se um ou outro possui diferença na administração e na custodia….e se isto modifica o nivel de risco entre eles…..cabe a cada investidor ponderar e debater com o gestor dos fundos.

      Espero ter ajudado.

      PS: Nao me pergunte o que faz a gestora ter 2 fundos iguais com custodiantes diferentes…esta pergunta tem que ser feita a Garde 🙂

      Valeu!!!

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  5. Ou Gama, blz meu irmão?
    O que vc ta achando do fundo Western Asset US Index 500 FI Multimercado?
    To afim de aplicar todo meu patrimonio nele e deixar por la um um periodo indeterminado.Caso eu tire, vai ser só o rendimento mesmo.Ele é D+0, o que achei maravilhoso.
    Abraços

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    • Colocar todo o patrimônio? Acho um pouco exagerado. Ate entendo o porque. De fato o fundo vem com otimo historico. entregar 226% do CDI desde o começo em 2013 não é tarefa fácil não.

      Mais vamos aos argumentos que podem lhe causar dores de cabeça na minha visão:

      1- O fundo hoje tem uma equipe de gestão que tem acertado bem mais do que errado. Se algume sai? Como vc fica? Ou melhor, como o fundo fica? OK….vc vai dizer, mais posso sair em D+1. De fato, isso colabora. Mais não altera o “risco”;

      2- Ao decidir colocar tudo nele, vc abre mão de ter outras posições. Se algo ocorre no meio do caminho e vc tem que sar, mesmo em D+1 vc pode não ter boas opções a disposição. Logo, vc tem que ter plena certeza que abrir mão de outros investimentos pra ficar exposto somente a um realmente vale a pena;

      3- A saida em D+1, te obriga a ficar ligado no fundo. Uma saida grande seja de 1 cotista tirando 100M ou varios cotistas tirando 10.000 vc pode ter impacto na cota do fundo. Fundos agressivos com saida em D+1 te obrigam a ficar ligados nele quase que semanalmente. Isso pra não dizer que tem que olhar todo o dia;

      4- O benchmark é renda variável. A estrategia se foca em contrato futuro do S&P negociados aqui na Bolsa. Se algo por aqui atrapalhar ou impedir as negociações deste tipo de contrato vc fica num fundo sem rumo. OK, vc vai dizer: Puxa, Gama vc ta catastrófico hoje! Lhe respondo que ao decidir colocar tudo num unico lugar, temos que prever a situação mais inusitada possível;

      5- Estava olhando a ultima lamina no site deles, e fiquei com uma serie de duvidas ligadas ao potencial de retorno do fundo para um periodo Brasil de Juros na casa de 8,5%aa. O fundo concentra na carteira títulos públicos federais e opera os contratos futuros pra buscar ter o S&P na referencia e com a diferença dos Juros aqui…entregar o que tem entregado. O fundo começou em 2013 e pegou juros bem elevados aqui e muitos baixos nos EUA. Essa dinamica ta mudando. Ta certo que ainda demora um pouco, mais tem impacto direto no DNA do fundo. questionei a equipe sobre isso e estou na espera de resposta. Tem que olhar a paisagem toda não so do passado e nem do presente. Ao olhar o futuro fiquei com dúvidas do potencial. Se é pra colocar tudo, é uma questão que merece minha atenção. concorda?

      6- Não curto colocar tudo num unico lugar. Vc fica na mao se algo sair do controle. E nos investimentos, quase nada esta sob nosso controle em 100%. Mais isso sou EU. Se fosse vc a escolher os ativos e duração dos mesmos, a coisa muda de figura. Mais é uma equipe que decide. Por isso sou adepto da diversificação quanto se trata de fundos de investimento. Se for pra colocar tudo numa coisa so, eu prefiro algo que eu esteja no comando.

      enfim….um belo fundo. Tem uma estrategia que se mostrou acertada desde 2013. Tem bom PL e muitos cotistas. Tem a vantagem do baixo custo e da alta liquidez. Mais toda moeda tem duas faces…..a alta liquidez pode ser uma armadilha quando a coisa não estiver boa. Como vc perguntou o que achava….respondi 🙂

      Por favor, não ache que to criticando ou tentando vc mudar de ideia. A decisao final é sua, so sua. 🙂

      Vamos debatendo.

      Valeu!!!

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      • pelo q entendi, este eh um fundo passivo, ou seja, nao tem mta estrategia… ele sempre pega selic + sp500 futuro. Talvez por isso a tx adm seja baixa e tempo de saida bem curto.

        Quanto aos juros, ele utiliza tesouro selic na garantia dos futuros, ou seja, nao terá a volatilidade louca dos titulos que possuem alguma parte prefixada….vai sempre render selic (que eh o nosso benchmark) mais ou menos sp500. Ele funciona diferente do western macro e do pimco… esses dois fazem “juros brasil – juros eua” lah fora… Western US 500 faz tudo aqui dentro mesmo com td selic, sem precisar fazer esse “menos juros eua”. Nao eh isso ?

        Eu diria que o risco desse fundo eh a bolsa americana… eu to querendo entrar, mas nao vou entrar agora q a bolsa americana ta perto do topo… vendo o grafico de longo prazo, existem varias correcoes bem fortes na historia.

        Ah e esse fundo eh pra investidor qualificado.. se vc vai entrar com todo patrimonio, espero q nao coloque 1 milhao em um potinho soh ok ? hehehe

        abracos!!

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      • Fala Gama,

        Compreendi seus esclarecimentos!Eu, particularmente, não acho q vale a pena diversificar uma quantia abaixo de 150k, mas entendi seu ponto de vista.
        Foi justamente o d+0 que me foquei, me garantindo uma segurança.Obviamente ,não pelos meses negativos , mas pelo pontos que vc pôs em questão.
        Agora, com relação à saída de cotistas, verifiquei esse impacto no CVM , durante algumas quedas consecutivas ou não dos rendimentos e o fundo reagiu bem nos meses seguintes.Pode significar alguma como tb pode não significar nada,pelo menos foi um adendo.
        Os outros pontos são mera especulação , dado o histórico dos fundos.Eu acho , Gama, que temos q aproveitar o momento desses fundos, claro baseado no historico dele.Só não sei o que aconteceu em 2015 pra ter muitos meses negativos e mesmo assim, fechou com um razoavel percentual .Isso ai são outros 500 q nao entendo muito bem.
        Desde fevereiro pra cá o numero de cotistas dobrou.O pessoal parece que foi no “oba-oba”.Eu to querendo ir no oba-oba tb kkkkkkkkk

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      • Veditabolado irmão, blz?
        Obrigado por compartilhar a ajuda parceiro!
        Agora me explique uma coisa…pra ser investidor qualificado precisa, necessariamente, ter 1M?Pq eu verifiquei la no CVM , nas informações diárias desse fundo, tem captação diária abaixo de 200K, de novos cotistas.
        Não sei se estou errado ou confundindo a parada toda.

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      • Vamos por parte:

        Pra ser investidor qualificado precisa comprovar ter 1M em investimentos. Vc pode ter 1M dividido em varios pacotes de 100K. Por isso vc enxerga aportes menores nos fundos qualificados. Ao entrar num fundo, a gestora checa seus historicos e questionarios de patrimônio (aquele que a cada 2 anos tem que atualizar pra manter sua conta financeira aberta). Muitas gestoras nem deixam vc aportar se não tiver as comprovações. Outras, ate permitem. Mais ai, neste caso vc estara fazendo algo irregular, pois antes de alocar eles questionam se vc é qualificado e acreditam na sua palavra. Logo, se alguma coisa der errado e vc querer uma briga na justiça, ja vai estar errado e perdera a razão. As gestoras que trabalho conferem no momento da alocação se o cliente é ou não qualificado.

        Sobre a estrategia do fundo, consegui respostas bem rapidos junto a gestora. Ganhou ponto positivo. Não sou cliente, usei o fale conosco e mandei um questionario pra eles esclarecerem. Nota 10 para este quesito. Abaixo as respostas recebidas (resumidas):

        1) O fundo não permite alavancagem.

        2) Os contratos futuros, por não envolverem desembolso de caixa, não fazem parte da carteira de ativos. O seu valor equivale aproximadamente ao valor total da carteira de títulos.

        3) A variação cambial não impacta o resultado final do fundo.

        4) O potencial de rendimento do fundo equivale à variação do S&P500, acrescido da taxa de juros local (CDI), e diminuído da taxa de juros dos EUA. Esta regra vale para qualquer nível do CDI. (Obs.: isto não constitui promessa de rendimento, trata-se apenas de uma aproximação teórica).

        5) A estratégia é ficar sempre comprado (long) em contratos futuros.

        A formula basica é similar aos dos demais fundos. Tira a taxa de juros EUA. Se la aumentar muito, diminui o potencial de retorno. Se nossa taxa aqui cair muito é uma combinação “preocupante” para o resultado final. O pulo do gato neste fundo são os contratos futuros em S&P 500. Se seguir em alta muito bom. Se der uma queda oou ficar de lado….faz o fundo andar bem magrinho. Reparem que por não ser possivel observar os contratos nas carteiras do fundo, os mesmos impactam diretamente no financeiro. Eles simplesmente possuem tamanho de 100% da carteira de titulos. Se tem 100M em tituos, faz 100M em contratos futuros. Alto risco. Por isso uma VOL gigante é observado no fundo e ele tem que ser analisado como mais RV do que MM simples. Isso na minha visão. Da ate pra entender o baixo sharpe, pois nao da pra agregar muito retorno sem elevar o risco.

        Acho que o D+1 é pra poder ter agilidade nos contratos e nos trading. Isso não consegui obter. É achismo puro. Se fosse diferente o gestor poderia ter problemas. Concordo que acaba sendo meio travado e espelho do S&P. Mais não diria passivo não. Botaria ele mais pra S&P ativo….ja que usa o indice americano e faz arbitragem com o diferencial dos nossos juros. Bem….é outro achismo meu 🙂

        Enfim….um fundo colocado no meu radar. Um fundo que se alguem precisar completar uma posição me RV pode fazer por meio dele e ficar exposto ao EUA e não ter a variação cambial afetando o resultado. estrategia simples e ate o momento eficaz. Porem….elevado risco.

        NAO È RECOMENDAÇÂO DE NADA!!!

        Valeu!!!

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      • Eu ainda acho que esse Western US 500 nao faz a diminuicao da taxa de juros americana, pois ele nao envia recursos para o exterior, portanto bastando utilizar a LFT na garantia dos futuros. Quem faz essa diminuicao com certeza da tx de juros americana eh o Western Macro Strategies. E realmente o Western US 500 nao eh para investidor qualificado, o Western Macro Strategies eh q eh. Ufa, eh mta confusao, mas a verdade eh q os 2 fundos sao mto bons e estou sempre de olho nos mesmos. Na msg seguinte vou colar sobre o Western US 500, se infringir alguma regra, pelo menos essa msg aqui nao eh excluida.

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      • S&P 500 + SELIC
        Uma forma de fugir dessa restrição aos investidores
        de varejo dos ETFs é comprar cotas de fundos
        multimercados que investem em contratos futu

        ros de S&P 500 na BM&F. Esse é o caso do Wes

        tern Asset US Index 500 FI Multimercado, que
        permite aplicações a partir de R$ 25 mil para qual

        quer investidor. O fundo investe os quase R$ 130
        milhões em patrimônio nos títulos públicos mais
        seguros do mercado, as LFT (letras nanceiras do
        Tesouro). Paralelamente o gestor compra contra

        tos futuros de S&P 500 na BM&F e usa os títulos
        públicos para o depósito das garantias exigidas
        em operações com derivativos. O fundo paga ao
        investidor a Selic (remuneração das LFT) mais a
        variação do S&P 500 em dólares, e não em reais.
        Ou seja, se o S&P 500 subir de 2.000 para 2.100
        pontos em determinado período, o investidor ga

        nha 5% mais a Selic, independente da oscilação
        cambial. Nos últimos 12 meses até 19 de feverei

        ro, o fundo garantiu um retorno de 26,8%. “O fun

        do tem andado bem por conta da alta da Bolsa
        americana e dos juros elevados no Brasil. Mas não
        é um produto para ter exposição ao dólar”, explica
        Marcelo Guterman, especialista de investimentos
        da Western Asset. O fundo também pode ser con

        siderado menos arriscado que os ETFs de S&P
        500 porque, ao contrário do dólar, a Selic sempre
        garante um retorno positivo ao investidor

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    • mas rapaz…acho que esse fundo ta mais pra ações do que multimercado.É como o veditabolado falou, do risco inerente à variação das açoes do s&p 500 e que está ultravalorizada.O fundo achei excelente mesmo, por causa do D+0, agora tendo uma visão do ponto de vista do vedita, essa supervalorização ta criando , obviamente, uma forte resistencia. Será que despenca daqui a 1 , 2 meses?Diante disso, não vou meter tudo agora não, pro dia seguinte tirar acho que não vale a pena.Caso eu tivesse , ACIMA DE 2MM, valeria pra um trade relampago, mas como eu sou um pobre ousado kkkkkkkkkkkk

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      • Boa tarde, Gama e demais foristas. Lendo o comentário do Gama, fiquei com uma dúvida.O Fundo tem necessariamente que performar mal se o S&P cair? Ele não poderia operar vendido no índice e se beneficiar da queda?

        Obrigado.

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      • Raphael,

        No regulamento do fundo, só permite contrato futuro no indice americano em posições compradas.

        Mais mesmo com queda do indice, o fundo pode ainda dar resultado positivo. Vai depender de como foram montadas as posições e seus tamanhos. Se olhar o historico do fundo, vera que teve meses onde o S&P caiu e o fundo entregou aqui resultado positivo ou com quedas menores.

        Claro que a cada queda na diferença de juros entre Brasil e EUA, esse gap de possibilidade diminui. Claro que quanto mais valorizado o indiece fica, mais complicado seguir com os altos ganhos. Por isso, a analise pra este tipo de fundo tem que considerar Juros e o indice referencia. O cenario mostra que pode haver uma queda no indice para que ele tenha força pra seguir em tendenciai de alta. e os juros por la devem aumentar e por aqui diminuir ate 8,5%aa.

        E concordo com o amigo que olha este Fundo mais como RV do que como MM agressivo. Pra mim, se fosse te-lo em carteira entraria na RV pra compor com outros fundos de Ações. Mais isso soou eu!!! 🙂

        Valeu!!!

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    • Perguntinha danada!!! 🙂

      Complicado. Vou responder bem direto: Depende

      Depende do objetivo do capital. Depende do seu perfil. Depende do prazo…..depende 😉

      Se vc é mais consevador e quer apenas proteger esse capital pra usar la na frente, buscar um TD atrelado a inflação se mostra bem acertado.

      Se for menos conservador, pode mesclar TD com alguns títulos de crédito privado isentos ou atrelados ao CDI. LCI, LCA e CDB de bancos.

      Se for mais moderado ja podera incluir debentures, FII e alguns Fundos Multimercados na carteira. Se for mais agressivo pode mesclar qualquer ativo disponivel no mercado.

      O grande lance é primeiro responder a suas perguntas básicas:

      Pra que quero investir?
      Preciso deste capital antes de quanto tempo?
      Entendo e aceito perder parte dele pra tentar ganhar um pouco mais?
      Se ver este capital diminuindo terei paciencia e estomago pra suportar ou irei ficar nervoso e estressado?
      Sou uma pessoa que gosta de ter liquidez? Abro mão de ganhar mais pra poder mexer a hora que quiser?
      Conheço os ativos que irei investir?

      Responda estas perguntas. Descubra seu perfil. Molde uma carteira que te atenda (nunca faça o contrário). So com isso ja tera um belo caminho andado na direção certa. No final, a decisão é sua e só vc pode toma-la. Cuidado com s cantos das sereias….as tentações que podem aparecer ou investimentos “furados”. Atente para os custos de cada tipo de investimento. Isso tb é importante no longo prazo.

      Depois, volta aqui que a gente vai trocando mais ideias. 🙂

      Valeu!!!

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    • Luthier,

      É simplesmente o fundo de investimento com o maior e melhor retorno da história do Brasil. É um case de sucesso entre os gestores nacionais e internacionais.

      Por isso vc sempre ouvira comparações e citações do fundo e de seu Gestor, o Luis Stuhlberge. O cara é um, se não o melhor, gestor de Fundo Macro existente no Brasil…..e digo que tb esta em destaque mundial (o cara é citado por inumeros fundos de fora e suas analises são um norte para muitos profissionais do mercado de capitais.

      Vc consegue mais sobre a historia do fundo e do gestor no site da Asset deles, a Verde Asset.

      Valeu!!!

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      • Gama,

        Também achava que o Verde batia todo mundo.
        Até que bati com a performance do Dynamo Cougar de ações.

        O fundo é de 1993. Com a inflação, fica difícil medir, então de curioso eu plotei de 01/01/1995 até 2017.

        Só ~16000,00% kkkk
        CDI do periodo: 3.656,40%
        Ou ~25% AA por 22 anos seguidos. 🙂

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      • Ricardong,

        Tava vendo aki, mesmo se estivesse aberto a entrada inicial no Cougar é pesada 300k.

        Num comparativo desde jan/2013 ele perderia para SPX Falcon e para o Atmos, ambos tb fechados mas com entrada inicial de 50K.

        Abs

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      • GTT,

        De 2013 pra cá o Dynamo teve dificuldade com o CDI…rsrs

        CDI
        Rentab. absoluta: 47,42%
        DYNAMO COUGAR FUNDO DE INVESTIMENTO EM AÇÕES
        Rentab. absoluta: 59,20% Rentab. relativa: 124,86% (CDI)
        Consistência: 75,44% Sharpe (risco/retorno): 0,20 Risco: 13,30%
        SPX FALCON FUNDO DE INVESTIMENTO EM COTAS DE FUNDOS DE INVESTIMENTO DE AÇÕES
        Rentab. absoluta: 64,19% Rentab. relativa: 135,38% Consistência: 61,92%
        Sharpe (risco/retorno): 0,36 Risco: 10,45%
        ATMOS AÇÕES II FUNDO DE INVESTIMENTO EM COTAS DE FUNDOS DE INVESTIMENTO DE AÇÕES
        Rentab. absoluta: 71,81% Rentab. relativa: 151,43% Consistência: 95,37%
        Sharpe (risco/retorno): 0,50 Risco: 10,81

        Peguei os FIC para as taxas ficarem comparaveis.

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  6. Pessoal..quem puder opinar eu agradeço. Tenho dificuldades de identificar a partir de que valor mínimo vale a pena entrar em um investimento. Vou dar um exemplo do que se passa nesse momento. Acho que o CRA da Guarani/Tereos é uma boa (isencão, grupo forte por trás, tx por volta de 102% do CDI, prazo curto, pagamentos semestrais, etc), no entanto, minha capacidade de alocação não passaria de 0,5% do meu patrimônio. Fico me perguntando se vale a pena prender essa “graninha” por 3 anos. Os rendimentos não farão tanta diferença na minha situação financeira. Às vezes acho que entro em investimentos apenas para ter a sensação de não ter ficado de fora de um bom negócio.
    Sei que parte do problema é falta de um planejamento/objetivos bem definidos, mas é que vivo um dilema com minha esposa sobre isso 😦
    Alguém afim de opinar?
    Bom TRABALHO a todos no dia de hoje.

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    • “Sei que parte do problema é falta de um planejamento/objetivos bem definidos,”: concordo. Mas padeço do mesmo problema e, para ser honesto, creio que a enorme maioria dos investidores pessoas físicas tem o mesmo problema.

      Planejar no Brasil é bem complicado, né?
      Ter objetivos bem definidos, de pequena ou média monta, acho até ser mais fácil (trocar de carro, fazer uma viagem mais dispendiosa, pagar faculdade p/ os filhos, etc).
      Mas objetivos de grande porte e longo prazo (montar uma empresa, largar o emprego e se aposentar, comprar um imóvel de alto padrão) são muito complexos para se calcular o fluxo de caixa, em especial devido à nossa instabilidade econômica.

      Então, não tenho mínimo para aplicar (só máximo). Vale tudo. Até alugar ações, o que me rendeu em 2016 inteiro menos de R$100,00. Não deixo nada parado na conta. Na pior das hipóteses, vai para um fundo DI com liquidez diária, esperar algo melhor.

      Meu lema atual é: “melhor aplicar pouco, rendendo pouco, do que não aplicar pouco, rendendo nada”.

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    • Bacana o tema pro debate.
      Concordo bastante com o post do Luciano. E várias vezes tb passo por estes pensamentos.

      Aprendi com a prática que isso tudo depende. Depende de qual ação fará vc mais feliz naquele momento. Como assim? Simples, se o valor é pequeno e ter ele preso por 3 anos e ao final não agregar algo que lhe deixe feliz não há motivo pra faze-lo. Deixe ele onde esta, tipo um fundo DI ja existente. A diferença é muito pequena. Varias e varias vezes ao fazer a conta do retorno do investimento, desisto no final e fico onde estou. Isso é recorrente ao longo do ano.

      Agora, se vc fica feliz de saber que investiu em algo que mesmo rendendo pouco ira aos pouquinhos aumentando seu patrimonio e isso te deixa feliz, a aplicação tem sentido. Vai te fazer bem 🙂

      Vejam, investimento A me rende 100,00 e o investimento B me rende 50,00. Puxa, o A é muito melhor pois é 100% maior do que o B! Certo. Por um lado. Mais se o A for de longo prazo e o B mais liquido? Se vc for investidor que considera a liquidez algo interessante, vai optar pelo B. E por ai vai as decisões envolvendo nossos investimentos.

      Investimentos precisam ter objetivos e trazer felicidade. Essa combinação precisa ser alcançada e trabalhada. Precisa envolver a familia toda. Ou se nao for possivel devido as diferenças, separe um pedaço pra investimentos e deixe o resto no basico. Isso vai trazer felicidade…..e no final é o que conta.

      Planejar no Brasil é chato…porem é simples. Nos ultimos 20-30 anos quem aplicou em RF com proteção da inflação fez muito dinheiro e protegeu muito bem o poder de compra. Um investimento muito facil de se fazer. Quem optou por outros produtos tb pode ter feito muito dinheiro…mais a questão é que chega a ser facil de mais proteger e permitir o crescimento do patrimono. Agora, com essa nova realidade….ainda sera simples ter a proteção da inflação que vai e volta…..SEMPRE foi assim….SEMPRE sera assim ate resolvermos questoes que sabemos que nao serao resolvidas nos proximos 20 anos. Sacou?

      Temos uma carteira elaborada de investimentos pra justamente nao ficarmos entediados coma coisa aqui no Brasil. Muitas das vezes, perco um tempo enorme calculando, anlilsando e projetando…pra no final decidir ficar onde estava. Porque? Porque nao vale a pena correr risco, ficar preso em longo prazo, ficar a merce de politicos e mudanças de regras……ficar no cafe com leite é muito interessante. Concordo que esta deixando de ser por hora…mais sera que viveremos nessa nova realidade de juros e economia mundial por muito tempo?

      Quais drives podem mudar isso? Guerras? Mudanças de regras? Eleição? Sao tantas as possibilidades….e estes drives impactam mais onde? Justamente nos produtos financeiros mais sofisticados, aqueles que operam um pouco de tudo e sofrem oscilação. A Tradicional RF fica ali…..de lado….sofrendo quase nada…..e depois de algum tempo quem variou e sofreu….ganhou algo a mais. Tera valido a pena???? Nao sei. Depende de cada um de nos.

      De fato ficar parado sem ganhar nada é ruim. Qualquer % de ganho sobre alguma coisa é MUITO melhor do que 100% de ganho sobre nada. Mais escolher se ganhar um pouquinho a mais ou pouquinho a menos….isso é pessoal. Simples assim 🙂

      Espero ter ajudado….ou ao menos despertado curiosidade ou novos pensamentos.

      Como investidores estamos sempre nos confrontando com estes pensamentos e comportamentos. E digo com muita convicção..é isso que torna este ambiente MARAVILHOSO!!!

      Valeu!!!

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      • Gama: mas será que essa receita continuará a funcionar? Será que o País ainda aguenta mais 20 anos nessa marcha? Ou nos seremos a Grécia de amanhã?

        “. Agora, com essa nova realidade….ainda sera simples ter a proteção da inflação que vai e volta…..SEMPRE foi assim….SEMPRE sera assim ate resolvermos questoes que sabemos que nao serao resolvidas nos proximos 20 anos. Sacou?”

        A coluna hoje do Vinícius Torres Freire, na Folha, está muito boa. Fica a sugestão de leitura a todos, até para prosseguirmos neste debate. Dois trechinhos pequenos, para se evitar infringência aos direitos autorais:
        “Caso os manifestantes derrotem a reforma da Previdência e mesmo levem seus representantes para o governo, o que fariam com as contas públicas, que estariam ainda mais deterioradas em 2019?

        Nesse cenário sem “teto”, sem reforma e com impostos pelo menos a princípio insuficientes, não é razoável acreditar que o custo da dívida (taxa de juros) permaneça estável. Não é plausível que, sem mais, as taxas de juros não aumentem, realimentando o complexo de problemas que a princípio se pretendia resolver: baixo crescimento e aumento da dívida. O que fazer?
        (…)Mas há um risco bem alto de haver algum tumulto em caso de virada forte de política econômica.

        Não estão em jogo aqui vastas teorizações e pensamentos mais ou menos imperfeitos sobre o futuro distante, sobre o “longo prazo”, “modelos de desenvolvimento”, seja lá o nome. Trata-se de dirigir até a esquina, de levar o país até 2019, 2020, sem arrebentar o motor ou furar o tanque de combustível. “

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      • “Gama: mas será que essa receita continuará a funcionar? Será que o País ainda aguenta mais 20 anos nessa marcha? Ou nos seremos a Grécia de amanhã?”

        Ser uma Grécia não é possível. A Grécia não produz nada. A Grécia não tem como caminhar com as próprias pernas. A Grécia não é o celeiro do mundo e nem tem as vastas terras que temos com enorme potencial de plantar a comida para alimentar toda a população da terra. A de hoje, e as de amanha. Por isso nunca seremos a Grécia. Brasil tem sua importancia perante o resto do Mundo. Temos algo que nenhum outro tem. POREM….sempre caminhamos desde nossa origem nesse ritmo: Afunda, para de afundar, melhora, melhora bem, afunda de novo….e começa tudo de novo. Não sou Eu afirmando ou supondo….é nossa história!!! É nosso histórico, é nosso passado, esta sendo nosso presente e tem tudo pra ser nosso futuro.

        Nao sou cetico e nem pessimista. Pelo contrário, acredito e muito na gente. Se com tudo isso conseguimos caminhar ao longo destes longos anos…imagina com mais educação….com juros civilizados….com pleno emprego…plena industria, pleno comercio, pleno serviços…..seriamos a maior potencia economica do mundo…..SEM DÙVIDA NENHUMA!!!

        O problema é que não vamos ser. Nao queremos ser. Veja, vc, eu, e os amigos do Blog queremos que seja. Mais a população e o sistema vigente não quer. Pra mudar, teria que mudar a população e o sistema. Vc esta vendo alguma mudança? Mudança real! Reformas não são mudanças. Saõ reformas de algo existente. Ja fizemos muitas delas…e melhoramos…..e depois? Afundamos de novo. Viu, voltamos ao ciclo. 😉

        Por isso a simplicidade da RF por aqui domina e reina absoluto. Tem um estudo da Rio Bravo (se nao me engano) mostrando 20-25 anos comparando RF e RV no Brasil. A RF da um banho. Mais algo surreal….so vendo o estudo e olhando os dados envolvidos (ta muito bem feito mesmo). Cai por agua a máxima que RV é longo prazo…….isso nao serve no Brasil. E por isso sempre defendi que temos que ter cuidado quando um gestor de RV começa a defender suas posições que estao indo numa direção fraca com esta máxima: vamos aguardar o longo prazo….RV é longo prazo.

        OK…se nossos juros ficarem por anos em patamares civilizados e a inflação não ressurgir….com certeza um novo estudo podera e mostrara outro resultado. MAIS…pra isso temos que mudar a população e o sistema. E ai volto a te perguntar: vc esta vendo estas mudanças? Olha ai de novo nosso velho e conhecido ciclo se mostrando 🙂

        Voltando com foco do debate….temos que proteger sempre nosso capital. No minimo proteger seu poder de compra. Ai cabe a cada investidor escolher qual ferramenta usar para conseguir isso. Deixar parado e nao rentabilizar é uma furado. faz falta e muita diferença ao longo de 10, 20 ou 30 anos. Tem que optar por algum investimento. Qual? Dependera de cada um. Mais temos que investir sempre. Os juros compostos (sejam eles altos ou baixos) fazem uma maravilha com o capital ao londo do tempo. 🙂

        O debate é bom mesmo….irei procurar o artigo citado. Agradeço por poder trocar tais ideias. Vamo que vamo 🙂

        Valeu!!!

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      • Bom debate…boas ideias.
        Tb vou procurar o artigo
        O que me preocupa é essa inércia que me assola ao ter que escolher um produto, principalmente quando aparece algum valor extra na conta.

        Até entendo, ou tento entender, que ao procurar o melhor, deixamos de lado o “bom” e possível.
        Claro que as vezes a conjuntura nos leva para um lado, esperando que tudo se torne (num passe de mágica) algo previsível e estável.
        Estável e previsível são termos que menos podemos utilizar nessa “loucura” que chamamos de Brasil.

        Mas é tb óbvio que existe essa previsão, como bem falou o Gama…”Reformas não são mudanças. Saõ reformas de algo existente. Ja fizemos muitas delas…e melhoramos…..e depois? Afundamos de novo. Viu, voltamos ao ciclo.”.

        Hoje, trabalhei. Nem questiono quem optou (ou foi obrigado) a fazer a greve, mas na minha caminhada diária, entre sirenes, gritos de convocação dos “companheiros e companheiras”, policiamento reforçado…encontrei um grupo tirando “self”. Nada contra o self, mas pela profundidade da conversa do grupo, que com certeza não tinha nada em seu foco principal as “reformas”.

        Cada um acaba fazendo suas escolhas, mas principalmente nessas épocas, pensamos mais ainda naquele fundo de emergência. Sempre pensamos que estaremos em emergência, quer ser de ordem pessoal ou “no país”.

        Encontrar o equilíbrio as vezes não é fácil, mas a partir de segunda, opa..segunda não que é feriado, de terça-feira, começo a direcionar um pouco que tenho para fundos, uma RF PRE ou na pior das hipóteses no DI diários.

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    • tb tive estes questionamentos exatamente para o periodo de reserva da tereos
      optei por reservar `meu` lote minimo a 103%cdi
      a ideia eh adquirir aos poucos outras emissoes e assim ir formando uma carteira maior e mais diversificada de cra, cri e deb…
      a oportunidade eh boa, mas tb eh sempre bom lembrar q existem outras opcoes… na RF temos a socinal com rentatabilidade similar, liquidez e fgc… nos fundos de credito privado temos rentabilidades maiores com liquidez em d+30 a d+90… e sempre temos os fundos MM onde esperamos no minimo fazer mais q essa cra em 3 anos… mtos mms fecharam, mas tem coisa boa pra ser aberta em breve… abracos!

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    • DMR, Gama, Luciano, Set e amigos,

      Ando meio complicado e, por isto, postando menos, mas sempre que posso dou uma olhada no blog.
      Vou dar um pitaco, meio que colocando o que faco…..

      Segundo estudos no Brasil que vi, a renda fixa em levar longo prazo tem batido a renda variavel e no mundo, a depender do prazo examinado, tambem……

      Mesmo dentro da renda variavel, no mundo, seguir o mercado tem dado mais retorno que a alocacao ativa, em regra, vide a aposta feita pelo buffet contra um gestor de acoes com prazo de 10 anos…….

      No brasil o gestor de acoes ganhava facil do ibovespa por conta da estrutura deste, mas nos ultimos tempos tem ficado bem maos dificil com a remocao de acoes de centavos e reestruturacao do indice. O numero de gestores que bate o ibovespa desde entao caiu muito….

      Pensando nisto, aparentemente, nao faria sentido investir em outra coisa que não em renda fixa…..

      Entretanto, mesmo o conceito de renda fixa nao e uno, pois se tem prazos e rentabilidades distintos, pos fixado, pre fixado , titulos publicos e privados….. Cada um com riscos distintos…….

      Eu, aqui, particularmente, tenho adotado uma carteira de investimento mista pensando em longo prazo e projetos de curto prazo.

      A razao pela qual adoto uma carteira de investimento e nao apenas aplico em renda fixa se deve a avaliacao de que a exposicao a determinados riscos podem fazer com que a carteira tenha rentabilidade variavel, buscando sempre bater o valor da renda fixa pos fixada…….

      Ao mesmo,tempo, tenho consciencia que a parte em renda variavel pode ter retorno inferior ao benchmark que elegi e por isto faco uma composicao da carteira onde o risco de remda variavel seja condizente com o que espero e busco eleger gestores que possam adotar estrategias que, no brasil, possam ter ganhos a medio e longo prazos……..

      A seu turno, mesmo a renda fixa pode ensejar retornos menores que o benchmark, mas penso que ela deve ter algum proposito, por exemplo, garantir rentabilidade minima em x tempos.

      Pensando nisto, traco pelo menos tres cenarios provaveis para ter como guia e a partir deles vou organizando a carteira para que me de uma rentabilidade x minima com risco adequado e mexendo nas partes de renda variavel e renda fixa pre fixadas a depender do que se avalia em detminado momento detempo.

      Normmalmente, na renda fixa, realizo a variacao de emissores e rentabilidades mesmo com pequenos valores da carteira em cada um , pois redistribuo os riscos de credito entre diversos emissores, evitando tomar um susto com o patrimonio inteiro.
      Em parte do patrimonio, elejo instituicao segura, que nao vai ter uma rentabilidade otima, mas uma rentabilidad minima e cuja importancia para o sistema seja relevante e com historico. Nao e garantia de que nada va acontecer, mas e um jeito de tentar proteger um pouco uma rentabilidade razoavel em instituicoes grandes ou junto ao governo.

      Numa segunda estrategia, busco aumentar a rentabildade distribuindo pequenas porcoes do patrimonio Em muitas instituicoes menores, observado o nivel de risco que me peopomho, e com muita pesquisa, com uma finalidade especifica de aumentar a rentabilidade da carteira com diluicao do risco de emissores. Embora tenha pequenos valres aplicados em cada local, a soma deles va se tornando relevante na carteira, de 0,5% a 1% em varias aplicacoes, vao somando valores razoaveis e que vou montando aos poucos.

      Aqui elejo meu nivel de risco e a estrategia. Hoje, por exempl, estou fora de emissoes privadas sem garantia de fgc ou governo, por entender que no meu cenario, existe grande risco de conjuntura e diante do risco ainda avalio que muito da divida privada tem risco elevado……

      Em um terceiro nivel, elegi dois fundos di, um mais conservador e outro mais arrojado para diversificar ainda mais a renda fixa, com vista a diluir o risco, mas sempre de olho,para nao correr risco desnecessario…..

      Uma quarta camada busco um retorno x acima da inflacao, retorno real minimo garantido a logo ou medio prazo, escolhendo titulos atrelados a inflacao ou pre fixados, para contrabalancear um cenario pessimista atrelado a variacao da taxa de renda fixa. Contudo, como e de longo prazo, vou tomando cautela na sua formacao consoante os cenarios que vou tracando, mas de forma conservadora.

      A seu turno, escolhi que parte da carteira esteja atrelada a renda variavel, mas diante das peculiaridaades brasileiras, entendi que fazia sentido para mim escolher fundos multimercados, que podem adotar diversas posicoes, visando ter ganhos razoaveis a longo prazo, com reavaliacoes periodicas.

      Escolhi esta estrategia por considerar que o mercado brasileiro e muito restrito e as fontes de informacao muito concentradas e considerei que gestores profissionais poderiam ter mais tempo e tecnica que eu para gerir esta parte do patrimonio.

      Aqui tambem gastei um tempo pensando em estrategia que fazia sentido para mim, isto é, qual a dinamica que fazia sentido para mim em termos de rentabilidade e volatilidade e diversificação.

      Uma coisa que sempre olho alem da perfemance e a gestao, quem sao as pessoas que vao gerir o patrimonio, qual a expertise delas na gestao, as instituicoes de custodia, gestao e administracao e estabeleco metas que eles tem que alcancar……..
      Li um pouco sobre estrategias em acoes e confesso que nao vi muita diferenca entre as ponderacoes de lynch, buffet e outros, com a diferenca que nao escolho empresas, mas gestores………
      Traco metas que devem ser alcancadas.

      Embora de muito trabalho na formacao desta estrategia que criei para mim, ela tem me deixado razoavelmente tranquiloporque sei a razao de ter adotado cada estratégia e vou reexaminaando cada estrategia de acordo com cenarios…..

      A cada novo aporte examino as probabilidades do cenario e verifico se aquele investimento faz sentido pensando nas estrategias, que pode, dar errado, mas com a avaliacao adequada podem trazer ganhos….

      Atualmente, penso ate em diversificacao mundial de riscos, mas estou sem tempo de analisar e a analise global me parece muito distinta, pois getsor grande no brasil e uma coisa e os players mundiais, sao outra e ai tem que entender o porque de ter sido oferecido aquilo no mercado nacional e entender a posicao do gestor mundial dentro de novos parametros, o que ainda nao consegui fazer, mas esta na lista de coisas a serem examinadas….

      Como tenho este pensamento DMR, acho que cabe a voce avaliar se esta fazendo determinado investimento de dorma estrategica, o que parece valido, imaginando planos futuros e uma estrataegia maior, mesmo que seja diversificar patrimonio ou garantir fontes distintas de remuneracao no futuro, a depender das suas aspiracoes e planos…..

      Investir em algo so porque parece um bom negocio, comfesso aue temho receio, porque o conceito de bom negocio e flutuante, o cenario muda e algo que era um bom negocio deixa de ser e algo que era ruim passa a ser bom, o importante me parece e ter a alocacao dentro de uma estrategia que faca sentido a voce,……

      Sobre a estabilizacao do brasil e as reformas, sao coisas complicadas.
      Penso que a comparacao do Luciano entre o Brasil e a Grecia tem mais relacao com a credibilidade e o balanco de pagamentos que pode ensejr crises maiores ou menores.
      O brasil tem a possibilidade de imprimir dinheiro ao reverso da grecia, mas isto nao garante que no quadro internacional a coisa seja melhor.
      A relacao entre pib/ divida nao me parce tao relevante assim, ate porque japao, usa e a zona do euro tem relacao de divida/ pib muito maior que a brasileira, mas com juros menores….

      O que me parece e que o custo da divida brasileira enseje a sensacao de que o aumento do deficit nao faz com que tais valores sejam aplicados na economia e possam gerar crescimento e com isto a perspectiva de que a renda interna possa adimplir o deficit sem alto custo a sociedade, mas a divida meramemte financeira sem que seja revertida em proveito do pais enseja uma percepcao de aumento da divida pura e simplesmente sem qualquer persepctiva de que o pib seja capaz de gerar receita para cumprimento das obrigacoes…..

      Pensando nisto, toda aplicacao financeira ou mesmo patrimonio no brasil corre o risco pais, pois corre o risco do default nacional……

      Tenho sido cetico com relacao as reformas, pois embora elas busquem modificar estruturalmente o pais, permitindo a adequacao a sistemas percebidos como em conformidade com um espectro sustentável e que precisam ser adotadas, nao tem sido trabalhada de forma adequada junto a populacao, imclusive o empresariado.

      As reformas tem buscado tambem invetimento internacional porque o investidor nacional nao tem capital ou confianca para aplicar no longo prazo e por isto se conta com a entrada de recursos externos para injetar animo na economia, tal como ocorreu na epoca das privatizacoes pelo fhc……

      O que me parece e aue temos uma crise decorrente do alto endividamento publico e privado, como na grecia, sem a possibilidade de ajuda de um ente como a zona do euro, um pouco,parecido com os Eua em 2008, com a necessidade de ajustes internos, cujas consequencias ainda nao consigo verificar, mas vejo a reducao dos juros governamentais como medida nao de stimul da economia mas busca de inversao ou reducao do rumo de endividamento das familias e do setor privado para que se tenha uma mudanca futura…..

      Nao sei ainda como lidar com este cenário que tenho visto, mas aparentemente nao e simples e demanda um grande cuidado nacional……

      Lembrando aue nao e sugestao de nada, mas mera troca de ideias

      Abracos

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    • Não irei entrar no debate sobre plano.
      Prefiro concentrar no objeto:

      A menos que vc tenha muito dinheiro, não faz sentido comprar um CRA como pf. A saber:

      – Liquidez limitada no secundário.
      – Concentração de risco desproporcional.
      – Raramente o prêmio pela falta de liquidez compensa na renda fixa.

      Entrando no debate sobre planos: concentrem-se em como não perder muito dinheiro ANTES de se concentrar em obter mais rentabilidade.

      O segredo de longo prazo de uma carteira de investimentos na bananandia passa por 2 elementos: diversificação e liquidez.

      Por que hoje eu destaco liquidez? Temos uma crise sistêmica a cada 6~8 anos. Isso nao vai mudar porque as razões estruturais para esses eventos continuam postas.

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      • deutinvestimentos,

        Eu acho FII de papel é a alternativa melhor a aplicação direta em CRI/CRA´s . Pelo menos para a maiora da pessoas físicas.

        Agora, o cara tem um PL de 5mi, aí, talvez, ele pode encarar a ausencia de liquidez e a concentração de risco. Isso se tiver acesso a bons produtos.

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    • DMR,

      Eu já dei minha opinião sobre algo similar em outro topico tempos atrás, mas aqui vai de novo.
      O que parece uma pequena diferença pode render uma fortuna em um horizonte de longo prazo. Tudo depende do seu objetivo para o investimento.
      Se vc faz uma aplicação que rende mais 2 % aa que outra, em 10 anos são 20 % , fora os juros sobre juros. É muita grana !
      No meu caso, como a grana é para aposentadoria, faz uma diferença brutal, por isso realoco quase tudo que recebo em debentures, cris e cras (tudo sem IR), tomando o cuidado de preservar 10 % em aplicações liquidas para uma eventual emergência.

      No caso especifico da Tereos ( conheço muito bem a empresa, estou entrando com alocação máxima do meumgerenciamento de risco na oferta ), o dinheiro não fica preso totalmente por 3 anos, lembre que a cada 6 meses pinga o rendimento em sua conta, limpinho de IR. Quando vc forma uma carteira maior, praticamente todo mês vc têm rendimentos caindo. Eu acho bom demais.

      Abs e bons investimentos.

      Ike1968

      PS. Só minha opinião pessoal, não é recomendação de nada !

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    • Pessoal,
      Muito grato pelas opiniões. Não esperava ser atendido com tamanha qualidade. Ler vocês é essencial para meu crescimento como investidor.
      Particularmente sobre o CRA, fiquei de fora dessa vez. Resolvi refinar mais meus objetivos e estratégias de investimento e, principalmente resolver de vez essa “pendenga” com minha esposa (essa parte é mais difícil 🙂 ). Traçar os cenários, refletir melhor sobre meu perfil e prioridades e só aí me decidir sobre os aportes.

      Curtido por 2 pessoas

    • A lista era esperada. O que era suposto, agora virou fato.
      A eleição em 2018 esta perto. E ela sera a salvaguarda de muitos nomes desta lista. Se nao se reelegerem perderão o foro previlegiado e ficarão a merce da jsutiça comum….nenhum destes nomes quer isso.
      Por isso acho que vai tumultuar ainda mais. Ainda nao formei minha opiniao sobre os andamentos.

      A previdencia tem que sair alguma coisa. e vai sair alguma coisa. So que em 2018, quem entrar ja vai ter que preparar um nova reforma da reforma. Este filme ja vimos antes 😉

      A inflaçao da despencando nao por ação do governo. Efeito da propria crise. Isso é meio que perigoso, pois se nao houver reformas e catalizadores pra reativar a economia real…poderemos ter um efeito nada positivo de uma inflação em queda acelerada. Ainda to analisando a coisa toda….mais uma estgflação e deflação poderiam atrapalhar ainda mais a retomada brasileira. OK….nao ha sinais disso no curto prazo. Mais o amanha ta logo ali…e chega rapidinho rapidinho…

      Um lado interessante é focar a midia nas reformas. trablhista e previdencia….pra deixar essa questao da lista mais de lado…..isso pode ocorrer. Sera ate positivo…pois eles (politicos) podem deixa-las fortes e tudo e todos se voltarem para elas deixando seus proprios nomes (os dos politicos) num breve esquecimento….e chegar 2018 sem tanta pressão.

      Ufa….que coisa….que confusão. Dia apos dia para entender e poder tentar prever algo e estar preparado para que nossos investimentos ao menos fiquem protegidos.

      Valeu!!!

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    • COE
      CERTIFICADO DE OPERAÇÕES ESTRUTURADAS
      Entre Renda Fixa e Variável por que não ficar com os dois investimentos?

      Certificado de Operações Estruturadas – COE é um novo investimento que passa a ser disponibilizado ao mercado brasileiro. É instrumento inovador e flexível, que mescla elementos de Renda Fixa e Renda Variável. Traz ainda o diferencial de ser estruturado com base em cenários de ganhos e perdas selecionadas de acordo com o perfil de cada investidor. É a versão brasileira das Notas Estruturadas, muito populares na Europa e nos Estados Unidos.

      Este instrumento foi criado pela Lei 12.249/10, mesma que instituiu as Letras Financeiras, mas foi regulamentado pelo Conselho Monetário Nacional (CMN) do Banco Central no segundo semestre de 2013. Representa uma alternativa de captação de recursos para os bancos.

      Segundo a norma, a emissão desse instrumento poderá ser feita em duas modalidades: valor nominal protegido, com garantia do valor principal investido, ou valor nominal em risco, em que há possibilidade de perda até o limite do capital investido. Nos dois casos deve ser observada a regra de suitability, ou seja, o investimento deve ser adequado ao perfil do investidor

      COE, a versão brasileira das Notas Estruturadas

      O COE é um título parecido com as Notas Estruturadas, muito populares nos Estados Unidos e na Europa. Em uma só aplicação, o COE proporciona diversificação e acesso a novos mercados. Para você, fica mais fácil acompanhar o desempenho, pois o COE já vem montado como um único instrumento, o que significa também uma única tributação. Os custos possivelmente seriam maiores caso você direcionasse seus recursos a vários ativos separadamente.

      Quem emite os COEs são bancos, mas eles são registrados na Cetip, que está autorizada e preparada para fazer também o depósito e a liquidação do COE. Caso seu banco seja credenciado no Cetip | Certifica, melhor para você, que pode contar com a segurança adicional deste selo.

      O COE tem vencimento, valor mínimo de aporte, indexador e cenário de ganhos e perdas (figura) definidos pelos bancos para diferentes perfis de investidor.

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  7. Pessoal, uma dúvida.

    Em março do ano passado entrei num “fundo de inflação”, pensando numa troca de pessoas na presidencia e mudança dos rumos economicos. Isso de fato ocorreu, meu patrimonio cresceu.

    Minha dúvida é : agora que a inflação convergiu ao centro da meta para o calculo dos ultimos 12 meses, e que já está precificada a queda da Selic, seria a hora de sair e ir para outro tipo de investimento, ou este fundo ainda pode me dar alguma alegria até o meio do ano?

    Curtido por 1 pessoa

    • Eis a pergunta do Milhão!
      Ah, se eu soubesse a resposta…
      Como não sei, sigo respeitando minha alocação proporcional entre classes de ativos, como anteriormente traçada.
      Mas EU acho que dá para segurar até a SELIC chegar em 9,5% ou agosto deste ano, o que ocorrer primeiro…

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    • Capixaba,

      Algumas semanas atras, cheguei a postar aqui no blog um call de venda (alerta feito por gestores) para este tipo de fundo. O call era justamente pra reduzir posição e assegurar o lucro obtido desde o ano passado nessa classe de ativo. Lucro este que girou em média na casa de 2% ao mes desde abril de 2016. Claro que o call é uma sugestão com fundamentos apresentados aos clientes que decidem se aceitam ou não.

      De fato se olhar para seu fundo, o gestor ainda carrega titulos mais longos que ainda vao entregar bons ganhos. A cada queda da selic, estes ganhos vem pro fundo. Mais a cada queda, o potencial de ganhos vai diminuindo e a marcação a mercado acaba aumentando a VOL do fundo, deixando-o mais arriscado e sem um bom ganho (isso olhando mais a frente). Logo, seu pensamento e preocupação faz todo sentido e tem muito respaldo.

      Semana passada recebi um aviso que brevemente havera outro call de saida pra justamente proteger mais lucro e deixar tal fundo na casa de 5% da carteira total. Hoje o % gira perto dos 15-20% da carteira. Ja foi 30% no ano passado. Isso na visão dos gestores que monitoro e recebo relatorios (valores aproximados).

      Enfim, a decisão é muito pessoal. O Luciano deu uma resposta positiva e ainda colocou timing. Certo ou errado? Não da pra afirmar. O que é fundamentado afirmar é que a gordura deste tipo de fundo esta encolhendo. Juros a 1 digito nao permitira que ele siga com resultados tão bons assim. A oscilação nos ativos deste fundo poderao acrescentar muita vol na sua carteira e nao entregar algo tao bom que faça valer a pena. Reduzir posição é um caminho. Deixar de alocar novo capital é outro caminho. Tudo dependera do tamanho desta popsição na sua carteira global.

      Eu, Gama, to reduzindo a cada call. Como venho com altos ganhos prefiro protege-los e nao ter alta VOL. Alem de proteger em algo bem conservador, ganho na liquidez tb (tipo TD Selic ou Fundo DI de baixa tx, ate 0,3%aa). Mais isso SOU EU….cada investidor….UMA DECISAO. 🙂

      NAO E RECOMENDAÇÂO DE NADA!!!

      Valeu!!!

      Curtido por 2 pessoas

      • Capixaba,

        Vc ao ler o relatorio do seu gestor vera esse “quanto”, pois normalmente eles mencionam e ainda fazem os comentários para deixar os proximos call no gatilho. Logo, a resposta para o quanto ja esta precificado é de cada gestor.

        Valeu!!!

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    • Conterrâneo

      Acho que sua pergunta é muito pertinente.

      Tudo depende do que você acredita que será do futuro no que tange à Selic e a Inflação.

      Veja, eu creio numa precificacao do mercado para Selic caindo até o fim de ano a 9-9,5 e inflação de 4,5-5.

      Assim, neste contexto devo em breve vender minhas ntnbs 19 e 24 e comprar FIIs, ntnbs 35, fundo verde ,etc.

      Se crê que haverá uma bagunça (anarquia, reforma prev não aprovada, todo pmdb preso, etc) e vamos manter Selic em dois dígitos para conter a inflação venda imediatamente

      Se achar que de repente viramos um país sério, governantes comprometidos e previsão Selic de 7 e inflação na meta : espere.

      É isso!

      Curtido por 1 pessoa

      • Capixaba:

        É isso aí que o Zé Mobral respondeu. Depende de sua (pre)visão do cenário futuro.
        No último boletim FOCUS a previsão de SELIC para o final de 2017 é 8,5%, igual/estável até o fim de 2018.
        EU ACHO (=para MIM) os grandes marcos para decidir sobre o futuro de curto e médio prazo da MINHA carteira serão:
        – a reunião de 26/07 do COPOM e a decisão final sobre a reforma da Previdência.
        Alerta amarelo na reunião de 31/05 se SELIC igual ou menor a 10%. Isto é, aqui iniciarei a venda de minhas posições compradas em 1/3 (um terço).
        Se, em 26/07, a SELIC estiver igual ou abaixo de 9,25%, estarei em alerta vermelho de saída de prés e IPCA+. Possivelmente encerrando as posições compradas, ou ficando com parte mínima.

        Quanto à reforma, para mim é mais um limite temporal. Quando eu souber (ou antever) o resultado final, todo o mercado financeira também saberá, então é ilusão achar que dará tempo de comprar/vender de acordo com o resultado. Logo, o resultado da reforma não importa para minha estratégia. O que interessa é o quando.

        Por que a elegi como marco? Porque, para MIM, será a última grande desculpa ou ilusão (leia-se “drive” no jargão do mercado) antes do tema eleições 2018 começar a crescer no cenário. E então a imprevisibilidade será uma loucura (Lava-jato, Lula impedido de ser candidato? Dória? Alkmim? Marina? Ciro?). Isso sem falar no Trump correndo por fora), levando a volatilidade dos prés e IPCA+ a subir muito.

        Mudando de assunto: e a torta capixaba? Vai degustá-la na Semana Santa?

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