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1.809 comentários sobre “Fórum Invest

  1. Boa noite Gama e colegas de fórum.
    Estou com uma dúvida e qualquer ajuda valerá muito:
    – estou com uma aplicação vencendo e pra aplicar novamente por um prazo de 3 anos.
    Estava vendo taxas de bancos menores.
    Um CDB de 127% equivaleria a 22,76% líquidos em 3 anos ( usando o CDI = 6,4% de hoje).
    Alguns destes bancos menores, pagam CDB IPCA + 5,50% para o mesmo prazo. Fiz as contas para um IPCA atual (4,4%) e isso renderia aproximadamente 28,5% líquidos em 3 anos, ou seja, muito melhor.
    Logicamente, se o IPCA subir, teoricamente o CDI deve subir também.
    Estou fazendo a conta certa? Não estou enxergando algo?
    Estava achando a taxa do CDB “excelente” até fazer esta conta, e parece que o que atrelado ao IPCA é bem mais vantajoso.
    Qual a opinião de vocês?

    Curtido por 1 pessoa

    • Racional correto.

      Com estas taxas mencionadas o atrelado ao IPCA são de fato melhores.

      Se a inflação disparar vc estara protegido no IPCA. E sim, o CDI tende a subir mais não de imediato caso a inflação dispare. Logo….se a sensação sua é de que pode disparar…não tenha dúvida de atrelar o investimento ao IPCA.

      O negócio é procurar os isentos de IR pra fazer as contas tb. Pode ser que ache algo bom tb.

      E mais….se a inflação nao disparar e cair…..o CDI pode cair tb. Logo….em qualquer cenário atrelar a estas taxas com IPCA se tornam uma excelente proteção. É como digo….investimento tem que ser simples. Quer mais simples do que isso? 🙂

      Agora….cuidado com as taxas fora do mercado. Se ta pagando tão elevada assim é porque o emissor precisa. Se atenha aos detalhes.

      Não é indicação de nada!!!

      Valeu!!!

      Curtido por 2 pessoas

      • Muito obrigado Gama.
        Queria exatamente entender se meu racional estava correto. Valeu pela resposta sempre fundamentada.
        Sempre confiro os balanços dos bancos. Neste, Basileia e índice de imobilização saudáveis com lucros crescentes nos últimos quatro anos.

        Curtido por 1 pessoa

      • Boa noite Gama.
        Segui teu conselho de pesquisa e procurei pelos títulos isentos de IR.
        Pelas minhas contas, uma LCI ipca + 4,5% paga mais que um CDB ipac+ 5,6%. É isso mesmo?
        Seria pq ao descontar o IR , desconta um pedaço do que a inflação remunera?
        Abç.

        Curtido por 1 pessoa

      • Flash,

        Isso mesmo. O Turma já confirmou 🙂

        Tem que ter em mente o quanto o título público ta pagando e com isso buscar os títulos privados e os isentos. Somente com esta comparação vc de fato vai achar as melhores taxas.

        Veja, se o volume a portado for pequeno a variação na taxa acaba ficando tão desprezível que no vencimento não agrega muito. Neste caso, por gostar de ser simplista nos investimentos nem me atento tanto as diferenças pequenas. Quando tenho um volume um pouco maior, não abro mão das diferenças. Ganhar 100 a mais no ano por 5 anos são 500 a mais que irão na próxima renovação agregar mais valor para o novo investimento. Isso foi só exemplo. Cada investidor e sua realidade e objetivos irão definir o que é desprezível ou não. Para alguns ganhar 10 a mais faz sentido. Pra outros, se não ganhar bem mais não vale o risco e trabalho de ficar procurando outras taxas.

        80% da minha carteira de RF estão em papeis isentos. Os ganhos acima dos demais é bem relevante. 10% estão em títulos sem isenção e de emissores que pagam bem mais alto e 10% estão no TD. No TD só entro quando tem agitação no Brasil.

        Não é indicação de nada!!!

        Valeu!!!

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      • Flash,

        Falo tudo na mão mesmo 🙂

        Vejo a referência, que acaba sendo TD. Desconto a o IR de 15% sobre o que projeto ganhar nele. Começo a comparar com outros isentos.

        Quando comparo CDI com Atrelado a inflação que faço mais simples…..conta apenas aproximada e sem muito detalhes, pois só quero ter a noção da diferença. Se o CDI ta girando na casa de 6,5% (dado que da pra pesquisar na internet) somo a inflação que projeto e depois tiro o IR e vejo o que mais vale a pena.

        Depois disso feito…tomo minha decisão. 😉

        Tenho umas tabelinhas que fiz pra poder olhar mais rápido as taxas em % do CDI bruto (as informadas pelos CDBs por exemplo) e seus equivalentes isentos. Se achei um CDB 120% do CDI basta lançar na tabela pra ver seu equivalente isento ou melhor. Bato o olho já sei se ta valendo ou não pra mim. Cada um acaba tendo sua rotina própria. Tenho amigos que são máquinas e sabem tudo de cabeça. Não tenho esse privilégio e por isso fiz minhas tabelinhas 🙂

        Valeu!!!

        Curtido por 1 pessoa

      • É que não entendo bem esta conta que o Turma fez:
        “Um CDB IPCA + 5,6%, p/ uma inflação de 4% a.a, resulta em um rendimento líquido de IR (alíquota 15%) de 4,17%.”
        Como se chega neste valor? Qual a conta?

        Curtido por 1 pessoa

      • Flash, a conta é simples,

        Supondo um IPCA de 4 % + 5,6% ( taxa CDB ) = 9,6 % – 1,44 % ( 15 % IR sobre tudo ) resta 8.16 %.

        Ai vc desconta o IPCA de 4 % dos 8,16 % e chega a taxa real liquida de 4,16 %, que é seu ganho efetivo acima da inflação.

        Curtido por 1 pessoa

      • Valeu Ike. Perfeito.
        Aproveitando , vejo na página de debêntures que você é um dos “experts”. Peço ao Gama e demais a opinião:
        encontrei debênture da Concessionária da Raposo Tavares com IPCA + 7,3%. Prazo até 12/2024. Qual tua opinião sobre o papel?
        Alguma pegadinha?
        Paga juros periódicos ou só no final?
        Abç

        Curtido por 1 pessoa

      • Olá Flash,

        As debentures da Raposo Tavares amortizam e pagam juros anualmente (15/12), vc consegue inclusive acessar o calendário de eventos dela e de qualquer outra debenture em CETIP/titulosdebentures.

        Como em quase todas as concessionárias de rodovias as receitas não estão cobrindo os custos operacionais + financeiros, então aqui há um prêmio pelo risco. Eu tenho uma posição relevante em CART e particularmente não me preocupa. A Invepar, que é acionista, têm coberto os buracos com aportes de capital e na minha opinião o setor deve ver dias melhores nos próximos anos.

        Você deve se atentar porque existem dois papéis, um deles NÃO têm o beneficio da isenção de IR ( CART22)
        O papel isento é o CART 12. Verifique qual deles oferece esta taxa.

        Não é recomendação de nada ok, apenas minhas impressões pessoais.

        Abs e bons investimentos.

        Ike

        Curtido por 2 pessoas

    • Edu….quando vc clica no site da CVM tem um menu a esquerda que vc clica em FUNDOS.

      La clica em fundos registrados. Vai pra uma página onde deve colocar o nome ou CNPJ do fundo que quer consultar. Ai clica no nome do fundo na tela seguinte que o site vai te levar pra tela do fundo em si.

      Nesta tela, na parte de baixo tem links para: Balancete, composição de carteira, regulamento, movimentações e etc. Clica em composição de carteira.

      Vai abrir o último mes em curso. Com certeza vão estar sob sigilo (post anterior onde falei disso). Vc tem que clicar na janela a esquerda e voltar alguns meses pra poder ver a última carteira sem sigilo. Ai vc vai listar tudo o que o fundo tinha.

      Veja, não adianta querer ver isso no Black FIC de FI. tem que entrar no Black Master, pois é ele que tem os ativos na carteira. O FIC apenas compra cotas do master. 😉

      Valeu!!!

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  2. Gama, quando acesso a pagina da CVM para tentar ver em que o fundo está alocando, me deparo com uma situação inusitada.

    Por exemplo, quando quero ver o Alaska Black nessa pagina cvm me deparo com uma tabela com varias colunas : ações, ações, ações… mas não consigo saber quais ações!

    Como fazer?

    Curtido por 1 pessoa

    • Se vc entrou na parte certa vai aparecer o mês em curso. Normalmente os ativos estão sob sigilo. Repare se a cor de fundo é um tipo salmão/rosa claro. Vc precisa voltar alguns meses pra pegar os ativos fora do sigilo. A cor de fundo fica um verdinho claro. Isso é pra garantir o sigilo das info do fundo e evitar que alguem manipule ou copie a estratégia dele. O de praxe é liberar com 2 meses de defasagem.

      Por isso é importante vc pegar o relatorio do mesmo periodo e ver se o que esta escrito foi feito. Isso é algo que costumo fazer de tempo em tempo pra poder enxergar na carteira do fundo o que foi retratado pelo gestor. É um exercicio bacana pra ir melhorando o entendimento sobre o fundo.

      Valeu!!!

      Curtido por 1 pessoa

  3. Boa noite Gama.

    Há alguma página aqui para discutirmos aberturas de contas no exterior, envio de remessas e aplicações fora, sejam de RF, sejam de RV?

    Se não há ainda, acho que estamos num momento pertinente de termos, visto que os primeiros três meses do Bolsonaro serão de Lua-de-Mel, e o Real estará favorecido em relação ao dólar, mas depois de um ano a maldita oposição ao país vai conseguir desandar tudo por aqui não aprovando as reformas e etc.

    Curtido por 2 pessoas

    • Uma página específica não tem. Mas já teve bons post e bons debates sobre o tema aqui neste espaço. Salvo engano la no destaque do Gama tb houve alguma coisa debatida.

      Tem tempo que houve o primeiro post aqui sobre o tema. Só que não houve participação. Se o pessoal não mostra interesse e não alimenta o debate….o assunto fica de lado.

      Se o tema tiver participação e gerar post com bons debates, o Tetzner avalia se vale ou não criar uma página específica.

      Valeu!!!

      Curtido por 1 pessoa

    • Não faço a menor ideia. Mas o tamanho da emissão é um parâmetro razoável (é mais provável liquidez numa emissão de 2 bilhões do que numa de 200 milhões).
      De qualquer forma, sempre parto do pressuposto que vou ter que levar a debênture até o vencimento.

      Curtido por 1 pessoa

    • Não olho isso….sempre levo ao vencimento. Mais simples e prático.

      Acredito que o conjunto da obra da emissão sejam importantes: emissor + setor + duração + duration (tempo medio de recebimento ao longo da duração do título) + taxa definida + situação econômica

      São tantas variáveis que ao levar ate o vencimento torna o meu processo mais enxuto e simples de acompanhar.

      Valeu!!!

      Curtido por 1 pessoa

      • também nao olho isso.. So olho o Tesouro de 2035 que tenho.. pq as vezes vale apena se desfazer. Quando comprei deu 100% em 2 anos. Nesse momento valeu muito apena se desfazes (epoca que a dilma quis diminuir os juros a força)

        Curtido por 1 pessoa

    • Marcelo, saber como será a liquidez no secundário é muito difícil porque envolve diversos fatores, inclusive econômicos (futuros), porém itens como volume da emissão, rating da Deb. e o emissor sejam critérios importantes para prever futura liquidez do papel.

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    • Vc quer consultar a sua posição?

      Para fundos que eu saiba não tem. A forma que vc faz isso é justamente com a empresa que fez sua aplicação ou diretamente com o fundo em si (no caso de usar uma distribuidora). Sendo que alguns fundos parecem ter má vontade de passar a informação alegando questão de segurança (tem ate sentido quando paro pra pensar sobre).

      Vc consegue olhar o fundo de forma geral na CVM. La vc vê quantos entraram….quantos sairam….o valor que entrou e saiu. Seu extrato oficial é o documento válido dentro do nosso sistema de capitais. Se a instituição é oficial e regulada pelo BC e CVM….seu extrato tem toda validade e segurança possível.

      Se alguem souber de outra maneira….posta ai que estamos sempre em aprendizado 🙂

      Valeu!!!

      Curtido por 1 pessoa

      • Obrigado pela resposta Gamma, era só curiodidade mesmo, pois tenho fundos em diferentes corretoras e gostaria de saber se tinha algum lugar que “centralizasse” as posições.

        Agora lendo sua resposta imaginei, a seguinte situação: O que acontece com os fundos no caso de quebra da corretora? Como é feito a movimentação?

        Por exemplo um fundo que usa varias corretoras para captção e uma dessas corretoras quebra… o que acontece com os cotistas? No caso de ações é possivel a tranferência de custódia para qualquer corretora, porém no caso dos fundos, nem todas as corretoras operam todos os fundos, logo os cotistas seriam instruidos abrirem contas em corretoras específicas para poderem operar o fundo?

        Obrigado !

        Curtido por 1 pessoa

      • Se uma corretora ou distribuidora quebrar, seu fundo segue tranquilo. O regulador via BC ou CVM irão dar as devidas orientações, pois cada caso é um caso. Normalmente uma outra casa absorve tais clientes e naturalmente vc passa a ter acesso a seu fundo via esta nova casa. A transição nestes casos é tranquila. Não é rápida…mas é tranquila. Durante o processo o cliente só não pode movimentar o fundo.

        O que não sei é se o cliente pode por iniciativa própria mover o fundo para uma corretora que ela ja tenha conta ou abrir direto na gestora do fundo. Isso precisaria ser confirmado.

        Ate hoje nunca precisei agir desta maneira. Já acompanhei amigos que a corretora fechou e eles foram absorvidos por outra. O processo durou menos de 1 mês (no caso foi fechamento de operação e a corretora já estava tratando a migração). Acredito que no caso de uma intervenção ou liquidação por problemas mais sérios a demora possa ser um pouco maior.

        E se o proprio gestor quebrar ou for liquidado o fundo segue vida ate se colocar outro no lugar. O maior risco é se o custodiante do fundo quebrar ou os ativos do fundo não estarem onde deveriam estar. ou seja….algo bastante dificil de ocorrer. seria uma baita fraude ou colpso do sistema financeiro como entendemos, pois os maiores custodiantes são Itau e Bradesco. Se um deles quebrar….o Brasil quebrou. 🙂

        Valeu!!!

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  4. Pessoal uma dúvida : Caso eu admita que o economista Lee está certo e que a crise na Turquia seja apenas o começo de uma onda avassaladora que irá acometer o mundo em 3 anos, qual o porto seguro para colocar meu dinheiro? Ouro? Dólar? Imóvel?

    Curtido por 1 pessoa

    • Bem….sempre que alguem prega o fim do mundo, a pessoa esta vendida num ativo desejando que a massa faça este preço despencar para que ele possa lucrar. OU….ele lucra com palestras mostrando que sua teoria tem chance de se concretizar e etc.

      Pegando somente as mais recentes:

      SubPrime EUA: O que foi bom? O mundo não acabou. Quase todos os ativos tiveram momentos bons e ruins. Isto é, vai ter prazos na RF que darão muito….vai ter ações que se serão defensivas….vai ter oportunidades na ponta short (vendido)….e etc;

      Estouro das Ponto com O que foi bom? O mundo não acabou. Mesmo racional acima.

      BREXIT: O que foi bom? O mundo não acabou. Mesmo racional acima.

      QE Mundial e fim do QE mundial: O que foi e esta sendo bom? O mundo não acabou. Mesmo racional acima.

      Enfim….se o Lee esta prevendo que os emergentes terão tempos ruins a frente…bem vindo ao grupo. Alem de olhar pra nós, temos que atentar aos EUA que seguem fortes e seguirão ao mer ver por mais ou menos uns 2-3 anos. A China ta freando, mas ta fazendo isso lentamente (o que é bom). Se a China frear demais ou sofrer com a Trade War com EUA…teremos um catalizador forte pra piorar nossos números como emergentes e teremos um sério cenario interno.

      O que fazer então?

      Ter posição de RF pra liquidez. Ter moeda forte se for ter compromisso nela ou for viajar (ter um pouquinho pra uma reserva emergencial em moeda forte não custa nada). Ter boas ações de grandes empresas e que estejam blindadas olhando pro externo e interno (seleção). Ter fundos MM que possam operar todos os mercados. Ter estruturadas que usem indices e outras referecnias mais elaboradas para tentar um retorno diferencial nestes tempos de cenarios incertos….e etc. Resumindo:

      Ter uma carteira diversificada e estar de acordo com seu perfil é, sempre foi e sempre será o melhor caminho para vc proteger e elevar seu patrimônio.

      Espero ter ajudado.

      Valeu!!!

      Curtido por 3 pessoas

      • Sem mistério….uma empresa tipo Ambev se enquadra nessa situação ao meu ver. Grande, consolidada, nível mundial, setor chave da sociedade e bem administrada (gestão eficiente). Temos outras, que irão ser mais menos nesses moldes dependendo do momento em si. As exportadoras por exemplo, são blindagem natural com a oscilação do câmbio. Não tem receita de bolo pronto. Na verdade nem consenso sobre isso.

        Ajudei?

        Valeu!!!

        Curtido por 1 pessoa

    • PH: partindo da hipótese da “onda avassaladora mundial”, apenas como exercício de raciocínio, vejo como provável:
      – pressão avassaladora sobre emergentes frágeis -> desvalorização do real;
      – queda no crescimento econômico mundial -> queda lucro empresas -> bolsas mundiais sofrem;
      – desvalorização forte em dívidas soberanas e high yield detidas por bancos, em especial, europeus; -> euro sofre na margem;
      – diminuição do ritmo chinês -> comodities sofrem.

      Disso tudo:
      parece-me que uma alocação em uma cesta de moedas (franco suíço, yen e dólar), ouro, notes curtas, e short em ETF de ações emergente e bonds emergentes seria o ideal.
      Salivei ao pensar: 25% franco suíço, 15% dólar, 20% ouro; 25% vendido em bonds e bolsas de emergentes, 15% notes. +- 5% em cada um deles a depender do pessimismo ou otimismo.

      Mas haveria coisas que poderiam ser interessantes, mesmo na Bolsa brasileira:
      – vender GOLL3 (sofre com queda do dólar, com queda da atividade, com aumento juros da dívida);
      – ou, para frear o risco do cenário não se concretizar: vendido em GOL/comprado em PCAR e Ambev (supermercados e bebidas sofrem muito pouco com cenário externo e crise).

      Enfim: legal a pergunta, para por o raciocínio p/ funcionar. Mas lembre-se: não é recomendação de nada (e se o cenário não for por ai, vai ser “ferro na boneca” legal).

      Curtido por 1 pessoa

      • Notícia de hoje, no Twitter:
        “Investors eye Spanish banks’ EM exposure, RTRS reports. #Spain’s exposure to foreign claims from most vulnerable EM econs is 170% of total country bank equity, acc to BCA research, which counts Argentina, Brazil, Chile, Colombia, Mexico, South Africa, Turkey, as most vulnerable.”

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      • Não preferi. Quero e irei ter ambos.
        Comecei com o Murano devido a praticidade dele ja estar disponivel na minha plataforma. O Visia estou cobrando que a plataforma passe a oferecer.

        Hoje em dia, ficar alocando em varias casas me leva a um trabalho muito grande de controle e tal. Tento e busco focar a carteira de fundos numa plataforma grande e solida.

        Cheguei a comentar em post que ter ambos os fundos ainda mantem a correlação negativa e temos descorrelação entre eles tb. Mostrando que o modelo matematica de cada um objetiva e atua de forma única. E ambos possuem bom histórico e boa equipe de gestão.

        Reforço que isso sou eu. Não façam o que é bom pra mim nas suas carteiras. Cada um precisa entender o produto e focar naquilo que responde suas perguntas e seus objetivos.

        Enfim, numa carteira cabem ambos os fundos. Minha meta e ter entre 5-10 em cada. Pra ter de 10-20 em quantitativos e poder colher seus beneficios ao longo do tempo. Esse % se mostrou interessante pra mim.

        Valeu!!!

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    • Como o colega falou acima, o Visia Zaratustra realmente está interessante.
      Só neste mês 6,2%. Vamos ver como fica depois da “virada” do dólar hoje…

      Gama (e colegas), vc já deu uma olhada no Smartquant Hiprob? Também é um quant.

      Curtido por 1 pessoa

      • Não conhecia. Fui buscar mais info. No site deles não achei nada referente a 2018. Nenhum relatorio ou lamina.

        Quando conseguir mais eu post pra turma.

        Ainda irei compara-los com os demais.

        Valeu!!!

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  5. Pessoal, ainda não entendi uma coisa com relação ao Pimco Income e seu respectivo COE. Talvez vcs possam me ajudar:

    Qual é a correlação entre o fundo comercializado aqui no Brasil e o ativo vinculado ao COE (no caso, o PINEEHA)?

    Observando as oscilações dos últimos meses, elas são bem similares nos dois casos. Mas o fundo tem uma rentabilidade acumulada no ano de 0,99%, enquanto o ativo desvalorizou cerca de -2,44%, por exemplo.

    Outro fato que achei interessante é que, se compararmos a rentabilidade do fundo desde Março/2016 com a variação do preço do ativo durante o mesmo período, dá pra ver que a rentabilidade do fundo corresponde a 426% a variação do preço do ativo. Ou seja, um valor muito próximo aos 420% de alavancagem prometidos pelo COE. Será que é daí que eles tiraram este valor? Meu raciocínio faz sentido ou é bobagem?

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    • To na rua….tem que olhar a estrutura do COE. muitos usam o ativo alvo apenas como referência para entregar a rentabilidade prometida. O COE não aplica diretamente nos fundos alvos. Eles montam posições em Juros, derivativos e futuros aqui e ficam de olho no desempenho do alvo. Ao final do prazo….liquidam as estruturas montadas aqui e entregam ao investidor o desempenho do alvo + algum premio previamente acordado.

      Veja….to na rua agora. Muitos COE trabalham assim. Não existe a alocação no ativo alvo em si. Tanto que o risco da operação recai sobre o emissor do COE (banco) que é quem de fato esta alocando o capital levantado pelo COE em ativos aqui em solo brasileiro.

      A chamada diversificação internacional vendida por alguns COE é bem indireta. Pois não ocorre com alocação de capital diretamente em ativos fora do Brasil. Se usa os ativos la fora como referencia para entregar seus resultados aqui. Acaba havendo uma descorrelação e uma diversificação “branda” neste formato.

      Salvo engano….o fundo PIMCO no Brasil compra cotas direto no fundo mãe (PINEEHA). Este já tem os ativos alocados diretamente no Fundo que compra os ativos o redor do mundo.

      A correlação entre os dois deve ser elevada, ja que a referencia acaba sendo a mesma. Sobre o ultimo trecho do seu post…so mesmo pegando os dados de ambos e comparando.

      Nao sei se ajudei 🙂

      Valeu!!!

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      • Apenas completando….

        “O PIMCO Income oferecido no Brasil trata-se de um feeder fund (veículo local que investe ˜100% na estratégia PIMCO Income, domiciliado na Irlanda). O diferencial dessa estratégia é que nós fazemos a proteção cambial desse fundo (hedge cambial), ou seja, o investidor local está exposto ao fundo offshore sem exposição cambial. Assim, o investidor local pode ter acesso ao mercado internacional, com baixa correlação ao mercado local e sem o risco cambial.”

        “Com relação a estratégia offshore, trata-se de um fundo de renda fixa global, que pode alocar até 50% a HY. É importante destacar que, dado que é um fundo global, nós podemos alocar em ativos de países que não estão subindo juros (como Australia, por exemplo, que está cortando juros). Note que historicamente o percentual alocado a HY foi inferior a 25% do fundo. O fundo offshore utiliza várias fones de retorno em potencial como duration, posicionamento na curva de juros e credito. Essa combinação de fontes de retorno em potencial acabam por diversificar o risco do fundo. Adicionalmente, o fundo contem cerca de 1800 posições. Em principio, um aumento de taxa de juros nos EUA poderia prejudicar a performance por um lado, porém pode ajudar por outro (reinvestimento de cupons a taxas mais atrativas). Novamente, o fato de ser um fundo global permite aos gestores alocarem os recursos de maneira a estarem menos sujeitos a movimentos inesperados de subida de juros nos EUA.”

        São trechos de conversas que tive no passado com a equipe de gestão do PIMCO no Brasil. Acho que mostra uam diferença que pode ter ligação com sua dúvida. O Fundo direto tem a proteção cambial. O ativo referencia no COE não.

        Valeu!!!

        Curtido por 1 pessoa

      • Sim, no documento de informações do COE consta que a operação não necessariamente investe o patrimônio de forma direta no fundo, estava ciente disso.

        Mas o que me chamou a atenção foi essa diferença de desempenho entre o ativo e o fundo. Se a rentabilidade do fundo está vinculada a valorização do ativo, por que o fundo ficou positivo enquanto o ativo está negativo no ano?

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      • Bom, eu andei lendo mais sobre o assunto, e aprendi que o valor do ativo de um fundo (NAV) e o retorno de um fundo são coisas diferentes. O NAV é praticamente irrelevante para quem investe diretamente num fundo, pois o que importa é o retorno, mas no caso deste COE, é o fator que irá determinar a rentabilidade.

        Essa foi mais uma das coisas que o acessor da corretora explicou de forma completamente errada. Mesmo assim, meses depois, sigo aprendendo.

        O que me deixou intrigado é que o NAV de alguns ativos do Pimco Income vendidos nos EUA (PIMIX, PONAX, etc) pouco mudaram de valor nos últimos anos. O PINEEHA e outros ativos da versão global do fundo tiveram uma variação bem maior, mas neste ano está estável. Isso fica cada vez mais confuso pra mim…

        Curtido por 1 pessoa

    • Só pra complementar aqui: ontem liguei pro meu assessor (ele não soube explicar muita coisa) e hoje recebi uma ligação do escritório da Pimco no RJ. Ele me explicou o seguinte:

      – o fundo comercializado no Brasil está com essa performance por causa do hedge em real. A performance do fundo é = CDI + performance do fundo global sediado na Irlanda – custo do hedge. Basicamente o que consta no comentário do Gama.
      – o retorno do fundo pra quem investe lá fora é igual a variação do ativo, ou seja a variação do NAV, mais nada.

      Curtido por 1 pessoa

  6. Pessoal,
    Alguém já avaliou o Kinea Infra FIC FIDC de Infraestrutura (KDIF-FID01B0)?
    É um FIDC fechado estruturado com debentures de infraestrura com isenção de IR tanto nos rendimentos pagos semestralmente quanto em eventuais ganhos de capital.
    Parece uma boa alternativa para quem gosta de debentures incentivadas.
    A taxa de adm é 1,05%/aa e parece razoável considerando a diversificação e taxa dos papéis que compõem a carteira.
    Estou pensando em alocar alguma coisa nele.

    Curtido por 1 pessoa

    • Estou pensando nele ainda. O interessante é que por ser listado em bolsa não tem resgate, facilitando a vida do gestor, por outro lado, exatamente, por ser listado terá distorções conforme o cenário, logo, não poderia considerar uma renda fixa, pois se quiser resgatar, poderá pegar num mercado de baixa.

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    • dolar nao tem volta mais… nossa inflacao é bem maior que a dos EUA. Ele pode cair, mas será correção. Nao ha motivos para o dolar entrar em tendencia de queda. Lembrando que voce deve olha para um OCO e supor que ele va falhar. Pois é muito mais provavel isso.

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    • Não sei…pro dolar não olho gráfico. Olho os valores e as sensações a frente.

      3,80-4,20 Esse é meu range de atuação. Pra mim o dolar esta “normal” neste patamar. Qualquer coisa pra baixo é pra se pensar e qualquer coisa pra cima tb.

      A eleição pode fazer subir num primeiro momento. Beliscar 4,50-5 com o PT. Mas seria só no curto prazo. Depois o mercado ajusta. Sempre ajustou apos as eleições. Com PSL acho que fica onde esta oscilando dentro da meu range com o mercado dando beneficio da duvida e esperando ver o que acontece nos primeiros 6 meses. Esse beneficio não é por gostarem do PSL…..e simplesmente por não quererem o PT de volta. Simples e de fácil aceitação.

      Olhando pra frente temos todo o cenario mundial nos mostrando que nosso Real vale 4 pra cima. Isso esta gritante!!! Olhem para os EUA. A europa ta numa situação confusa e pode ate nos ajudar se o EURO der uma derrapada forte (mas isso não seria pra agora). China com guerra comercial tb nos afeta. Agora vamos olhar pra gente…nossa divida beirando os 80% e subindo!!! Tem algum fundamento ou base pra nosso dinheiro valer alguma coisa? Complicado alocar pensando que o mercado é cego.

      Enfim…nosso dinheiro despenca se nada for feito de concreto nos proximos 6 meses do novo governo. Ai sim meu range fica curto…..e 5 seria o meu novo suporte. Infelizmente é o que ta escrito. Se irão ler assim….ai já é outra história!

      Valeu!!!

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  7. Caros, alguém chegou a estudar o CEO de 3 anos utilizando S&P Economic Cycle Factor Rotator Index? Acabei de ler os fundamentos e me pareceu particularmente interessante a utilização da “marca d’água” como memória do maior índice do fundo ao longo da aplicação. Achei interessante tb a alocação dos ativos — sem interferência humana — de acordo com o ciclo da economia americana. Algo que, de certa forma, me remeteu à fundos quantitativos, citados recentemente pelo Gama… Se alguém puder comentar, aqui vai minha gratidão. Abraçø e bom final de semana a todos!

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    • Pois é…tinha me atentado a isso tb e pensei semelhante a vc. Fui buscar mais dados sobre a referência (pra poder entender se de fato faz tudo automático e como tem sido o historico dele)….mas ai rolou o problema com o FII da Mérito que levou toda minha atenção.

      A marca da agua….a questão da escada são alternativas “novas” para deixar os COE mais atrativos. Gosto de ambos pra formar uma carteira de COE com fluxo.

      A marca sempre leva o COE ao vencimento e fica a memoria do valor mais alto.
      Escada pode fazer o COE se encerrar antes ao tocar no patamar dela.

      Combinar os dois tipos me parece bem interessante.

      Quem souber mais sobre o S&P usado no COE pode compartilhar ai…..to com foco no outro problema agora 🙂

      Valeu!!!

      Curtido por 1 pessoa

      • Gama, muito obrigado pela atenção de sempre, mesmo com o imbróglio do Mérito / Planner… Li mais um pouco sobre o S&P Economic Cycle Factor Rotator Index e, de fato, a alocação de ativos se dá automaticamente — através de um algorítimo baseado no que chamam de Teoria dos Ciclos de Negócios; que em tese, explica os movimentos de flutuação da atividade econômica no curto prazo.

        Trata-se de um índice mensal, cujo histórico é: 86% de precisão na identificação de recessões na economia americana desde 1967; 100% de precisão na identificação de fins de recessões na economia americana desde 1967.

        Resumidamente, são quatro Ciclos de Negócios: Expansão, Desaquecimento, Contração e Recuperação; para cada um desses ciclos, há uma estratégia única definida através do investimento em um dos 4 sub-índices do S&P500:

         Expansão: o índice investe no sub-índice de Momento
         Recuperação: o índice investe no sub-índice de Valor
         Desaquecimento: o índice investe no sub-índice de Qualidade
         Contração: o índice investe no sub-índice de Baixa Volatilidade

        Enfim, gostei da estrutura 🙂 Vou colocar um pouco nesse pote — estrutura com marca d’água. Abração!

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      • Depois que vc postou tb busquei mais info sobre o índice e gostei do que li.

        Estou avaliando um COE nesse parâmetro. O que me chama a atenção na marca d’agua e ficar preso ate o venciemnto e na hora de computar os ganhos termos um liquido que não supere nosso custo do capital, que hoje esta baixo…mais daqui 3 ou 5 anos pode estar bem mais elevado. Na mesma linha….o ativo alvo pode não estourar…sendo que no histórico dele raramente ele superouo 2,5% ao mês. Como as observações são trimestrais…pode travar num ganho que ao diluirmos pelo prazo nos deixar com um retorno liquido não muito atraente. Teria que numa dessa observação bater mais de 25% pra garantir um bom retorno pra 3 anos. Pelo historico do ativo alvo achei meio complicado bater tal marca. Mas isso foi uma olhada rápida. Ainda não parei pra fazer o dever de casa completo 🙂

        O Mesmo ativo com sistema de escada me pareceu com mais chances de entregar mais retorno e deixar livre o capital para novamente buscar outro COE ou investimento. Salvo memoria, no escada a observação são em janelas maiores (posso estar me confundindo…mais o foco deste post é mostrar que o sistema de escada da mais dinamismo ao COE).

        Enfim, os COE pra 3 ou 5 anos estão com algumas boas estruturas. O que gosto de projetar antes da tomada de decisão são:

        Meu custo hoje, no eio do prazo e no final do prazo do COE. Aqui pego o CDI do momento da aplicação e depois simulo o que acho que vai ocorrer com ele ao longo do prazo;

        O ativo algo oscila baseado em que? Apenas numa economia? Apenas num ativo? Com eles devem se comportar ao longo do prazo?

        A alavancagem leva o resultado a que patamar?

        O que pode fazer minha simulação em direção contraria? Aqui listo os meus riscos. E tb coloco um outro investimento que poderia optar pra poder compara-los ao longo do tempo e tentar enxergar o que de fato seria melhor

        e por fim….olho aopção de sair antes do vencimento ou ficar ate o final (marca ou escada).

        Apos isso tudo….tomo a decisão. Gosto muito de ter COE na carteira. Uso sempre que tem algo interessante e que caminhe diferente dos meus fundos MM.

        Valeu!!!

        Curtido por 1 pessoa

      • Perfeito, Gama! (post mais para baixo onde vc comenta com mais profundidade as estruturas de “marca d’água e escada). Realmente há que fazer contas… Por ex. Estou com um COE vencendo agora, estrutura tradicional, com capital protegido (NDIVIA, INTEL e AMD) que virou para o positivo apenas agora, no último período de observação. Fiquei contente que ele não tivesse sido interrompido na primeira data de observação por conta de que o IR seria uma mordida adicional na renda líquida. Não me preocupo tanto com o período preso ao papel por conta de que meu investimento em COEs está dividido em vários ativos, de sorte a me proporcionar um fluxo contínuo de liquidez.

        Em relação à Marca d’água da estrutura que estamos falando, para 3 anos, vc atentou aspectos fundamentais. Como o preço do dinheiro hj (barato) vs o que seria a projeção para 3 anos… Enfim, considerando tudo, permaneci com a decisão de colocar um pouco nessa estrutura — obedecendo meu princípio de alocar pequenas quantias em ter vários COEs que compõe minha carteira.

        Obrigadíssimo pela atenção de sempre, Gama! Abração!

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      • Acho que seu racional de pequenos pacotes usando os COE esta bem direcionado e faz um bom sentido pra carteira neste momento que o custo do capital esta muito baixo.

        Hoje olhando as grandes corretoras temos algumas alternativas bacanas. Tb faço pequenos aportes nestas estruturas e estou curtindo muito que este setor esteja evoluindo (escada, marca d’agua, taxas fixa, janelas de observações, diversidade gigante de ativo alvo…..quem pegou os primeiros sabe bem do que to falando 🙂

        Alguns ativos que andei olhando tem grande potencial pra janelas de 5 anos (vide historico do ativo, mas sempre lembrando que passado nao garante futuro….e que os últimos resultados do ativo alvo devem ao meu ver receber um pouco mais de peso do que os primeiros….devido a propria dinamica do mercado e refletir com mais precisão o que pode vir a ocorrer nele). 5 anos pegando Europa teremos mais um tempo com injeção de liquidez e depis uma normalização. Isso tem que ser levado em conta na hora de decidir. Ativo com Foco Asia tem no Japão a mesma dinamica da Europa e na China grandes possibilidades. Ja com Foco nos EUA (normalmente o maior peso carregado pelos COE quando não sao especificos num unico mercado) temos ao meu ver ainda uns 2-3 anos de bom mercados e depois um certo stress.

        Acho que neste setor ainda veremos mais evolução em breve. As pegadinhas tem sido deixadas de lado na hora da montagem. Faz tempo que não pego uma escancarada 😉

        Claro que este tipo de investimento tem muito apelo de marketing. Não podemos negar isso. O momento brasil é perfeito pra isso. Estamos aqui debatendo estas estruturas por que nosso custo de capiptal esta na minima de sempre. E isso torna este produto algo interessante. Se voltarmos pra juros mais altos….teremos que reavaliar tudo de novo.

        Otima troca de ideia.

        Valeu!!!

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      • Muito bom, Gama!
        Aproveitando: se puder, na eventualidade de algum COE disponível chamar tua atenção, dê um alô.
        E, se tiver chegado a alguma conclusão sobre os FMM “quantitativos” (à respeito dos quais eu tb tinha um pé atrás), conta pra gente. Dias atrás um amigo rodou uma simulação com o Murano, na minha carteira, e o resultado foi muito acima da minha expectativa. Abração!

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