Destaques do Gama

Gama

Investidor pessoa física e autodidata, Marcelo Gama tem mais de 15 anos lidando com o mercado de capitais. Neste tempo se dedicou exclusivamente a estudar, analisar e escolher bons investimentos financeiros. O foco principal são os Fundos de Investimento. Marcelo Gama é formado em Educação Física pela UERJ (Universidade do Estado do Rio de Janeiro). Durante 10 anos trabalhou com crianças e adultos, de treinamento a estimulação aquática para bebes. Porém faltava algo além das aulas. Apaixonado por investimento, deixou as aulas para se dedicar exclusivamente ao mundo financeiro.

Neste espaço tentarei trazer os destaques dentro do universo dos Fundos de Investimentos, bem como novidades e experiências reais com as gestoras e seus produtos. Trocaremos ideias de como montar uma carteira de investimentos em Fundos e de como entende-los. Um espaço criado para todos que acreditam ou querem descobrir como é possivel fazer seu dinheiro crescer atraves dos Fundos de Investimento.

Sejam todos bem vindos e vamos que vamos…Fundos de Investimento na veia!!!

Fundos de Investimento - Gama  Fundos de Investimento – Gama

Um livro escrito para que outros investidores possam ter o que o autor não encontrou quando começou a investir: Informação!
De um jeito simples e de fácil entendimento o autor tenta mostrar o potencial dos Fundos de Investimento como ferramentas para aumentar o patrimônio e de como estar sempre buscando o melhor para o capital investido.

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1.630 comentários sobre “Destaques do Gama

  1. Boa tarde pessoal.
    Procurei muito aqueles posts sobre corretoras mas não encontrei. Se acharem melhor mudar o lugar deste post, agradeço.

    Pois bem, tenho acompanhado os balanços da Órama, e dos últimos 9 trimestres, 8 deram prejuízo.
    Basileia 10,8.
    Isso não é preocupante?
    É normal para uma distribuidora “jovem”?
    Vale um email pra eles? Logicamente eles não irão se “auto-criticar”.
    Qual a opinião de quem tem investimentos através deles?
    Abraço.

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    • Ha algum tempo atras tive esta mesma duvida junto a eles. Mandei uma srie de perguntas e obtive uma resposta que considerei aceitável. Tanto que sigo com minhas posições junto a eles. Claro, que cada um é cada um e vc que deve se sentir confortavel ou nao com a situação.

      Abaixo, repsosta dada pela Orama:

      “Os resultados corporativos da Órama refletem o compromisso dos sócios com a evolução do negócio. Para nós, a atuação no segmento de Fintech (junção dos termos Finanças e Tecnologia) requer aportes contínuos em tecnologia de ponta, serviços diferenciados e produtos de primeira linha. O objetivo é que o cliente tenha acesso aos melhores investimentos, com o melhor suporte do mercado. Não à toa, a plataforma digital da Órama foi premiada em inovação pela Amazon Web Services. Assim, desde a criação da empresa, esses investimentos vêm sendo realizados, ano a ano, em um patamar elevado, adequado à qualidade que se deseja oferecer. Como consequência, o avanço da empresa vem ocorrendo de forma estruturada, com a multiplicação da base de clientes e o crescimento da receita num ritmo superior ao previsto no plano de negócios. Autorizada pelo Banco Central a atuar como DTVM (Distribuidora de Títulos e Valores Mobiliários), a Órama está sujeita às regulamentações dos órgãos competentes do mercado de capitais. As quatro últimas demonstrações financeiras da empresa, acompanhadas de parecer da KPMG, estão disponíveis na seção “informações legais” do site. Os resultados anuais decorrem, justamente, dos robustos investimentos realizados em tecnologia, infraestrutura e pessoal. Além de contar com os bons retornos e a solidez da Órama, ao aplicar seu dinheiro em ativos de renda fixa e fundos de investimentos, os clientes têm ainda garantias de mercado, a saber: – O valor aplicado em uma DTVM como a Órama fica registrado no CPF do cliente, ou seja, os recursos depositados não pertencem à instituição. – No caso de investimentos em renda fixa, todos os títulos são registrados na Cetip e estão garantidos pelo Fundo Garantidor de Créditos (FGC) em até R$ 250 mil por CPF e por emissor. – O investimento em fundos também está protegido, já que os recursos dos fundos não pertencem às instituições que fazem a administração, gestão ou prestam outros serviços. Ou seja, em caso de falência da distribuidora, por exemplo, o investimento pode ser transferido, intacto, para outra instituição. Na certeza de contribuir para a escolha dos melhores investimentos, a Órama se coloca à disposição para responder eventuais dúvidas sobre seus resultados, política corporativa ou qualquer outro assunto de interesse dos clientes.”

      Espero ter ajudado

      Valeu!!!

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    • Flash,

      Aproveitando o post, na epoca tb fiz algumas colocações na Orama sobre os Fundos de terceiros e os proprios. Caso alguma coisa ocorresse na “distribuidora” o que aconteceria com os cotistas e os fundos (em linha com sua duvidas nos outros posts).

      Abaixo vai a resposta deles. Bem focado em tudo o que ja falamos aqui. Os Fundos são isolados e seguem com vida propria. Claro que tera um prazo e uma burocracia pra ser resolvida, mais tudo se resolve e a vida segue nos fundos.

      Nas posições de RF, como sao CETIPADAS, basta mover a ação para a custodia ir para uma nova distribuidora. Tb aqui segue um padrao e acaba tendo um tempo pra vencer a burocracia. Mais em mambos os casos, o patrimonio segue sendo remunerado.

      Repare que nesta simulação, a distribuidora que teria quebrado ou parou de atuar. Se o emissor do titulo privado quebrar, ai ja é outra historia e resolve junto ao FGC. Aqui o patrimonio fica congelado ate tudo se resolver.

      Abaixo resposta dada na epopca pela Orama:

      “Os fundos que possuem em sua denominação o nome “Órama” funcionam da mesma forma que os demais fundos de outros gestores. Poderá haver uma assembleia de cotistas dos fundos para escolher novo gestor.

      De acordo com a ICVM 555, artigo 61, os fundos de investimento possuem escrituração contábil própria e suas contas e demonstrações contábeis segregadas do administrador. Ocorrendo a mesma necessidade de segregação em relação aos recursos dos cotistas que subscreverem cotas do fundos através do mecanismo de conta ordem de distribuidores, conforme previsto no artigo 32 do mesmo normativo.

      O artigo 93 da ICVM 555 traz os casos em que é mandatório a substituição do administrador ou o gestor, que são: (i) descredenciamento; (ii) renúncia;ou (iii) destituição.”

      Espero ter ajudado.

      Valeu!!!

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    • Estes post e esta troca de ideia so reforça algo que sempre destaco aqui no Blog.

      Temos que ficar sempre proximos a nossos investimentos. Temos que ter o habito de trocar email ou telefonemas com nossos gestores. Estar olhando os balanços. Checar no BC, CVM e qualquer outro orgao se tem alguma disputa judicial ou probelma envolvendo nossos parceiros. Tem que monitorar. Nao digo todo o dia. Mais de 3 em 3 meses é o que faço e ate hoje sempre me ajudou. Cada um pode fazer a checagem na periodicidade que desejar…mais tem que fazer.

      Valeu!!!

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    • Bom, tb sou meio relutante em investir via corretora, mas em função do TD acabei escolhendo uma para testar e sair da taxa que “meu” banco cobrava (e cobra).
      O que gostei e acho que o pessoal já discutiu em outros tópicos, é a facilidade de operar (não que não falte melhorias, mas é um avanço) de casa ou do smartphone.
      Acredito que a escolha de qual corretora seja alinhada ao que vc deseja.
      Eu, na minha escolha, separei 3, que possuíam app para o smart e que não cobrassem taxa no investimento que procurava.
      O risco que o Ivaldo falou é real, pois devemos estar ligados no que têm por lá, parado ou não.
      Por outro lado, me preocupo não só com a corretora, mas o que tem parado no banco.
      Admiro que já tem na cabeça a estratégia de que se entrar um extra na conta para aonde ele deve ir, sem perder tempo parado….

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      • Simplesmente excelente Gama. Ajudou muito.
        Já estava prestes a enviar email com o questionamento.
        Realmente eles tem investido bastante em melhorias do site e o atendimento sempre foi muito bom.

        Baseado no que disse, tenho outras dúvidas…rs:
        – um fundo que não tem a denominação Órama, por exemplo o Adam Macro II, não tem a Órama como administradora/gestora ( no caso o gestor é a Adam Capital, e o adm. o BNY). Até aqui ok.
        – em caso de fundos do tipo ” Órama Inflação”, os gestores são da Órama e isso quer dizer que, em caso de liquidação da corretora o investidor teria sérios problemas ou , da mesma forma que no exemplo acima, depende onde estes valores estão custodiados ( Bradesco) e quem administra(BNY Mellon)?

        Outra dúvida: como fazer para ter acesso a esta tal “Nota de Aplicação” nos fundos apenas distribuidos pela Órama?
        Devo insistir? Extrato não é “certificado de aplicação” em tal fundo.
        A legislação ou o responsável pelo fundo onde o valor é aplicado deveria permitir o acesso do investidor a tais dados, não é mesmo?

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      • Flash,

        Se a Orama fecha, os fundos com nome Orama estao blindados. O patrimonio segue no custodiante e a admisitradora convocara os cotistas para escolher novo “gestor”. Segue tranquilo e bem protegido pelas regras. Mais nao se iluda. Se isso ocorrer, tem um tempo pra resolver a parte burocratica da coisa toda. Mais o fundo segue remunerando certinho.

        Se vc quer a nota, deve insistir sim. Use o argumento citando o artigo que o Morison postou. Veja o que eles respondem.

        Se vc tem um extrato com a posição, ja ajuda muito em caso de problemas. Ate o informe de rendimento tem validade legal pra uma situação desta de comprovação de aplicação num determinado fundo via conta ordem. O sistema é muito interligado e as punições sao pesadas se alguem tentar burlar. Nosso sistema bancario e de investimento é o melhor do mundo no quesito regras internas. Minha opiniao pessoal. Nao quer dizer que estou 100% certo.

        Na orama tenho apenas RF com cetip. Por isso nao posso ajudar mais nesse caso.

        Mais se vc conseguir alguma coisa por la, posta ai pra irmos monitorando e aprendendo juntos.

        Valeu!!!

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  2. Boa tarde caro amigo Gama,

    Vou recorrer a sua sabedoria, se puder dar sua opinião agradeço muito.

    Com a queda de juros em nossa economia, meu ativo predileto, as debentures incentivadas passaram no secundário para um patamar que eu começo a considerar não atrativo, afinal o dinheiro fica preso, a liquidez é ruim, há o risco do emissor, fatores que não vejo muito problema, desde que pagando um prêmio atrativo.

    Em um cenário de juros reais ainda na casa de 5 %, seriam os multimercados a melhor opção para conseguirmos uma rentabilidade mais atrativa ? Como você avalia o cenário que teremos pela frente ?

    Obrigado !!!

    Ike1968

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    • Puxa, obrigado pela pergunta. É um pensamento recorrente…

      Como vc disse, se o premio ficar aquem do desejado o investidor tem que partir pra outros ativos. Mais mesmo assim, isso não é uma regra exata. Alguns podem desejar ficar onde estão por “segurança”. Respeito isso.

      No seu caso, no meue de tantos outros amigos a coisa vai alem. Digo isso por entender que nao queremos ficar “parados” e desejamos estar sempre buscando o melhor retorno para nosso capital.

      Sem mais delongas…

      Afirmou que os Fundos Multimercados serão bastante positivos nesta trajetoria de queda de juros;

      Afirmo que algumas ações serão muito beneficiadas pelo momento atual. Aqui merece um destaque, pois as ações serao beneficiadas. Nao quer dizr que terao fundamentos ou que mudaram de patamar. Quem estiver atento vai conseguir muito, mais muito retorno em alguns setores ao longo da nossa queda na Selic;

      Os FII devem tb aproveitar alguma coisa. Ja aproveitaram mais tem espaço pra aproveitarem mais e ainda seguir com boa entrega de resultados frente a RF comum. Como curto receber a renda limpinha de IR, sou suspeito pra falar desse tema;

      O Cambio promete muita coisa. Nao pra agora. Aqui temq ue ficar de olho nos EUA. Basta começar a era Trump por la que iremos ver um dolar forte e um real buscando seu lugar ao sol. Nao vejo nada iindo pra 4. Mais nao vejo dolar abaixo de 3,20-3,15. Com a queda da Selic, o carrego em cambio começa a ficar muito atrativo. Mais existem fatores que estao “conjurando” (sera que usei a palavra e expressao adequadamente) a favor do Brasil. Isso atrapalha o real valor da nossa moeda. Por isso, tem que ficar atento pra se entrar saber a hora de sair. Ou melhor, saber a hora de entrar frente as outras alternativas.

      Sofri 2015 e 2016 nos Fundos Multimercados. Mantive as posições e somente nestes 17 dias de janeiro os fundos literalmente recuperaram 2016. Sei que isso nao diz nada e faz parte do mercado. Mas demonstra como e importante saber ficar nos investimentos o tempo “adequado” para colher os frutos. Dentre os multimercados os MAcro sao meu foco. Tenho uma composição de Macros que possuem ate alta correlação, mais cada gestor tem sua expertise. Agora todos, estao surfando a RV, o cambio e ainda colhendo os Juros reais montados ao longo de 2015 e 2016. Equanto houver queda da Selic esta classe de ativos ira performar muito bem devido a estes fatores (principalmente pela gordura nos juros reais carregadas). Os Estrategia especificas voltadoas pra RV irao conseguir bons numeros tb. Os L/S acabam se mostrando bem por estarem justamente no ativo da “moda” (a RV). Os Fundos de ações passivos (que sao os que gosto devido a liquidez de sair em D+1) irao refletir tudo isso. Claro que os Fundos de ações livres focados irao dar seus saltos, mais ai tem que estuda-los e escolher os setores e aceitar ficar ate D+90 pra poder sair.

      A Selic caindo cria um cenario animador para os Fundos como um todo. Melhora a sensação para os ativos de RV. Torna a troca de ativos menos custosa e faz com que os investidores tenham esta duvida e busquem mais opções. Isso é muito bom pro mercado como um todo. Ate os conservadores sao colocados em teste. Com o CDI caindo e previsao de acelerar ainda mais esta queda ate fim de 2017, o que fazer? O custo de nao ganahr o CDI e buscar algo maior ficou mais atrativo. Sera que devo ir? Sera??? Isso é o que nao posso responder para os amigos conservadores. Cada um tem que refletir e seguir sua trajetoria.

      E nao se enganem. Estamos numa euforia. Sabemos o que pode vir logo depois. O problema e que tudo ate agora esta jogando a favor. Logo, esta euforia pode durar mais tempo. E ficar de fora doi….e como doi. Mais mesmo escolhendo fundos ou qualquer ativo tem que estudar antes. Tem que saber como pensa e pra onde esta indo o gestor.

      Enfim…UFA….mais um pouco virara um livro…. 🙂 Mesmo com Trump to achando que 2017 vai ser muito bom para meus fundos Macros. Mais isso….é achismo meu. 😉

      NAO E RECOMENDAÇÂO DE NADA!!!

      Valeu!!!

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  3. Gama
    Poderia abrir tua carteira de fundo?
    Estás no Adam?
    Pretendo ingressar no Adam; vê consistência pro médio prazo no Adam?
    O Adam vai fechar?
    Entre o ele o Garden; qual?
    Sabia q o Alaska Black vai abrir pra não qualificado?

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    • Nao abro a carteira toda por motivos pessoais. E bom assim pra evitar confusao. 😉

      O Adam to dentro. Aproveitei uma janela de oportunidade nele com baixo valor de entrada. É minha aposta para os proximos anos. Acho que sera um excelente risco/retorno.

      O Garde é um bom fundo tb. Mais entre ambos, fico com o Adam devido ao seu gestor. Tem historia. Tem resultado. Tem expertise e sabe operar Brasil. Mais isso sou EU….vc tem avaliar minha opiniao e moldar a sua propria. Busque mais dados. Converse com ambos gestores. Vc conseguira coloca-los lado a lado e ver o que cada um tem de melhor e poder optar.

      Nao sabia sobre o Alaska Black. Se vc tiver mais dados, por favor poste aqui pra turma. 🙂

      Valeu!!!

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      • Gama, qual percentual da tua carteira de fundos você colocaria neste Fundo? (Adam).
        E do total geral?
        Da tua carteira, quanto em % está em fundos MM?
        Podem ser números aproximados, apenas para balizamento.
        Abç.

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      • Isso ja postei antes, mais agora atualizando tudo ta mais ou menos nesse patamar:

        65% em Multimercados, sendo quase a totalidade em Macros.

        O resto fica bem dividido em RF, TD, FII e algumas ações catadas a mão.

        Dentro dos Macros, o Adam tem hoje 4 maior posição. Começou com o minimo que minha corretora abriu pra captação. Logo depois, em menos de 1 mes consegui alocar mais e nao me arrependo do movimento.

        Sempre tive mais do que 50% em fundos. Ha uns 3 anos estou mais concentrado em Macros. Tenho um fundo de Ações dividendos e um fundo de ações ativo no ibovespa. Tenho um DI e um de Credito Privado. E pra fechar um de Juros reais que por sinal esta explodindo de retorno devido a queda ja sentida e a possivel queda ate o fechamento de 2017.

        Como disse em ouotro post, estou recuperando quase 1 ano em apenas um mes. obvio que nao posso dizer que sera assim ate dezembro, mais os fundos que com paciencia mantive, estao de fato entregando tudo o que prometiam em seus relatorios. Tenho uma sensação muito boa para o ano todo com minha carteira atual de fundos.

        Espero ter ajudado.

        Lembre que isso soou eu. Minha carteira reflete o que sou e o que quero com cada parte de patrimonio alocado. Tenho objetivos pra 3, 6, 12, e 24 meses. Outra parte fica pra aposentadoria la pra 2035, ou quem sabe 2040. Logo, essa composição esta ideal pra mim. Cada um deve fazer e descobrir sua propria composição ideal.

        Valeu!!!

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  4. O conturbado ano de 2016 se encerrou com o agravamento da recessão econômica no Brasil, em meio à delicada situação política em que o impopular (mas com bom trânsito na Câmara e no Congresso) governo Temer tenta emplacar importantes e necessárias reformas. O Banco Central local, após início tímido no processo de afrouxamento monetário – o que vem rendendo pesadas críticas de boa parte do mercado -, deu indícios de que deve aumentar o ritmo de cortes nas próximas reuniões. No front externo, os agentes seguem apreensivos aguardando sinalizações mais concretas de qual será a linha da administração de Donald Trump. Em sua última reunião do FOMC, os membros do Fed já parecem ter incorporado expectativas de política fiscal mais expansionista – uma das bandeiras da campanha do presidente eleito – com as naturais consequências altistas na inflação e juros. Mesmo nesse contexto, os mercados domésticos encerraram o ano com desempenhos bastante positivos. Após leve queda (-2.71%) em dezembro, o Ibovespa encerrou 2016 com valorização expressiva de quase 39% (melhor desempenho anual desde 2009). O Real manteve, no mês, a tendência de valorização frente ao Dólar que acumulou ao longo do ano (-3.82% em dezembro; -18% em 2016). Na mesma linha, os contratos futuros de juros apresentaram expressiva quedas nas taxas ao longo de toda a curva. O fechamento das taxas nominais e reais foram os maiores contribuintes de resultado para os fundos Macro ao longo do ano. O excesso de reviravoltas, tanto no Brasil quanto no mundo, fez com que os resultados médios dos fundos multimercados das mais diversas estratégias ficassem ligeiramente acima do CDI em 2016, com destaque positivo para a classe LONG SHORT e negativo para os QUANTITATIVOS FONTE: BNY MELLON

    Gama: Este resumo de dezembro ta bem bacana. Destaco o trecho final, que mostra o fiasco que os quantitativos foram em 2016. Tanto aqui como no resto do mundo.

    A Black Rock amrgou o pior ano de sua historia com seus fundos ativos de gestao quantitativa. Foi alvo ate de materias ja publicadas. A gestora ainda segue a maior, mais seus carros chefes ja nao sao mais os fundos de gestao ativa. E sim os ETF, de gestao passiva e baixos custos. A gestora, como outras ao redor do mundo, estao buscando aumentar sua lucratividade com fundos mais ativos e que por isso cobram amis caro. So que nao esta havendo entrega de resultados. E investidor nao gosta e tolera pagar mais pra receber menos.

    POREM, nao podemos ser injustos com a classe quantitativa. Se olharmos para periodos maiores de 5 anos, eles possuem bons retornos. Fazendo valer cada centavo pago ao gestor. Mais, nos faz pensar numa das caracteristicas que muita vezes e ofertada para “vender” um fundo quantitativo: Que eles sao os melhores para capturar distorções nos mercados ou antecipar inversao de tendencias. 2016 mostrou que nao é bem assim. De duas uma:

    Ou as formulas possuem falhas OU sabiamente o comportamento humano, que dita o mercado, nao pode ser antecipado por meio de formulas matematicas. Nao da forma que sao vendidos e alardiaidos mundo a fora.

    Nao quero diminuir ou apenas falar pontos negativos desta classe. Quero apenas mostrar que tem que dosar, e avaliar qualquer fundo para compor a carteira. Tenho certeza que o investidor que tem quantitiativo ha anos na carteira pode ter sofrido em 2016, mais que no seu global segue muito bem devido a seu historico positivo e devido aos demais componentes da carteira.

    Valeu!!!

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  5. Pessoal,

    Pra quem curte, o Garde vai reabrir no dia 13/01. a primeira plataforma que vi o anuncio foi na Orama.

    Ja falamos bastante deste fundo aqui e tem bastante material para leitura e analise. Vale uma comparação e um pensamento se na carteira tem espaço para tal fundo.

    NAO E INDICAÇÂO DE NADA!!!

    Valeu!!!

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  6. Gama e amigos,

    Estou com dificuldade em montar um cenário sólido, ou identificar algum ativo e estratégia que eu veja alto índice de acerto ou margem de segurança. Nestes cenários, costumo aumentar meu % em fundos por entender que eles são mais ágeis, monitoram melhor as variações de cenários e operam ativos derivativos que normalmente não operamos.

    Neste cenário estou pensando em colocar o ARX Extra na carteira. O que acham do fundo?

    Já tenho outros fundos macro e LS.

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    • Sou suspeito pra falar dele. 🙂

      O carrego ha muito tempo e so tenho alegrias sobre o mesmo. Mesmo em anos ruins, a gestao sabe se manter tranquila, comunica bem aos cotistas e consegue recuperar. No longo prazo….SO ALEGRIAS!!!

      “Multimercado Estratégia Específica” é um tipo de classificação da Anbima. Em resumo, o fundo opera nos três mercados: bolsa, juros e câmbio. Sendo que seu expertise é na bolsa. A equipe é muito agil na montagem da carteira e muito esperta na gestao ativa e no equilibrio do fundo (vide resultado de 2016 frente a seus pares).

      Uma coisa que admiro neles é que cada fundo tem sua propria equipe de gestao. Isolada das demais. O Extra tem DNA proprio, o Income outro DNA, o especial idem e assim para todos os fundos da casa.

      Resultado + bom relacionamento com os cotistas + transparencia + bom site + bons relatorios resulta sempre em bons ganhos para ambos os lados. Aqui temos uma relação de ganha ganha e justifica os custos do fundo.

      Acho que ele vai n ovamente superar seus pares em 2017. Mesmo com os drives “perigosos” que sabemos que podem ocorrer. Mais isso, é apenas minha opiniao.

      Nao posso recomendar nada. so expressar o que acho. 🙂

      E mais, gosto sempre de deixar calro. mesmo sendo algo bom ou acima da media, nao devemos exagerar na montagem da carteira. Mesmo os melhore spodem passar por apertos e devemos sempre estar olhando o todo para reequilibrar quando ocorre algum BOOM (seja positivo ou negativo).

      Valeu!!!

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      • Ferraro,

        Este fundo é bem diferente dos demais. É algo distinto e que merece uma atenção maior.

        O Gestor foca em agricola. O cara é fera nesse segmento. Claro que Juros, inflação, cambio, ações tb estao presentes. Mais o DNA são ativos agricolas.

        Logo, é um fundo que vai do ceu ao inferno ao sabor do mercado e da economia com mais facilidade. Isso quer dizer: muita oscilação nas cotas. Tem que entender bem isso para carrega-lo na carteira.

        A gestora tem um bom canal de comunicação com os investidores. Tem outros bons fundos e o tempo joga a favor, pois os produtos dela conseguem se manter em patamares de destaque em algumas classes. Isso ao meu ver conta pontos.

        Nao olho muito para ele por justamente nao tolerar os ciclos dos agricolas em minha carteira. Mais so por isso. Uma questao meramente pessoal.

        Por alto é isso que posso falar. Se desejar algo mais especifico vai postando ai que vamos trocando ideias.

        Valeu!!!

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  7. Fechamento Dezembro de 2016

    Pois é, consegui 178% do CDI no mes. Foi um mes de recuperação de todos os meus fundos. Com certeza nao posso me deixar enganar, pois sabemos que nesta epoca os gestores fazem de tudo e mais um pouco pra ficar bem na imagem. Ou seja, dezembro sempre é um mes de verdadeiro e forte trabalho nas Asset.

    Enfim, um bom resultado ja que estoou considerando todos os fundos juntos e é liquido de IR. 🙂

    POREM…no ano fiquei bem longe da minha meta. Consegui 85% do CDI liquido. Ou seja, corri riscos elevados para ter no final o que consigo na LCI bem basica. Isso não é BOM…é RUIM. Mais…analisando tudo consegui aceitar o resultado e entender que a carteira esta pronta para um bom 2017.

    O oque me travou foi minhas duas maiores posições ficarem em linha com o CDI. Bastava uma dessa ficar acima que daria um salto. Mais isso faz parte.

    Nos fundos, o unico resultado de fato ruim foio fundo de credito privado. A marcação a mercado segue prejudicando suas cotas. Nao alterei nada e aguardo ao longo de 2017 uma recuperação nesse setor e com isso um certo MINI BOOM de recuperação nos ativos carregados pelo fundo.

    A posição em Juros reais é minha aposta para 2017/2018. Se a Selic seguir a trajetoria esperada de queda irei me beneficiar bastante devido a postura de meus gestores nesse ativo. Seja pela queda ou pela inflação…sao papeis que ainda acredito terem mais drives positivos do que negativos.

    A posição em Ações feita em novembro nao me agregouo nada em 2016. Mais o gestor se mostrou o melhor do ano (mais uma vez) e devido a isso me deixa confortavel para esperar um bom ano em 2016 e 2017 para esta classe.

    Para este primeiro trimestre nao tenho nada a alterar. Estou a espera pra poder consolidar o quanto da recuperação de dezembro é real e quanto foi “maquiagem” dos gestores. A partir dai, estou selecionando opções para compor uma carteira com a cara de 2017 e desta vez com proteção ao Trump e a China (dois eventos que acredito poderem mudar bastante coisa e que estao bastante interligados).

    E nem adianta me perguntar qual é a cara de 2017…pois se ja soubesse ja estaria na praia so esperando… 🙂

    Vvaleu!!!

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    • Curioso, não é Gama? Eu, como vc, acho que há muitos drives potencialmente negativos no horizonte (economia “agarrada”, e as boas notícias atuais, que são boas realmente, tem como origem nada nobre uma economia muito estagnada: queda da inflação e queda da taxa de juros – virtudes estranhas. Trump agregando volatilidade, Temer na corda bamba, eleições em 2018 e sabe-se lá que abacaxi vai aparecer pra nós descascarmos – ou para nos descascar…). Mas apesar de todos os pesares, o mercado segue otimista.
      E aí: fazer uma carteira mais defensiva ou embarcar de peito aberto no otimismo? Dá a impressão de que, em algum momento, o outro sapato vai cair. Mas ao mesmo tempo ficar defensivo demais te separa da onda otimista em que o mercado anda surfando.

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      • Richie, Gama, estou neste impasse também atualmente, tenho umas lca/cdb vencendo esta semana e estou nesta dúvida. Mas faz parte do universo dos investimentos analisar todos os cenários, mas as vezes o receio leva a gente a deixar as oportunidades passarem, digo isto do ano passado que fiquei de fora do movimento de alta da bolsa e das altas taxas do TD. Fiquei no cdi careca e lca. Agora o que fazer? Analisando tudo neste início de ano acho que vou me manter num fundo di com 0,50% de t.a e aguardar o ano e ver os cenários que se apresentam que são vários. Trump, Temer, lava jato, etc….É isso aí, valeu.

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      • Bacana o post e o pensamento…

        vende mais por que é fresquinho OU é fresquinho por vender mais??? 🙂

        Eu mantive a carteira. Levemente mais otimista do que a que tinha antes disso. Os gestores dos meus fundos multimercados estão no grupo dos otimistas. Minhas posições em Juros e Credito Privado são mais defensivas. Por isso sigo literalmente em cima deste muro…otimismo e receio. Prefiro ficar assim no 1T pra sentir mais o mercado e os ativos. Perco o BOOM inicial, seja de recuperação ou de desastre. Mais consigo surfar o movimento maior caso identifique o caminho correto.

        NAO E RECOMENDAÇÂO DE NADA!!!

        Valeu!!!

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    • Olá Gama,
      Eu invisto em RF, TD, FII e ações minha rentabilidade anual em 2016 foi de 24,8% líquido mas no momento tá difícil de definir o que fazer. Tenho muitas LCA e LCIs curtas vencendo no meses de dezembro e janeiro. Em dezembro investi tudo que pude em TD com taxas superiores a 6%+ IPCA todos os prazos menos o 2019 pois neste prazo preferi CDB de bancos médios com taxas entre 7.1 e 7.6%+ IPCA dentro do FGC. Porém essa janela de TD se fechou e eu estou muito liquido mas não me sinto seguro de investir em renda variável após alta de 32% do IFix e 37 do Ibov. Os CDB de bancos médios e pequenos ainda tenho visto com taxas de 7.1 a 7.2 para prazos de 2 a 3 anos mas tá chegando no limite do FGC. Difícil este inicio de 2017 para achar onde investir no meu caso especificamente. Abs

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      • Mandou muito bem em 2016.

        Se tivesse este ganho, EU, Gama iria pegar parte dele e proteger na aplicação mais tranquila possivel pra ela ir so crescendo e sem susto.

        As posições liquidas iria renovando na medida do possivel. Tb priorizando a segurança frente aos ganhos.

        EU, não iria aumentar a RV. Mais isso depende muito de como ficou sua carteira apos este belo ganho. Se ainda tiver espaço pra RV manda ver, pois temos bons drives para esta categoria. Mais ao mesmo tempo temos situações “perigosas” que merecem atenção e podem desandar muitos ativos.

        Se passou bem por 2016 vc ta bem preparado pra passar por 2017.

        Valeu!!!

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    • Inicialmente, desejo ao Gama e aos amigos do blog um feliz ano novo, cheio de saúde às vossas famílias e que tenhamos sucesso nos investimentos, aspecto que move o blog.

      Ando meio distante, por conta do trabalho, mas sempre que posso dou uma espiada.

      Seguindo a tradição no blog, a rentabilidade da parte de fundos em dezembro foi de 198% do cdi bruta e, liquida, 163 do cdi, retirando 17,5 por cento de ir, fazendo uma media do tempo de aplicacao dos fundos investidos.

      Como disse o Gama e concordo com ele, o mes de dezembro foi bom e as gestoras correm para que o fechamento do ano seja bom e assim, os numeros em dezembro tende, a ser bons, mas nao me impressionam.

      No ano, a rentabilidade bruta chegou a 108 do cdi, mas foi be, prjudicada pela rentabilidade sofrivel de um fundo que ficou em cerca de 30% do cdi por 10 meses e prejudicou o resultado final.

      A rentabilidade liquida esta em 89% do cdi, o que ficou aquem do resultado esperado, mas pensando que se trata de renda variavel e que os demais fundos fora aquele que inclusive ja saiu da carteira tiveram rentabilidade em torno de 120 do cdi, penso que a composicao foi boa e segurou bem o desastre que foi um dos fundos com rentabilidade bruta abaixo de 50% do cdi……

      Pensando que a carteira de fundos tem sido construida para gerar bons retornos e ao mesmo tempo impedir que um fundos unico destrua a rentabilidade da carteira, nao considero a rentabilidade liquida tao ruim assim, dado o risco implicito na tenda variavel.

      Nao estou dizendo que achei o resultado bom, mas apenas que consigo ver o potencial da carteira para render bem.

      Em novembro, comecei a modificar a carteira um pouco, com a retirada do fundo que rendeu abaixo de 50% do cdi.
      A mudanca eu foz analisando resultados de longo prazo e considerei que ocorrera, mudancas relevantes na gestao que nao mais justificavam o investimento.

      Tinha eleito 2 ou 3 fundos para substitui-lo, mas dados projetos pessoais, acabei nao aplicando em renda variavel os valores e foram para renda fixa, o que esta dando trabalho para diversificar emissores e custodiantes.

      Nos fundos, fora esta modificacao, mantive por hora, os demais fundos que tenho por entender a ausencia de situacao que justifique a alteracao neste momento, acreditando na capacidade dos gestores de atravessar periodos turbulentos e gerar retornos, alem da liquidez estar relativamente sob controle, 32 dias para resgate das posicoes totais.

      Mantive os meus dois fundos macros, embora os fundos que pensei tambem seriam macros, um estrategia especifica, um fundo long e short e a surpresa, o juros e moeda que chegou a 120 do cdi, uma supresa e tanto!

      Penso que a composicao de gestores mostrou se minimamente eficaz e garantiu um retorno adequado, salvo o fundo que foi retirado e nao vi razao para mudar a carteira.
      Olhando o espectro, vislumbro muitos gestores que ganharam daqueles que escolhi, mas olhando o perfil dos gestores e o que se propuseram, entendi que a combinacao para mim faz sentido.

      Como tenho perfil conservador a imensa maioria dos recursos estao aplicados em renda fixa, pulverizados em bancos de primeira e segunda linhas e TD, com estabelecimento de estrategia para estabelece graus de risco, priorizando em relacao aos bancos menores observar o limite do fgc em cada um e nao aplicar todos os recursos em um so, pois caso tenha que me socorrer do fgc nao fico com os recursos indisponiveis e dado a projetos pessoais, com liquidez diaria, cuja rentabilidade total bruta beira 99 a 100 so cdi com resgate imediato, o que acho boa rentabilidade para liquidez imediata….

      No Td, a marcacao a mercado faz tentadora a venda antecipada, com rentabilidades altimissimas, mas preciso avaliar adequadamente.

      Ainda nao tive comdicoes de avaliar sobre o cenario…..

      Abracos

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  8. Gama,

    Estava a procura de informações sobre um CRI da Atento que esta pagando quase 7 % no secundário e achei na página do agente fiduciário ( RB Capital ) todas as informações sobre o CRI da forma como temos na CETIP sobre as debentures ( taxa de lançamento , PU, prazos, etc).
    Imagino que outros agentes disponibilizem das mesma maneira os dados sobre os CRIs sob sua “guarda”.

    Abs

    Ike1968

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    • ike1968,

      Agradeço a dica. Tb consegui informação sobre um outro titulo de uma forma bem similar a esta citada por vc. Mais ainda to tendo dificuldade de conseguir detalhes das operações. O que tenho conseguido são resumos, similares a informes simplificados. Muitas das vezes não trazem o preço de lançamento, o calendario de pagamentos, os % de cada pagamento e etc.

      Neste caso, sua busca foi direto no navegador, colocando o nome do CRI ou vc foi direto no agente (por ja saber que era ele)?

      Valeu!!!

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      • Gama,

        Neste caso eu sabia que a securitizadora era a RB, na página deles eu busquei os dados pelo emissor.
        No ultimo relatório do agente em pdf têm todas as informações sobre o CRI, inclusive mais completo que as informações na aba lateral.

        Abs !

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  9. Pessoal,

    Ano se encerrando. Trago uma compilação dos ultimos relatorios que li e achei super bacana compartilhar. Segue apenas alguns trechos por questao de direitos e como de costume, minha visao logo abaixo.

    “a queda na taxa brasileira levará a resultados positivos das aplicações em ativos com um componente pré-fixado, como é o caso, por exemplo, das NTN-Bs.”

    GAMA: Os Juros dos EUA serão elevados de forma muito lenta e isso vai nos beneficiar ao longo de 2017. Nossa queda se seguir a velocidade desejada pelo mercado vai proporcionar bons ganhos para quem esta carregando e carregara as NTNB. Mesmo com nossa tendencia de queda, seguimos e seguiremos por boa parte de 2017 com juros muito altos. A RF ainda é uma otima opção de investimento no Brasil

    “Existe alguma perspectiva de apreciação do dólar em termos globais”

    GAMA: Aqui existem algumas visões diferentes. A que mais compartilho é a de que o aumento no cambio vira junto de muito risco devido as volatilidades que o cenario global ira encontrar com a era Trump. E mesmo que o doalr fique mais forte (o que vai ocorrer ao longo de 2017) essa variação pode nao compensar o investimento na posição devido aos altos ganhos ainda possiveis na RF do Brasil. E se olharmos o cambio como fator de inflação, esse possivel aumento alimenta uma inflação que estara embutida na NTNB favorecendo ainda mais tal aplicação frente as demais opções.

    “Por fim, o mercado acionário brasileiro tende a ser beneficiado pelo cenário de redução dos juros”

    GAMA: Redução de juros sempre é acompanhada de elevação da Bolsa. A RV sempre caminhou inversamente proporcional ao Juros. Porem, o cenario Global pode atrapalhar ou causar soluços nesse processo. Olhar ativos que ja subiram muito e saber escolher e dosar o tempo certo são conselhos dados pelos gestores. Nao so a redução dos juros sera o drive principal para este tipo de ativo. O cenario interno esta muito bem desenhado na teoria pra 2017, e a bolsa vem querendo dar resultados ja ha algum tempo. Podemos ver isso ao longo de 2017 e com mais peso se a teoria começar a virar pratica e ser sentido na vida real das pessoas, lojas, industria e etc.

    Enfim, se tudo o que hoje é teoria virar de fato pratico/real…teremos um bom 2017 e com bons resultados na RF e RV. Pode ser um ano atipico e com bons ganhos sem a necessidade de elevar tanto o risco. O grande problema sao as inumeras variaveis que limitam e se tornam dependentes para isso ocorrer. Se o investidor ter calma e muita paciencia e observar os dados e sentir o mercado (aqui e Global) vai conseguir se sair muito bem.

    Como tudo tem dois lados…se o TRUMP começar uma guerra fiscal com a China, esquecer a Europa e olhar somente pro proprio pe…teremos um cenario alternativo onde quem estiver em cambio vai se proteger bem…na verdade muito bem. E claro, ate neste cenario caotico, quem estiver em NTNB vai se segurar…pois abemos o que o governo aqui tera que fazer pra segurar as pontas. Brasil seguira sendo Brasil…e todos sabemos o que isso significa 😉

    Desejo a todos um otimo fim de ano e um maravilhoso começo de 2017 🙂

    Muito obrigado por nos acompanhar, por comprar meu livro, por compartilhar ideias e pensamentos, pelas ajudas, pelas correções, pelas cobranças…tudo é aprendizado. Sempre….sempre estar trocando ideias e ajudando de alguma forma. E aqui, no blog EU tenho isso. Obrigado. Muito obrigado mesmo.

    Valeu!!!

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  10. INDUSTRIA DE FUNDOS EM NOVEMBRO
    Logo no início do mês, a surpreendente vitória de Donald Trump nas eleições presidenciais americanas teve impacto relevante nos preços dos ativos globais. Talvez o mais significativo, e até mesmo surpreendente pela magnitude, tenha sido a expressiva alta superior a 30% do rendimento pago pelos títulos de 10 anos da dívida americana (de 1,83% para 2,38% no fim do período). As expectativas acerca de uma política fiscal mais expansionista nos EUA (uma das bandeiras da campanha de Trump), com subsequentes impactos altistas na inflação e nas taxas de juros daquele país, combinadas com a deterioração do cenário político doméstico, foram responsáveis pela reversão das tendências dos mercados locais ao longo de novembro. O Ibovespa acompanhou os principais índices de bolsas dos países emergentes e encerrou o mês com queda de pouco menos de 5% (ao longo do mês, chegou a acumular queda de mais de 10%). Vale destacar o bom desempenho dos papéis de empresas ligadas a commodities (mineração, em especial), com destaque negativo para setores mais sensíveis ao desempenho da economia brasileira. O Real experimentou desvalorização relevante em relação ao Dólar (cerca de 6%). Nos juros, os contratos mais curtos apresentaram estabilidade ou pequenas quedas, enquanto que a parte longa da curva sofreu aberturas expressivas de taxas. Tais movimentos, especialmente a abertura dos juros e a alta do Dólar, prejudicaram as posições de viés otimista que os gestores Macro locais carregavam no início do mês. A magnitude dos movimentos, inclusive, forçou cortes relevantes de exposição a risco. A visão geral, entretanto, continua sendo a de que há espaço para ganhos com o fechamento dos juros no curto e médio prazos, impulsionados pela atividade fraca e amelhora da inflação. FONTE: BNY Mellon

    Gama: Destaque para o trecho final, onde se fala do espaço para ganhos com o fechamento dos juros no curto e medio prazos. Literalmente focado no que a maioria esmagadora de gestores esta carregando em sues fundos Macros, Juros, Multiestrategia, Livres e etc.

    A parte onde diz o que reverteu a visão otimista dos gestores….ja era mais do que sabida da galera que acompanha o Blog. EU tb falhei em nao proteger a alocação do efeito Trump. Por mais que postei que ele poderia ganhar, pois pra ganhar basta estar participando de algo, não acreditava que iria. Paguei um preço por isso. Por isso não critico tanto assim os gestores que tb erraram e reportaram isso em suas cartas.

    NAO E RECOMENDAÇÂO DE NADA!!!

    Valeu!!!

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