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1.637 comentários sobre “Fórum Invest

  1. Conclusões de um curso online sobre behavioral finance:
    Summary of Money Management Concepts
    • Stick with passive rather than actively managed mutual funds
    • The majority of actively-managed funds underperform relative to passive,
    index-following funds, especially when the higher fees are taken into
    account
    • Funds that have outperformed historically may have done so from luck,
    not skill (and there is no way to determine which of these was the key
    driver of the fund’s outperformance to date)
    • Over the long run, remaining in high risk, high reward assets (like equities) will
    generate a larger retirement fund than the life cycle approach
    • An investor who happens to reach retirement age at the tail end of a deep
    and extended bear market may have to tolerate a big reduction in the
    value of his fund
    • Start saving for retirement early, even if you can only afford to put a small
    amount into your retirement fund each month

    Curtido por 1 pessoa

  2. Aplicar no exterior ganha apelo e pode ser acessível ao pequeno investidor

    Fundos e recibos de ações são alternativas para quem tem apetite externo, mas volume limitado de recursos

    Anna Carolina Papp e Jéssica Alves, O Estado de S.Paulo 27 Novembro 2017

    Para diversificar a carteira e se proteger da instabilidade do mercado brasileiro, muitos investidores têm voltado os olhos para o mercado externo. O que muitos desconhecem é que não é preciso enfrentar a burocracia e os altos custos de se criar uma conta em uma instituição estrangeira ou fazer remessas internacionais para colocar o pé lá fora. Com R$ 200 já é possível começar a assumir posições nos mercados de outros países. Para o pequeno investidor, porém, o cardápio de produtos ainda é restrito – e exige cautela.

    O saldo de investimentos em carteira no exterior, que era de R$ 31,3 bilhões no fim de 2016, chegou a R$ 40 bilhões até outubro, segundo dados do Banco Central. A professora de finanças do Insper Juliana Inhasz explica que o avanço ocorre por causa do cenário ainda incerto da economia brasileira. “Com o endividamento do País e a taxa de juros em queda, os investimentos lá fora passam a ficar atraentes.”

    A B3, bolsa de valores de São Paulo, oferece duas opções de produtos ao pequeno investidor que tem apetite externo: recibos de ações de companhias estrangeiras listados na B3, os chamados BDRs (Brazilian Depositary Receipts), e os ETFs, fundos negociados em bolsa que replicam índices.

    Atualmente, são negociados na B3 recibos de 122 empresas. Mas, para adquirir a maioria deles, como os desejados Google, Facebook e Coca-Cola, é preciso ser investidor qualificado, ou seja, ter ao menos R$ 1 milhão em aplicações financeiras.

    Bolsa ou renda fixa? Saiba como investir seu dinheiro durante a crise
    O pequeno investidor, porém, tem acesso por meio de uma corretora aos BDRs patrocinados – cujas companhias escolheram lançar os papéis aqui e, portanto, fizeram pedido de registro na B3 e na CVM. Atualmente, são 12 opções disponíveis, entre elas Cosan, Dufry e Wilson Sons. Os preços são acessíveis, similares aos de ações convencionais.

    Outra opção é comprar cotas de um ETF estrangeiro, como o S&P 500, que tenta replicar o desempenho das 500 empresas mais relevantes dos Estados Unidos. A cota do iShares S&P 500 (IVVB11), que em 22 de novembro tinha um rendimento anual de 15,96%, está na faixa dos R$ 88, e o lote mínimo é de dez cotas.

    Luciano Tavares, da Magnetis, explica que muitos investidores montam a carteira com diversas opções mas todos concentradas no Brasil, ou seja, se esquecem de diversificar geograficamente seus investimentos. Para atender essa necessidade, a Magnetis passará a incluir na carteira dos seus clientes o ETF (Exchange Traded Funds) iShares S&P 500 (IVVB11). O fundo busca retornos de investimentos que correspondam, de forma geral, à performance do americano Índice S&P 500 em reais.

    Cuidados. Apesar do apelo e do custo acessível, especialistas ponderam que esses produtos são mais recomendados para o longo prazo. Os BDRs, por exemplo, têm baixa liquidez. Além disso, o investidor precisará acompanhar mais a fundo o mercado externo. “Se já é difícil acompanhar o nosso mercado, estamos falando de outra economia, outras empresas, outro cenário”, destaca o superintendente da Bradesco Asset Management (Bram), Luís Guedes.

    O investidor também precisa ficar atento à exposição cambial, observa Juliana. Além da volatilidade dos ativos, também poderá estar exposto à variação do dólar. Isso quer dizer que, se o ativo se valorizar, mas o dólar cair, parte do ganho será corroído.

    Para mitigar o risco e não apostar em apenas uma empresa, o investidor pode recorrer aos fundos de investimento especializados em BDRs. O Bradesco foi o primeiro a lançar esse produto, no ano passado. O aporte mínimo é de R$ 10 mil, e a taxa de administração é de 2,5% ao ano. O retorno do fundo foi de 12,36% nos últimos 12 meses.

    “Vimos um aumento muito forte nesse ano da demanda por fundos hedgeados, ou seja, negociados em reais, com proteção cambial – motivado pela queda dos juros e como um desdobramento da delação da JBS e da crise política. Eles têm apresentado uma rentabilidade muito boa, de 130% a 150% do CDI”, observa Gustavo Pires, chefe da plataforma de fundos da XP.

    Para Pedro Afonso, chefe de operações da Gradual, apesar da queda de juros, ele continua alto e permanece como o maior entrave para o brasileiro buscar outros mercados. “Muitos dizem ‘comprei Apple, comprei Microsoft’, mas não chega a movimentar o mercado. Aqui ainda tem muita pechincha”, diz.

    Investidores qualificados. Para quem é investidor qualificado, há mais opções disponíveis, sobretudo fundos com mais de 67% da carteira em ativos estrangeiros. No fundo Bradesco Prime Global IE, o investidor pulveriza seu dinheiro em ativos dos EUA, Japão, Europa e países emergentes. O aporte inicial é de R$ 10 mil, e a taxa de administração é de 2,5% ao ano. No Itaú, há opções para quem dispõe de pelo menos R$ 50 mil.

    Em outubro, a gestora Geo Capital, que investe 100% em ações estrangeiras, lançou o fundo Geo Empresas Globais, com aporte mínimo de R$ 25 mil e taxa de 2% ao ano, além de uma cobrança por performance. “O Brasil representa 3% do PIB global. Investir em empresas que fazem parte dos outros 97% ajuda a diversificar”, diz Oliver Mizne, um dos fundadores da gestora.

    Curtido por 1 pessoa

    • Bom dia, pessoal.

      Aproveitando a oportunidade, gostaria de saber se conhecem e indicam para estudo algum fundo que invista no exterior com exposição cambial. Gosto muito da proposta do western asset 500 e do pimco income, mas seriam muito mais interessantes se tivessem exposição cambial. Infelizmente, ainda não encontrei nada nessa linha. Muito obrigado.

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      • Tem o ETF da Itau que replica o S&P. O nome me fugiu a lembrança. Ele possui oscilação cambial.

        Apenas por curisidade, vc acha que a exposição ao cambio vai trazer mais beneficios do que maleficios ao longo do tempo? Seu pensamento visa um cambio pra cima…ou seja que o dolar ganha valor no Brasil ao longo do tempo?

        Nos fundos, quase todos retiram a questão cambial pra justamente diminuirem o risco e as oscilações. Olhei minha base de monitoramento e todos retiram. Lembrei do ETF por ja ter sido comentado aqui no blog no passado.

        Lembrando de mais algum agente vai se falando 🙂

        Valeu!!!

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      • Gama, acho interessante por desejar ter uma posição em dólar na carteira, algo como 5%, diminuindo a sua volatilidade uma vez que está bem exposta à risco Brasil.

        O IVVB11, que também replica o S&P, possui exposição cambial, certo? Alguma razão para preferir o do Itaú?

        Muito obrigado.

        Curtido por 2 pessoas

      • Raphael,

        IVVB11, esse que havia esquecido o nome. Mencionei o Itau por achar que ele o coordenava. Porém, o Itau controla o It Now, que é outro ETF no S&P 500.

        Não tenho preferencia nenhuma. Ambos replicam bem o seu benchmark. Tem que olhar se existe alguma diferença. Não os uso e por isso não posso falar mais.

        Valeu!!!

        Curtir

  3. Boa tarde, pessoal.

    Embora seja muito frequente por aqui discussão sobre fundos multimercados e de ações, não se costuma falar sobre a reserva de emergência e sobre a parte conservadora da carteira. Nesse sentido, gostaria de saber se costumam alocar em tesouro selic, ou se preferem fundos de crédito privado com baixo risco de crédito, como az quest luce e btg pactual yield di.

    Curtido por 1 pessoa

    • Raphael, Seja bem vindo. Boa pergunta.

      Nossos debates abordam muito essa questão tb. Na página de destaque do Gama vc vai ler muito post sobre esse tema.

      Com certeza a turma tem sua reserva de emergencia. Os conservadores um % maior e os mais agressivos num % menor. Mais todos tem.

      TD, muitos aqui operam. Parte líquida pra emergencia fica no Selic. Alguns preferem fundos DI e Credito Privado com lilquidez em ate D+1 com baixas taxas de administração.

      Os fundos que vc listou são casos classicos dentro do segmento deles. Muito PL, muito cotista, bauxas taxas e retornos consistentes e grandes historicos. Por isso são muito usados pela turma de investidores.

      Fora os que usam RF como um todo pra montar um fluxo de caixa que sempre tera uma janela de resgate pra poder usar em caso de emergencia. Da um pouquinho mais de trabalho, mais o investidor pode ter uma serie de debentures, CRI, CRA e CDB que vencem em meses alternados (os pagamentos de juros, amortização e vencimentos) permitindo assim liquidez para emergencia ou ate para alocar em novas alternativas. Sou um que tenta fazer isso 🙂

      Enfim, espero ter ajudado no basico. Vamos debatendo que esse tema é sempre bom manter aquecido.

      Valeu!!!

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    • Este é o fundo da casa adaptado para receber capital de fundações, adapatação 3792. A casa possui retorno acima da maioria dos seus pares de mercado para janelas de tempo de 2017, 12m e 24m. Processo de investimento é bastante coerente, primeiro são selecionadas as oportunidades de investimento e depois o fundo para qual será direcionada a posição no ativo.

      Caso você seja investidor pessoa física recomendo investir por meio de outro veículo da casa, que itilize melhor o risco. Por ser adaptado 3792 o fundo tem limitações de uso de risco e derivativos e mantem posições long only. Mas sem dúvida são bons gestores. O BC FIC FIA seria uma melhor opção.

      Falando de ativos o fundo possui algumas posições interessantes como Alupar e CVC.

      Abs,

      Curtido por 1 pessoa

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