Tesouro Direto

tesouro-nacional

O Tesouro Direto é um programa de venda de títulos públicos a pessoas físicas desenvolvido pelo Tesouro Nacional, em parceria com a BM&FBOVESPA.

 O TESOURO DIRETO E SUAS REGRAS
 O QUE É: Papéis da dívida pública federal que podem ser comprados pelo investidor diretamente do governo. O próprio investidor decide quais títulos comprar e pode vendê-los quando quiser. O governo garante a recompra
 COMO INVESTIR: O investidor se cadastra em alguma instituição autorizada pelo Tesouro (corretora ou banco) e recebe a senha de acesso a uma área restrita, em que são realizadas as operações de compra e venda. No site do Tesouro há os preços e as taxas dos títulos
 VALOR MÍNIMO: A quantidade mínima de compra é a fração de 0,01 título, ou seja, 1% do valor de um título, desde que seja respeitado o limite mínimo de R$ 30 e o máximo de R$ 1 milhão por mês
 ENTENDA OS TÍTULOS
 >>Tesouro Selic
 Rentabilidade: Taxa Selic  / Destinação: Cenário in-certo ou previsão de juro salto
 >>Tesouro IPCA+
 Rentabilidade: IPCA + juro prefixado* do dia da compra / Destinação: Proteção contra a inflação e garantia de juros real*, acima da inflação
 >>Tesouro IPCA+ com juros semestrais
 Rentabilidade: IPCA mais juro prefixado* do dia da com-pra. Juro pago a cada 6 meses  /  Destinação: Proteção contra a inflação e garantia de juros real*, acima da inflação
 >>Tesouro prefixado
 Rentabilidade: taxa prefixada* do dia da compra  / Destinação: Para quem acha que a taxa negociada será maior que a Selic do período
 >>Tesouro prefixado com juros semestrais
 Rentabilidade: Taxa prefixada* do dia da compra. Juro pago a cada seis meses / Destinação: Expectativa de juro em queda e horizonte de tempo longo
Anúncios

2.702 comentários sobre “Tesouro Direto

  1. Zerei posição em NTNB-P 19 , 24, NTNB 50. Botei tudo selic. um tiquinho em NTNB-P 35.
    Esperando o sangue eleitoral correr pra comprar mais pré-fixado. Até lá, colhi aí perto de 40% de lucro. Felomenal…

    Curtir

  2. Olá a todos…

    Guardo mensalmente um valor em IPCA Juros Semestrais 2035 (NTNB) sempre que, utilizando a calculadora do TD, é indicada uma rentabilidade de 4% aa acima da inflação. Ex: Taxa do Papel = 4,95. Taxa corretora = 0,0. Inflação = 4,5. Com esses parâmetros é apresentada uma Rentabilidade líquida após taxas e I.R. (a.a.) = 8,65%. Desconsiderando a inflação de 4,5 %, tenho uma rentabilidade de 4,15 acima da inflação, satisfazendo minha meta.

    A B3 passou a disponibilizar uma calculadora e, como os mesmos parâmetros, recebo uma Rentabilidade líquida (a.a.) de 8,13. Descontando a inflação, teria 3,63 % acima da inflação, não atingindo a minha meta. Nesse caso, optaria por outro investimento

    Alguma sugestão do que estou fazendo errado ?

    obs: tentei incluir as imagens mas não consegui

    Obrigado

    Curtido por 1 pessoa

    • O erro estava no seu cálculo inicial, pois para encontrar a taxa real você não pode apenas subtrair a inflação do juro nominal, ou seja, 8,65% – 4,5% não é 4,15%, você precisa usar uma fórmula para isso.

      Ou você pode ir num site de busca, digitar “calcular taxa de juro real” e vão aparecer alguns sites que fazem o cálculo para você.

      Curtir

      • Olá F.A..

        Entendi… obrigado pela informação… vou procurar..

        Independente, a Rentabilidade líquida após taxas e I.R (sem descontar a inflação) está diferente na ferramentas.

        valeu !!

        Curtir

    • Nao sei…ainda nao olhei a calculadora da B3.

      Por hora ficaria com os resultados da simulação do próprio TD. Por ser a oficial do investimento, seus números são reais. Na verdade evito de ficar comparando simulações de projeções com ferramentas diferentes, sempre tive problemas com resultados diferentes.

      Enfim, fico tb no aguardo que algum amigo possa ajudar a entender. e tb irei dar uma olhadinha nesta ferramenta da B3.

      Valeu!!!

      Curtir

  3. No dia 15/08/2017 acontecerá o pagamento de cupom de títulos públicos do Tesouro Direto (Tesouro IPCA+ com Juros Semestrais – NTN-B). É importante saber que no mesmo dia também ocorrerá a cobrança do imposto de renda (IR) sobre o lucro do investimento.

    Curtido por 1 pessoa

    • Não creio que TD seja uma boa ideia pra longo prazo no presente cenário. Está perfeito para curto e médio (já que os pré estão bombando) – até que a queda da SELIC estacione. Aí sim, vc poderia entrar na SELIC esperando acompanhar uma nova alta. Isto pensando somente em TD.

      Curtir

      • Obrigado Geovani. Quando vc diz pré quer dizer “Prefixado 2020 (LTN)” por exemplo?
        E qual outra aplicação conservadora vc sugere? Vim da poupança e ainda peguei o fim da boa fase do TD. Sou leigo quando o assunto e aplicação.

        Curtir

      • Alexandre, sem querer entrar em detalhes, sim a LTN-20 é um exemplo. Mas atualmente todos os papeis do TD estão se comportando como prés, exceto a SELIC. O problema é vc tentar acertar até onde a SELIC vai cair pois não é uma boa ideia entrar nela com juros em queda. Sugiro que vc estudo o básico do comportamento dos papeis do TD para não tomar na cabeça. Resumindo…. se vc gosta do TD-SELIC espere até os juros pararem de cair, acompanhe as previsões do mercado para esta variável e tente entrar quando tiver convicção de que não tem muito mais espaço para cair mais.

        Curtir

  4. Bom dia pessoal,

    Pensando alto, ( TD não é minha praia ), como teremos uma nova chuva de delações “bomba”, não seria prudente zerar posições no TD e aguardar uma explosão nas taxas ou estaria tudo precificado já ?

    Abs a todos e ótimo fds !

    Ike1968

    Curtir

    • Pois é, Ike, já me perguntei isso. A estratégia seria zerar agora (com bônus de embolsar os rendimentos acima da taxa pra quem comprou antes) e recomprar quando as taxas subirem. Mas… eu tenho títulos com 7 ou mais + IPCA, por mais 20 anos. Como não temos bola de cristal, não vejo sentido em queimar boas taxas por mais de 20 anos por uma aposta (que eu acho bem provável, mas não tenho nenhuma garantia).

      Curtido por 2 pessoas

      • Richie: entendo oportuno comentar aqui sua mensagem posterior (abaixo) em que há o questionamento: “O título vence em 2019; vale a pena resgatar agora ou se esperar mais dois anos a rentabilidade de 8,03 seria superior a sair agora + CDI (já que reaplicaria o valor em novo título). Não sei fazer estes cálculos.”

        Também não sei fazer os cálculos com precisão. Aliás, tenho quase certeza que, colocando o CDI na equação, é impossível fazer o cálculo preciso, pois esse é uma taxa pós-fixada.

        Mas sei que acharmos que, afirmações do tipo “Mas… eu tenho títulos com 7 ou mais + IPCA, por mais 20 anos…”, estejam corretas, são ilusórias.

        Você e todos que compramos, digamos, para facilitar a argumentação, as NTNB-P 2035 (que continuam a serem negociadas), por, sei lá, IPCA+7,20%, +7,45%, + 7,50%, TÍNHAMOS (verbo no pretérito imperfeito) títulos pagando IPCA+7,20%, + 7,45% etc.

        Contudo, com a marcação à mercado, TEMOS (na nossa carteira) títulos pagando IPCA +-5,59% ! (o mais ou menos é, exatamente, porque não sei fazer o cálculo preciso).

        O seu título pagando IPCA+8,03%, **a partir de 2ª feira** (digamos que você o vendesse nessa data), terá o mesmo rendimento daquele que alguém adquirisse na 2ª feira, pagando IPCA + 4,67% (se ele ainda estivesse sendo negociado, tomando como base o valor do resgate no TD), menos os spreads de venda e compra.

        A conversa tá boa!

        Curtido por 2 pessoas

      • Luciano, a conversa tá ótima, e até queria que mais pessoas nos ajudassem a refletir, mas deixa eu fazer uma consideração: eu sei que o título a partir de segunda vai render o preço de venda dele (marcação a mercado) até o final. Mas o ponto que vc não tocou é que, já que ele tem taxa superior às taxas atuais, a rentabilidade atual é muito acima da taxa. Ou seja, pra chegar até a taxa de mercado atual, ele já se valorizou muito (cada queda da taxa implica num aumento da taxa do título). Ou seja, daqui pra frente é uma rentabilidade menor, de mercado, mas sobre uma BASE de rentabilidade muito maior, e que é o ponto do Ike: vale a pena vender agora e capturar esta rentabilidade acima da taxa?

        Enquanto a taxa cai, títulos com rentabilidade maior se valorizam cada vez mais (e se igualam ao mercado na sequência). Se porventura a taxa começar a subir, a rentabilidade a mais começa a sumir (como expus nos gráficos).

        Curtir

      • Richie,

        Eu ficaria onde você está com esse preço de compra: qualquer coisa acima de 7% REAL, o Brasil tem que piorar muito para deixar de ser uma taxa sensacional.

        Curtir

      • Richie: não consegui entender esses trechos direito: “Mas o ponto que vc não tocou é que, já que ele tem taxa superior às taxas atuais (1), a rentabilidade atual é muito acima da taxa (2). Ou seja, pra chegar até a taxa de mercado atual, ele já se valorizou muito (3) (cada queda da taxa implica num aumento da taxa do título) (4). Ou seja, daqui pra frente é uma rentabilidade menor, de mercado, mas sobre uma BASE de rentabilidade (5)muito maior,”

        Então comento os trechos que eu numerei para facilitar a discussão:
        (1) Nossos títulos antigos NÃO têm taxa superior à atual. A bem da verdade, eles não têm taxa NENHUMA, uma vez que essa é calculada a partir do preço pago por você, descontado do valor. Dito de outro modo, o título tem valor, e com base no desconto, para fins meramente comparativos, é calculada a taxa.
        A marcação à mercado faz com que nossos título antigos paguem “taxa” +- iguais às que estão disponíveis para compra no mercado.

        (2) A frase só faz sentido se você tiver levando em consideração a rentabilidade histórica, desde o dia que você comprou o título até o dia de hoje.

        (3) Sem dúvida. É o que os gráficos por você postados comprovam. Mas, vide (2).

        (4) Você quis dizer “cada queda da taxa implica num aumento do PREÇO do título”, certo?

        (5) Como assim, sobre uma “BASE de rentabilidade muito maior”?
        Uma NTNB-Princ. 2035 custa hoje, para compra, R$1.138,13, o que equivale a uma taxa de 5,59%. Arredondando o vcto p/ 8/7/2035 (para facilitar as contas), essa pessoa que comprou hoje, à valor de MERCADO, receberia R$3.029,72.
        Se você tem uma NTNB-P 2035, comprada em QUAL DATA FOR (pois tanto faz, o título é o mesmo), você tem hoje na carteira R$1.115,37,00 (que é o preço que o TD pagaria para você vendê-la a ele – a diferença é o spread), que equivale a uma taxa de 5,71% que, digamos assim, é o que o TD “receberia” se ele, apenas para fins hipotéticos, segurasse o título até o vcto. Em 8/7/2035 sua NTNB-P também lhe pagará +-R$3.029,72 (a diferença deve-se ao spread).
        Assim sendo, indago-lhe: qual base maior?

        O único jeito de se concluir que o rendimento do título antigo é maior do que o agora adquirido é se você incluir nos cálculos o rendimento até a data atual. Mas isso é ilusório.

        Se você fizer a conta do seu título “antigo” até o vcto ele dará a taxa inicialmente pactuada, 8,03%. Mas isso não quer dizer que ele renderá, de amanhã até o vcto mais do que 5,59% (taxa a mercado). Quer dizer que o seu rendimento de 11,5% até sexta-feira passada será “diluído” pelos 5,59% de amanhã até o vcto, resultando naqueles 8,03%.

        Quem puder contribuir para os raciocínios, por favor o faça.
        Abraços,

        Curtido por 1 pessoa

      • Luciano, nos gráficos que postei omiti, por questões de privacidade, os valores. Mas se vendesse o título hoje, teria um valor 7% maior. O valor final é 1000, mas eu comprei por 500, e quem compra hoje compra por 700. Ou seja, de hoje até o final teremos o mesmo resultado, mas eu terei 500 de lucro e quem compra hoje terá 300. Isso porque as taxas estão caindo; se estivessem subindo, quem comprasse hoje começaria se aproximar das minhas taxas, e se ultrapassá-las, teria melhor rentabilidade. Se as taxas subirem, quem entra pode comprar por 400 e ter 600 de lucro, ou mesmo 500 mas num prazo menor.

        Curtido por 1 pessoa

      • Vamos exemplificar concretamente: em set/15 comprei uma NTN-B 2035 por 638,79 a uma taxa de 7,61% + IPCA. Hoje você compra por 1.138,13 a uma taxa de 5,59%+IPCA. Passaram quase dois anos (para um tempo de 20 anos; 10% do tempo) e o valor quase dobrou: de 600 para 1.100.

        Curtir

      • “Passaram quase dois anos (para um tempo de 20 anos; 10% do tempo) e o valor quase dobrou: de 600 para 1.100.”
        É isso mesmo Richie. Apenas, atenção, pois parte da “rentabilidade” foi apenas o IPCA.

        “Ou seja, de hoje até o final teremos o mesmo resultado, mas eu terei 500 de lucro e quem compra hoje terá 300.”
        Sem dúvidas. Mas como você mesmo constatou, com a marcação à mercado, daqui para frente o rendimento seu é igual ao daquele que acabou de comprar o título e, o rendimento anterior que você já obteve, está marcado a mercado (ou seja, é indiferente você manter o título na carteira ou embolsar o lucro e comprar outro título igual, obviamente, desconsiderando-se os spreads e taxas de compra/venda).

        Independentemente disto, vê-se que está sendo uma ótima aplicação.

        Abs,

        Curtir

      • É isso q quis dizer, e é o ponto da conversa: será q valeria a pena vender hj e capturar esta diferença que ainda existe no gráfico? Pq se houver uma revirada das taxas e elas subirem, perde-se o extra que existe até agora.
        E acho que este é o ponto que vc enfatiza (e q concordo): não faz nenhum sentido vender e recomprar o mesmo título, a rentabilidade A PARTIR DE AGORA seria igual à taxa atual.

        Curtir

    • Colegas: também tenho meditado sobre isto. Mas acho que já está precificado. Aliás, quase sempre acho que tudo está precificado, pois na minha concepção o mercado é soberano…

      Dito isto, temos que, em uma entrevista, o Márcio Appel disse que, após o 18/05, a saída ou permanência do Temer pouco influenciará o mercado, pois esse se encontra dividido sobre a situação. Alguns acham que, se ele sair, há chances razoáveis de a situação política e econômica até melhorar, com a entrada do Maia e a manutenção da equipe econômica. Então, as delações “bomba” seriam bem vindas e as taxas do TD, em vez de subir, iriam cair mais e mais rápido.
      Já outros, acham que haveria maior chance de instabilidade, com maior dificuldade da reforma previdenciária passar e do movimento “diretas já” ganhar corpo nas ruas…

      Enfim, a situação é bem nebulosa. Para mim, o grande driver serão as eleições 2018. Mas como prever seus resultados???

      Curtir

    • Na verdade mesmo, o que EU ACHO é que está tudo errado 🙂
      Eu só vejo problemas para o Brasil: política incerta, eleições em 2018 com boa possibilidade (até o momento) de algum candidato de esquerda e/ou populista ganhar, as reformas necessárias ficando cada vez mais distantes e deformadas… Acho que o Luis Stuhlberger está pensando por aí também, pelo que já li.
      Mas o mercado continua otimista, a selic tá caindo, e o desempenho do mercado é claramente o pensamento de que tudo vai se ajeitar. E eu vou brigar contra o mercado? Acho que ele está errado 🙂 mas vou junto no otimismo atual, sabendo que posso quebrar a cara. Aliás, sempre podemos quebrar a cara.

      O que aconteceu comigo foi ponderar custoXbenefício: zerando o TD agora, eu embolsaria o lucro que já ocorreu desde a queda da selic. Por outro lado, são títulos para 2035, ou seja, ainda têm um longo caminho de rentabilidade até lá. Pareceu-me que zerar agora seria perder a maior parte da rentabilidade. Existe a possibilidade de que o mercado siga o que eu acho, e todas as taxas subam, e me permitam recomprar os títulos com boas taxas e ainda embolsar o lucro até agora. Mas pode ser que não. Aí fiquei conservador, melhor uma boa taxa na mão do que o lucro + boa taxa voando 🙂

      Curtir

    • Como é bom discutir com os amigos aqui, agregando pontos de vista diferentes, dou uns exemplos, usando a ferramenta de gráficos do TD (aliás uma coisa fantástica que colocaram lá; o curioso é que não vejo ninguém comentando a respeito):

      Essa é a minha melhor taxa (IPCA+8,03% – pena que coloquei pouco 🙂 ). O gráfico me informa que até o momento minha rentabilidade é de incríveis IPCA+11,66% aa. O título vence em 2019; vale a pena resgatar agora ou se esperar mais dois anos a rentabilidade de 8,03 seria superior a sair agora + CDI (já que reaplicaria o valor em novo título). Não sei fazer estes cálculos.

      Curtido por 1 pessoa

    • Outro exemplo (com minha “pior” taxa, de IPCA+6,07%):

      Vejam como o momento da denúncia do Joesley deu um “dente” na rentabilidade acima da taxa original do título, zerando o ganho a mais. Depois voltou uma boa parte da rentabilidade, mas com um “desconto” pela perda temporal de rentabilidade (teria que voltar rendendo muito mais para recuperar a rentabilidade de antes).

      Para títulos mais recentes, a dentada deve ter levado a rentabilidade para o terreno “negativo”. Mas essa é a hipótese do Ike, perder todo o rendimento extra pelas denúncias.

      Aí entra a pergunta do Ike: supondo a continuidade do otimismo do mercado, a tendência é de queda da selic, ampliando a rentabilidade acima da taxa (mas para títulos mais curtos, como 2019, isso vai se ajustando). Ou supondo uma turbulência catastrófica, melhor sair e garantir este lucro acima. E então???

      Curtido por 2 pessoas

    • Ike,

      Eu sou suspeito.

      Só carrego LFT(hoje em dia zerado) até o vencimento.
      Não tenho culhão para carregar dívida soberana por 30 anos. Pouca confiança no Estado Brasileiro.

      Dito isso, eu pergunto:

      Qual é o seu objetivo de montar uma posição em tesouro prefixado/misto?

      Curtido por 2 pessoas

    • Ike, Richie, Luciano e amigos.

      Estou meio afastado do dia a dia do blog, mas sempre de olho.
      O tema é bem interessante e penso que não tem resposta, pois depende do cenário que se pretende adotar, bem como a função que o TD tenha na carteira.
      O cenário é muito instável e tenho dúvidas acerca da precificação dos ativos caso a reforma trabalhista não passe, bem como caso a denuncia contra Temer passe e, ainda, alguma delação alcance a equipe economica, pensando na relacao que tiveram membros da equipe e a jbs e o governo amterior, alem de outras possíveis delações.
      Penso que o mercado esta calmo porque muita gente esta comprada em queda de juros e ja imaginou o estrago da frustracao?
      Acho esquisito o presidente o BC vir a publico e dizer que a queda de juros ja esta dada…..
      por isto tudo acho que tem muita coisa nao precificada e o Celso Pastore apresentou um artigo estes dias que parte da calma se deve a cenario externo, ainda calmo, mas que a coisa pode nao,se tao calma….
      Nao estou sendo alarmista, mas buscando olhar para elementos macro, lembrando que nao e indicacao de nada.
      Para quem pensa no tesouro para ganhos rapidos, pode ser que a venda agora enseje ganhos relevantes.
      Contudo, abre se mao de ganhos recorrentes em determinado nivel minimo nos prazos mais longos e no atual,cenario, 2019 e longo prazo, na minha visao.
      Posso dizer por mim que mantenho minhas posicoes em tesouro selic sem resgatar, ate porque no atual cenario elas sofreriam desconto razoavel e sim e possivel ter menos rentabilidade em tesouro selic, que a selic, e tesouro ipca.
      Penso no tesouro ipca com a funcao de atrelar parte do portfolio a juros reais acima do ipca, como forma de diversificar os indicadores.
      Pensando em prazsos mais longos tenho bsucado uma carteira sem muito risco de credito de empresas, pois ainda acho que existe um risco bem alto e que nao tem sido totalmente precificado, mantendo pulverizado em titulos garantidos pelo fgc de boas instituicoes e atrelado ao cdi, selic e ipca, sem muito apetite para pre fixado, embora se a visao do mercado prvalecer, os pre fixados deve, dar excelentes ganhos reais.
      Penso que a questao seja avaliar o cenario e entender a funcao do td na carteira de cada um….
      Lembrando que nao e dica de nada, abracos!

      Curtido por 2 pessoas

    • Amigos,

      Entendo que o lucro dos títulos comprados com taxas altas já está contabilizado pela marcação a mercado dos mesmos. O raciocinio do Luciano Silva está perfeito. Quem levar até o vencimento não terá lucro extra algum e sim vai receber a taxa pactuada. Por tal motivo ventilei a ideia de vender e recomprar no próximo terremoto político tentando um lucro extra, aumentando as taxas da carteira.

      Depois de ler as opiniões de todos achei melhor deixar como está. No meu caso a grana é para a aposentadoria, então acho melhor garantir as taxas gordas até o vencimento do que arriscar uma aposta que pode ou não vingar.

      Agradeço ao Richie, Luciano e Ricardong pelas valiosas opiniões e desejo uma ótima semana a todos !

      Ike1968

      Curtido por 1 pessoa

  5. Blz?
    Meio afastado estes dias, mas levando
    Estou estruturando um PPPV, ou seja, um Programa Próprio de Previdência Privada..rsrs
    Ou uma parte dele….no TD
    A lógica e nem sei se é por esse lado seria, todo mês, a partir de julho/2017 até outubro/2034 (isso se o mundo não acabar antes), aplicar em Tesouro IPCA+ 2035 (NTNB Princ).
    Se, em hipótese, for R$ 500 todo o mês, teria no final, sem contar IPCA e acumulados…uns 105K
    Isso sem olhar a taxa de rendimento na hora da compra do título
    Somente pensando em acumular, mensalmente
    Tem que ter muita disciplina…..muita

    Curtido por 1 pessoa

  6. Com a queda dramática da inflação, acredito que as NTNs são a próxima bola da vez. Porque? Porque a parte pós destes papeis sofreu um grande encolhimento em relação à parte pré (juros). É como se as NTNs estivessem acumulando, usando jargão de RV. Para manter a paridade com as LTNs com vencimento parecido, a parte pré das NTNs tem se mantido relativamente alto, mas com o nivelamento na queda da inflação, não vai ter outro jeito senão reduzir drasticamente a parte pré. Por exemplo, se uma LTN baixar de 10% para 8%, a NTN com vencimento parecido terá de baixar de uns 5,5% para 3,5% e isso irá refletir no preço do papel. Em outras palavras: as NTNs transmutaram para pseudo-LTNs enquanto mantiveram suas taxas de juros relativamente estáveis e queda na proporção da parte pós de sua composição. Acredito que a reação ocorra a partir da confirmação da continuação de queda da SELIC na próxima reunião do COPOM. O que vcs acham?

    Curtir

  7. AVISO IMPORTANTE PARA QUEM INVESTE EM TD

    No dia 03/07/2017 acontece o pagamento de cupom e/ou vencimento de seus títulos públicos do Tesouro Direto.

    TAXAS

    Em relação ao modo de cobrança, em regra geral, para títulos adquiridos a partir de 06.04.2009, as taxas são cobradas semestralmente, no primeiro dia útil de janeiro ou de julho, quando o valor das taxas de toda a carteira ultrapassar R$ 10,00, ou, por título, na ocorrência de um evento de custódia (pagamento de juros e vencimento do título) ou na venda antecipada, o que ocorrer primeiro . Enquanto esses eventos não ocorrem, as taxas devidas são diariamente acumuladas no extrato, sob o status de devida, o que, não quer dizer que é exigido o pagamento imediato. As informações sobre o recolhimento dos recursos para o pagamento das taxas devem ser obtidas junto à sua Instituição Financeira (Agente de Custódia).

    De maneira detalhada, a cobrança ocorre da seguinte maneira:

    1) Em eventos de custódia (resgate do principal, pagamento de juros) e venda antecipada, o que ocorrer primeiro, são cobradas as taxas acumuladas até então, relativas aos títulos envolvidos na operação, independente do valor acumulado por título; e
    2) Quando a soma das taxas devidas de todos os títulos em carteira à BM&FBOVESPA e à instituição financeira (agente de custódia), por conta (em cada agente de custódia), ultrapassar R$ 10,00, será feita a cobrança no 1º dia útil de janeiro ou 1º dia útil de julho, o que ocorrer primeiro.

    Curtir

    • Não sei como começar um comentário “novo”, então estou respondendo.

      Com a queda dramática da inflação, acredito que as NTNs são a próxima bola da vez. Porque? Porque a parte pós destes papeis sofreu um grande encolhimento em relação à parte pré (juros). É como se as NTNs estivessem acumulando, usando jargão de RV. Para manter a paridade com as LTNs com vencimento parecido, a parte pré das NTNs tem se mantido relativamente alto, mas com o nivelamento na queda da inflação, não vai ter outro jeito senão reduzir drasticamente a parte pré. Por exemplo, se uma LTN baixar de 10% para 8%, a NTN com vencimento parecido terá de baixar de uns 5,5% para 3,5% e isso irá refletir no preço do papel. Em outras palavras: as NTNs transmutaram para pseudo-LTNs enquanto mantiveram suas taxas de juros relativamente estáveis e queda na proporção da parte pós de sua composição. Acredito que a reação ocorra a partir da confirmação da continuação de queda da SELIC na próxima reunião do COPOM. O que vcs acham?

      Curtido por 1 pessoa

      • Eu fui saindo aos poucos de uma posição em fundo de juros antes de 18/5. Após o evento, pretendo aguardar até a Selic chegar no piso justamente por isso.
        Apenas minha opinião. Enfim, aqui é Brasil.

        Curtir

  8. Alguém se lembra de Armínio Fraga ? o pessoal mais velho se lembra do cenário de 2002 ? e aquela tal da NTND? seria possível perder dinheiro no tesouro selic?

    Pesquisem sobre o assunto, tem muita coisa importante e interessante pra quem investi em tesouro direto!

    Abraço

    Curtido por 1 pessoa

  9. Estoque do Tesouro Direto atinge recorde de R$ 45,6 bilhões em maio
     

    Em maio, o estoque do Tesouro Direto chegou a R$ 45,6 bilhões, maior valor da série histórica. Outro destaque positivo do mês foi o grande percentual de aplicações de até R$ 1 mil, que representou quase metade (49,3%) dos investimentos realizados no período, evidenciando a ampliação do acesso dos pequenos investidores ao Programa.

    No mês, foram feitas 221.005 operações de investimento no TD, com valor médio de R$ 8.723,08 cada. Os investimentos de até R$ 5 mil corresponderam a 75,4% dessas vendas.

    No período, as aplicações no Tesouro Direto atingiram R$ 1,928 bilhão. Já os resgates chegaram a R$ 1,237 bilhão, sendo R$ 1.024 bilhão relativo às recompras e R$ 213,3 milhões aos vencimentos.

    Curtido por 2 pessoas

    • Os títulos mais demandados pelos investidores foram os indexados ao IPCA (Tesouro IPCA+ e Tesouro IPCA+ com Juros Semestrais), cuja participação no volume total de investimentos atingiu 44,8%. Os títulos indexados à taxa Selic (Tesouro Selic) corresponderam a 34,6% do total e os prefixados (Tesouro Prefixado e Tesouro Prefixado com Juros Semestrais), a 20,6%.

      Em relação ao prazo, 17,3% dos investimentos ocorreram em títulos com vencimentos acima de 10 anos. As aplicações em títulos com prazo entre 5 e 10 anos representaram 78,6% e as com prazo entre 1 e 5 anos, 4,0% do total.

      Em maio, o acréscimo no número de investidores ativos (que efetivamente possuem aplicações) foi de 16.858. Com isso, o total de investidores ativos no programa alcançou 492.999, uma variação de 67,5% nos últimos doze meses. Já o acréscimo mensal de investidores cadastrados foi de 65.598, totalizando 1.431.798 participantes inscritos, o que representa aumento de 86,3% nos últimos doze meses.

      Curtido por 1 pessoa

    • Estoque

      O estoque do Tesouro Direto, por sua vez, alcançou o montante de R$ 45,6 bilhões, com um crescimento de 2,4% em relação ao mês anterior (R$ 44,6 bilhões) e de 44,0% sobre maio de 2016 (R$ 31,7 bilhões). Os títulos remunerados por índices de preços respondem pelo maior volume do estoque de R$ 45,6 bilhões, alcançando 63,9%. Na sequência aparecem os títulos indexados à taxa Selic, com participação de 19,7%, e os títulos prefixados, com 16,4%.

      A maior parte do estoque, 48,2%, é composta por títulos com vencimento entre 1 e 5 anos. Os títulos com prazo entre 5 e 10 anos correspondem a 30,0% e os com vencimento acima de 10 anos, a 17,2% do total. Cerca de 4,7% dos títulos vencem em até 1 ano.

      Curtido por 1 pessoa

Não postar Links, nem referências à sites Externos, Emails, Telefones.

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s