SELIC

A taxa SELIC é um índice pelo qual as taxas de juros cobradas pelo mercado se balizam no Brasil.

É a taxa básica utilizada como referência pela política monetária.

selic

Próxima Reuniões do COPOM

Datas das Reuniões:

10 e 11 de janeiro
21 e 22 de fevereiro
11 e 12 de abril
30 e 31 de maio
25 e 26 de julho
5 e 6 de setembro
24 e 25 de outubro
5 e 6 de dezembro

SELIC

522 comentários sobre “SELIC

  1. Pessoal,

    Votei em 0,5% pro BC mostrar que ta no controle de tudo.

    Mais tem bastante chance de sair 0,75% pra dar a animada que falta pra coisa toda no Brasil seguir otimista e com certo fundamento “teorico”. Olhando a bolsa nos ultimos dias é so olhar oa ativos que costumam seguir inversamente os juros pra sentir que tem coisa vindo ai. OK, isso é achismo….mais costuma ser um indicativo tb. Nada oficial….mais historico.

    Somado a isso temos uma iinflação que fechou 2016 abaixo da meta e todo um cenario ja desenhada para que as coisas comecem a dar certo por aqui. A tempestade perfeita a favor do Brasil ta dada, e o BC pode buscar dar uma grande injeção de animo reduzindo um pouco mais.

    Mantenho meu voto no 0,5% que inidica tudo isso e ainda mostra força e controle do BC e atenção ao Trump. POREM, tudo…e mais um pouco estao no momento conspirando a nosso favor. Ta certo que boa parte disso tudo ainda é SENSAÇÃO de coisa boa…mais o mercado ta comprando.

    Daqui a pouco a gente descobre o que de fato ocorreu. E o comunicado e a ata nos dirão muito do 1T.

    Valeu!!!

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    • Gama,
      Tb acho que vai nesses 0,5%, mas pensa se pesam a mão e vem mais….
      Um hora ou outra, temos que sair só da sensação para coisas mais concretas.
      Ler jornais ou ver o noticiário esses dias, ou é um choradeira por causa da crise, desemprego, etc. ou é todos procurando os culpado pela crise no sistema carcerário, está se tornando maçante.
      No mais é avaliar aonde aportar se (opa…se não, quando) a SELIC reduzir…
      Estava avaliando o TD IPCA+5,7% ou mesmo na própria LFT, ou quem sabe aquele CDB (2 anos) atrelado a DI (108%).
      Até mesmo aquele MIX RF que falamos outro dia, como bom de terna carteira.
      Muitas opções….mais estudos.

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    • POis é…pois é….

      Veio 0,75%

      Fico feliz. Uma baita injeção de animo em um cenario onde os animos ja estao elevados. Isso é puro otimismo do otimismo….que segurem as barbas…vai ter coisa ai ate sexta feira. Seja ajustes, correções em certos ativos pra preparar o terreno para maiores subidas e etc.

      Quero ver os ativos que andam na contra mao do s Juros. Se seguirem pra cima o mercado apostou e comprou a tese do BC. Isso é bom. Tamo so no começo, mais é um belo começo e coom certeza ajuda a trazer da area teorica para a prtica tudo o que esta sendo feito.

      A hora é de olhar a foto da paisagem toda. Afastar a visao de heleicoptero e ver tudo. Ta muito bom pra Brasil.

      A ata vai dizer bastante e guiara o restante da semana/mes. Que venha 2017….COMEÇAMOS BEM!!!

      Valeu!!!

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      • Gama,
        Não sei se escreveu antes, mas lendo hoje por ai;

        “Presidente do BC diz que queda de 0,75 ponto percentual na taxa Selic é novo ritmo da política monetária”
        Novo ritmo…e lá vamos nós dançar esse ritmo

        valeu!!!

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      • Ta certo!!!

        Ele disse isso em DAVOS e esta em todos os jornais e boletins que recebo. O mercado entendeu como um novo drive. Um atestado que os cortes serao de NO MINIMO 0,75 ate o fim do ano. Sera possivel isso?

        Tenho posição dupla:

        SIM – Todos os fatores estao prol Brasil. A unica forma atual de tentar, vejam bem TENTAR ativar algum otor de crescimento e com juros bem baixo aliado a reformas da previdencia, trablhista e tributaria. Mesmo que todas estas sejam fatiadas e aprovadas em padaços.

        Nao – É muito cedo pra poder afirmar isso. Se um fator mudar ou se algo ocorrer no MUndo tudo muda por aqui. Ate entendo essa “aflição” de cortar os juros. O momento é este e temos que aproveitar. Na hora que mudar algo teremos que dar uma paradinha pra reavaliar, mais ai ja teremos um patamar de juros bem mais baixo dos ultimos anos. Algo nessa linha, ao meu ver. O valor do real frente ao Dolar nao esta sendo avalaido direito ao meu ver. É como se todos estivessem olhando apenas a foto. E nao olhando tudo la do helicoptero (lembram do outro post?). Isso me preocupa. A vida me ensinou que quando politicos falam em A, estao pensando em B e irao fazer o C.

        Enfim, pro momento temos como investidor dançar conforme a musica. Operar conforme a tendencia. Mais nao custa quase nada uma cautela pra nao exagerar e nao permitir uma posição sem defesas a uma virada nao esperada.

        E digo mais, em fevereiro podemos ver 1% de queda. Eles irao acelerar o maximo que puder. De ontem pra hoje foram 3 relatorios onde as Asset recomendam aumento em RV (Bolsa) em 100%!!! Isso mesmo, aumento dealocação em 100%!!! Investidor que detinha 5% em Bolsa esta sendo orientado a ir pra 10%. Quem tinha 20% pra 40% e ate os conservadores que detinham 0% estao sendo orientados a ter 1% para nao ficarem totalmente de fora de um bom momento vivido pela renda variavel no Brasil. Isso sem contar os aumentos em Fundos tipo macro, Estrategias especificas, multiestrategias e etc. A euforia se instalou total entre grandes assets. Vai durar? NAO SEI! Vale a pena aproveitar? COM CERTEZA!

        NAO E RECOMENDAÇÂO DE NADA!!!

        Valeu!!!

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  2. Bom dia.
    Uma pergunta aos craques da matemática financeira:

    – se tenho 12 parcelas para quitar nos 12 meses de 2017, quanto seria um desconto justo ( equivalente) para quitar à vista em janeiro/17?
    Pesquisei Selic começando o ano em 13,75 e terminando em 10,75 segundo último relatório Focus, mas não consegui chegar ao valor justo final ( imaginando uma aplicação em SELIC, descontando 15% de IR).
    – 8% seria um desconto razoável ou pouco?

    Agradeço a ajuda desde já!

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    • Flash,

      Abre uma planilha do excell e busca a formula de valor presente. La vc vai encontrar as variaveis para se descobrir o valor presente da sua “divida” (tenho quase certeza que la tem no menu de formulas). Infelizmente não da pra passar ela aqui…tem que olhar e entende-la.

      Um outro jeito basico de olhar essa questao é:

      Vc tem 12x pra quitar ao londo de 2017. Logo tera a inflação de 2017 embutida nestes preços. Ao antecipar o valor, vc no minimo pode retirar a inflação projetada pra 2017 do valor;

      Ao antecipar, vc esta anulando os riscos do credor de ficar sem receber alguma destas parcelas ao longo de 2017. Logo, vc pode “descobrir” o quanto ele colocou de risco para esta questão e tb retirar do valor (aqui a percepção, sondagem de mercado, custos com cobranças, spread….tudo acaba entrando);

      Ao antecipar o valor vc esta dando capital de giro para o credor. Ele tb jogou na conta o custo dele ao longo de 2017 com o banco. Se o credor estiver precisando de caixa a vantagem fica dos eu lado. Se for um credor que nao precisa, ele não aceitara nada neste campo. Vai muito de percepção e mercado;

      Enfim…a formula do valor presente é mais ou menos isso. Tem que “descobrir” de acordo com a divida e o setor dela o que a compoem. Algumas sao mais facil de analisar outras sao muito complexas. De qualquer forma, ambas as partes terao que aceitar alguma coisa.

      Gosto de usar o valor presente pra descobrir quanto esta embutido num preço a vista dado por uma loja, quando a mesma diz que divide um valor em 10x iguais sem juros. Isso chega a ser piada…se esta dividindo um valor dito a vista em 10x sem juros…o lojista ja embutiu muita coisa dentro deste a vista. E com o valor presente descubro e posso oferecer um novo a vista…bem mais emconta e interessante pra mim e pro lojista. O problema e que muitos comerciantes e empresarios nao compreendem o valor presente e a discussao nao caminha muito bem. Ficando muitas vezes em desconto bastante simples e bem genericos.

      Aos matematicos de plantao e economistas…peço desculpas se simplificquei demais a questao. Podem me corrigir e mandar ver com as explicações. Busquei apenas tentar simplificar algo que sempre me ajudou no dia a dia. 🙂

      Espero ter no minimo ajuddo um pouco.

      Valeu!!!

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      • Ajudou e muito Gama.
        Não conhecia esta planilha.

        Ela pede as seguintes variáveis : taxa de juros (rendimento) estimado ao mês (2017)/ número de parcelas(12)/ valor da parcela.

        Quanto maior o rendimento esperado, o desconto do produto deve ser maior, logicamente.
        Pensando em um rendimento 100% CDI, algo em torno de 1%a.m hoje, devo lançar na planilha o valor líquido de 0,85% ( mínimo de IR) correto?
        Na sua opinião, este valor já está superestimado, visto que a SELIC está em tendência de queda e que, na média deverá render menos que isso em 2017? Talvez 0,8 líquido (imaginando uma SELIC média de 12%)?

        Estou raciocinando corretamente?
        Muito obrigado!

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      • Flash,

        O racional ta certo. Porem, na hora de negociar na pratica a coisa m uda um pouco.

        Pegar as taxas previstas ou usar projeções não da muito certo. É o caminho para se começar uma negociação. Mas na pratica, o outro lado (credor. vendedor…) nao abre o jogo das taxas e encargos que usa. E algo realmente complexo e nebuloso. Vc tem que supor muitas coisas, jogar na planilha e ver o que apareceu se vale mais ou nao pra vc. Se valer a pena, toca bola e propoem. Se nao valer, deixa aplicada e segue pagando aos poucos.

        Como disse, o outro lado se estiver numa situação boa nao quer nem ouvir falar de valor presente. Mas se for um setor em crise, vai ouvir e vai conta propor algumas coisas que vc levar.

        O caminho ta certo. Agora, so mesmo testando que vc ira descobrir na pratica como negociar é complexo. Tem que ter sorte tb. Como assim? Pegar um outro lado que entenda o valor presente…se nao…nem adianta mostrar planilha…que a pessoa vai achar vc um louco 🙂

        O grande passo foi dado por vc. Agora é aprtir pra pratica e ver no que vai dar.

        Valeu!!!

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    • Concordo

      Cai so 0,25% e durante 2017 so vai cair se Trump deixar e se o FED nao exagerar pra frear o Trump por la (ou melhor, consertar as burradas que podem ser feitas).

      Nossa inflação cai pra voltar a 5-5,5% no final de 2017. Mas ver uma Selic abaixo de 11.5% é otimismo demais na minha visao. Mas os caras do Focus sao sinistros…

      Valeu!!!

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      • Se não fosse a etiqueta…

        A diretora de ratings soberanos da S&P, Lisa Schineller, afirmou hoje que o Brasil não reconquistará o grau de investimento antes de 2018. Em seminário da FGV, elencou os motivos de sempre: pouco tempo para fazer o ajuste fiscal; necessidade de a relação dívida/PIB se estabilizar etc.

        Citou, ainda, casos de países que demoraram uma década para recuperar o grau de investimento, como a Colômbia e o Uruguai. Passou pela Índia, que levou 20 anos. Terminou com alguns que nunca mais voltaram ao clube dos bons pagadores.

        Por fim, Lisa afirmou que ainda procura por “sinais mais consistentes” da política fiscal. Resumindo: não fosse a etiqueta, a resposta seria “tirem seu cavalinho da chuva.”

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  3. Nao votei ainda pra novembro nao. Tem muito chao pela frente.

    Pelo comentario pos COPOM, fica claro que se tudo seguir como esta mais um corte de 0,25%. Mais saindo a PEC dos gastos e avançando a previdencia, um corte de 0,50-0,75% fica bastante desejado.

    Logo, o ciclo de queda começou. Sera lento ou rapido? Sera duradouro ou precoce? Estas sao as duvidas e merecedoras de atenção por parte dos investidores.

    Na pratica nao muda muito o corte de 0,25% feito. Mais temos que olhar a expectativa agora. Pensar em 2017…os proximos 12 meses, como serao? Eu ja to me mexendo e montando bonito a carteira pra colher um 2017 bastante positivo ao meu ver. Tanto em juros como na RV.

    Enfim…meu voto vem um pouco pra frente 🙂

    Valeu!!!

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      • O TD responde muito rapido. E muito liquido. Parte do mercado esperava mais queda e um comunicado mais leve. Ai começa os ajustes.

        Curto e medio prazo ainda tem espaço pra manter uma boa taxa. Os de longo, como os que vencem 2035 pra cima…ja derem o que tinha que dar. MInha humimlde opiniao, que quando ve TD com mais de 50% de ganho em 12 meses acha algo bastante elevado 🙂

        Enfim…nao posso dizer que as quedas foram fortes demais. Houveram devido ao time que quer amais queda…nao veio, elas ajustam. Vai ser sempre assim.

        Espero ter ajudado.

        Valeu!!!

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      • Tendo em vista que os títulos do TD vem oferecendo para quem os compra, nas últimas semanas, valor bem inferior ao que vinha sendo oferecido anteriormente (acima de 12%), isso não seria realmente um indicativo de que a Selic vai cair? Gostaria da opinião dos entendidos no assunto, pq entendo pouca coisa ou quase nada de economia. Agradeço desde já!

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      • Lucas,

        O mercado vai “sentindo” e precificando uma tendencia as taxas do governo. Por isso vc sempre vera movimentações no TD. Como vc mesmo disse, estao caindo por quase todos acreditarem que agora a queda na Selic vai começar 🙂

        Valeu!!!

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      • Isso aí Lucas, como o Gama bem disse, o mercado tenta antecipar o que acha que vai acontecer. As taxas do TD (fora a selic, que é definida pelo BC) são definidas pelo valor que o “mercado” (bancos compradores de títulos) acha que podem valer, e se há um consenso de que a selic vai cair, as outras taxas também vão caindo (porque também acham que a inflação vai cair, etc). É tudo expectativa antecipatória. Se todos acham que as ações da petrobras vão valer 20 daqui a um mês, amanhã elas já sobem pra perto deste valor. E se acham que vão divulgar alguma notícia ruim, elas já caem antes. É a velha máxima: sobe no boato, e cai no fato (quando todos já se anteciparam).

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      • Mas creio que o Lucas queira colocar que como quem dita movimento são os grandes players, e como estes sempre têm inside informations, essa conclusão faz sentido.

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      • Partindo de que a SELIC vai cair…..para o tal 14%
        Seria interessante aportar no IPCA+ agora, pois a taxa desse título tb vai cair.
        Posso fazer essa associação?

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      • Set…. sim! acredito que essa associação tenha sentido, agora… depende, se você aporta em td visando longo prazo, certamente a escolha ideal seria IPCA + caso esteja visando 2 ou 3 anos, seria interessante pensar em um titulo prefixado!

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      • Mark,
        Na verdade estou revisando meus aportes para deixar um pouco mais “seguro”.
        Entendi que aportar na SELIC 21 para criar um fundo de reserva para emergências. Tipo algo 10x minha renda atual.
        E no IPCA+19 ou +24 (e até +35), para longo prazo.
        Nunca me detive nos pré.

        Quanto a SELIC, tb vejo que vá reduzir. Não sou um entendido no assunto, mas vai a passos pequenos, tipo esses 0,25.

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  4. Copom inicia reunião para definir taxa básica de juros

    O comitê de Política Monetária (Copom) iniciou nesta terça-feira (30) reunião de dois dias para definir a taxa básica de juros, a Selic. É o segundo encontro sob o comando do presidente do BC, Ilan Goldfajn que fez mudanças na comunicação e no formato da reunião.

    Anteriormente, em dias de reuniões do Copom, a diretoria do BC participava, pela manhã, de análises de mercado e, à tarde, tinha início o colegiado para definir a Selic. Agora, o BC incorporou a análise de mercados à reunião do Copom, no período da manhã. E, à tarde, é feita a análise da conjuntura.

    No segundo dia de reunião, após análise da perspectiva para a inflação e das alternativas para a Selic, os diretores e o presidente do Banco Central definem a taxa.

    Inflação

    O principal instrumento usado pelo BC para controlar a inflação é a taxa básica de juros, usada nas negociações de títulos públicos no Sistema Especial de Liquidação e Custódia (Selic). Quando o Copom aumenta a Selic, o objetivo é conter a demanda aquecida, e isso gera reflexos nos preços, porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança. Quando o Copom reduz os juros básicos, a tendência é que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, mas a medida alivia o controle sobre a inflação. Quando mantém a taxa, o Copom considera que ajustes anteriores foram suficientes para alcançar o objetivo de controlar a inflação.

    Desde julho de 2015, os juros básicos estão em 14,25% ao ano, no maior nível desde outubro de 2006. Pelas expectativas de instituições financeiras, a Selic será mantida nesse patamar na reunião deste mês, mas até o final do ano será reduzida. A expectativa é que a Selic encerre 2016 em 13,75% ao ano.

    Desde a última reunião do Copom, a divulgação da decisão sobre a taxa passou a ocorrer por volta das 18h. Anteriormente, a taxa Selic era anunciada entre 19h30 e 21h. O presidente do BC também alterou o dia de divulgação da ata da reunião com as explicações para a decisão sobre a Selic. Agora, o documento é divulgado na terça-feira e não mais na quinta-feira da semana seguinte à reunião.

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  5. Boa tarde srs., com toda esta confusão no Brasil, parece que esqueceram da reunião do Copom, acredito que irão manter neste nível atual pois a inflação não cedeu ainda. Vão aguardar o desfecho do processo pra ver o que fazem nas próximas, mas até o final do ano acredito em redução de 0,50% na Selic, apenas suposição.

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    • COPOM…segura da forma que esta com votação não unanime. Isto sera o sinal que na proxima ou antes da oficial poderemos ver alguma coisa sendo reduzida. Em minha opiniao, o tamanho e velocidade da redução serao pequnos, coisa de 0,25% por movimento. O BC quer guiar o mercado como um missel teleguiado, e pra isso precisa de boa comunicação e alinhamento.

      Mas….se tratando de brasil podemos ver de tudo e passar por tudo. Mas ate o momento sigo com este pensamento.

      Valeu!!!

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  6. E ai, a Selic: sobe, fica como está ou cairá?

    BC começa hoje reunião sobre juros; será 1ª decisão sob novo comando

    O Copom (Comitê de Política Monetária) do Banco Central começa nesta terça-feira (19) uma reunião de dois dias para decidir a Selic, a taxa básica de juros do país. Esse será o quinto encontro do Copom neste ano e a primeira decisão sobre o tema com o BC sob o comando de Ilan Goldfajn.

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    • Ja votei la…fica como esta. Mas veremos uma Ata bem comunicativa e alinhada com o mercado. A queda esta traçada pro final do ano. A tendencia é de queda gradual e respaldada pelos dados economicos que sustentam que o pior passou. Hoje o FMI ja melhorou a imagem do Brasil, reforçando a visão que todos ja estão tendo sobre nossa economia.

      E por falar em queda de juros, sera um movimento lento. Mas, o mercado curte e faz reboliço. A maxima de sobir no boato e recuar no fato esta valendo. Estamos com a bolsa subindo ha varias semanas. Havera uma queda e a tendencia se firmara de alta pra Bolsa. Sera lenta tb, nada absurdo. Mais as empresas listadas começaram a receber aportes via mercado e veremos os ativos engatarem uma subida mais sutentada. Por tabela, poderemos ver mais capital migrando para os FII, que historicamente mantem relação inversa com os juros. As cotas ja esticaram, ja se recuperaram dos ultimos anos. Mas agora podemos ver uma tendencia de alta pra estes ativos tb. Nada absurdo…por isso o investidor nao pode achar que agora vai e realocar tudo pra tentar dobrar o capital em pouco tempo.

      A realocação inteligente deve proteger todo o lucro gordo obtido ate entao em RF isenta e Juros reais e começar a migrar para RV. Sempre dentro da zona de conforto de cada um. NO passado recente o caminho foi o inverso. Migramos da RV para a RF de 2 digitos. Agora, com calma e paciencia a RF deve ceder um espaço para a RV na carteira dos gestores e dos investidores.

      Enfimi…é apenas a minha visão do que estamos pra ver. Se vai ser assim certinho…minha bola de cristal não mostra 🙂

      Valeu!!!

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  7. Primeira reunião do Copom de Ilan deve manter os juros

    POR MÍRIAM LEITÃO

    Na primeira reunião do Comitê de Política Monetária sob o comando de Ilan Goldfajn, as expectativas estão voltadas para a comunicação do BC. A maior parte dos economistas acredita que os juros serão mantidos em 14,25%, mas aguarda algum sinal do encontro. Os especialistas acham que a queda na Selic está se aproximando.

    A inflação está alta, em 8,84% no acumulado em 12 meses até junho, mas vai caindo. Em janeiro, a taxa havia chegado a 10,71%, e a projeção é que o IPCA recuará mais até o fim do ano. A atividade está fraca e os economistas esperam que os juros serão cortados no quarto trimestre.

    A Selic menor vai ajudar a melhorar as expectativas. Alguns indicadores já apontam para a redução do pessimismo ou até um discreto otimismo com a atividade econômica. O Ibovespa, por exemplo, se valorizou em 45% desde o pior momento do ano, em janeiro (leia mais aqui).

    Surgiram outros indícios de melhora. No final de semana, a “Folha de S. Paulo” divulgou que a percepção das pessoas sobre a economia melhorou. “O Estado de S. Paulo” destacou que o seguro contra o risco do Brasil, o CDS, caiu pela metade desde o início do ano.

    Na economia real, os dados mostram que o país não saiu da crise. A percepção, porém, está melhorando. A recessão é forte, o desemprego é alto e talvez piore antes de melhorar, mas as pessoas, empresas e investidores estão um pouco mais otimistas. O ambiente começa a melhorar.

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    • Manutenção esperada e desejada, pois as coisas começam a mostrar sinais coletivos que o pior realmente parece ter ficado no passado. Se formos somar tudo o que nas ultimas semanas vierem menos pior podemos de fato começar a traçar tal cenario.

      Mesmo com atentado em NICE e golpe na Turquia…o mercado financeiro nao se abalou e segue se recuperando. A paisagem vai melhorando, mesmo com a foto ainda ruim. Mais isso que importa de fato, na vida de um investidor. Saber observar a paisagem onde aplicara seu capital, e saber deixar a foto em segundo plano.

      Enfim, acho que veremos a manutenção e uma ATA mais dovish, preparando e consolidando o mercado para o inicio da queda bem perto do final do ano.

      Valeu!!!

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  8. em 15 dias teremos outro COPOM…

    05/07/2016 às 09h55
    Juros longos têm maior alta em quase uma semana
    Por José de Castro | Valor
    SÃO PAULO – Os juros futuros de longo prazo têm nesta terça-feira a maior alta em quase uma semana, puxados pela escalada da aversão a risco no exterior, com incertezas sobre a China e um mercado ainda ressentido com o “Brexit”, a saída do Reino Unido da União Europeia. Os investidores acompanham ainda a sabatina no Senado de diretores indicados ao Banco Central (BC).

    Incertezas sobre a questão fiscal no Brasil voltam com mais força à pauta. O governo luta para conseguir acertar um déficit abaixo de R$ 170 bilhões para 2017, num esforço para enviar mensagem de avanço no ajuste fiscal e que parece indicar algumas divergências dentro do governo.

    Às 9h46, o DI janeiro de 2021 – mais líquido entre os contratos mais longos – subia a 12,180% ao ano, ante 12,120% no ajuste da véspera, depois de alcançar 12,230% na máxima de hoje.

    O DI janeiro de 2018 ia a 12,730%, contra 12,680% no último ajuste.

    Na ponta mais curta, o DI janeiro de 2017 marcava 13,895%, frente a 13,880% no ajuste anterior.

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      • Dragão da inflação ainda em alta, preços sendo aumentados por n razões em economia altamente indexada, reajustam porque a gasolina, diesel, passagens, ração, luz, jornal, água, plano de saúde, telefone, salários, etc…, aumentam pelo IGPM/IPCA…. nada no Brasil aumenta em função do real custo do segmento, mole não? economia indexada é economia presa ao dragão, isto tem que acabar. Selic não deve ser reduzida tão cedo, só ser for por politica ou populismo, nada de bom foi feito pelo governo para uma queda da mesma, até agora promessas e apenas um pouco de credibilidade, muito pouco…..

        Curtido por 3 pessoas

    • Nesse momento, na verdade ja faz um tempinho, que os Fundos Juros Reais mostram sua força. Essas oscilações irao ser frequentes e normais ate uma definição externa desta novela do Brexit e da China. E por aqui, alem destes fatores externos temos toda uma mini seria completa no campo politico e economico. Como sabemos, Deus deve ser mesmo brasileiro. Vem uma olimpiada por ai pra dar uma acalmada nos holofotes e distrair a opiniao publica e população. Depois? Depois fica pra depois…bem tipico do Brasil.

      Valeu!!!

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  9. Morgan Stanley espera cortes na Selic no último trimestre

    Em um relatório sobre o Brexit, o Morgan Stanley reitera a sua visão de queda da Selic no Brasil no último trimestre do ano.

    “Os riscos estão agora mais balanceados com a crise política mais perto de uma solução.

    O maior desequilíbrio continua a ser a política fiscal, o que precisa ser resolvido.

    No momento, a moeda mais forte está ajudando a reduzir a inflação, e os cortes de juros são prováveis no quarto trimestre”, afirma o banco. O Morgan espera queda de 3,8% do PIB em 2016 e uma recuperação para 1,1% em 2017.

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    • No ultimo relatorio de inflação…o BC nao ve como reduzir a taxa por agora. Vai seguir desta forma para poder com certeza maior convergir em 2017 para o centro.

      Agora, um relatorio que diz que no ultimo trimestre pode haver redução…deixa espaço para no ultimo dia util de Dezembro de 2016 haver uma redução de 0,25%….. 🙂

      Valeu!!!

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  10. Temer defende redução de juros ainda neste ano

    O presidente interino, Michel Temer (PMDB-SP), defendeu nesta sexta-feira (24) a redução “responsável” da taxa básica de juros ainda neste ano para ajudar no processo de retomada da confiança e do crescimento econômico do país.

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    • Tb destaco o termo: RESPONSAVEL

      Que vai baixar, sabemos que vai. A velocidade e tamanho de cada movimento de descida que serao relevantes e importantes. O cenario Global tb deve contar bastante. Ainda mais agora com a nova realidade na Europa.

      Valeu!!!

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  11. Alimentos devem aumentar inflação e adiar queda da Selic

    Alimentos: IPCA mostrou em abril e em maio altas acima do esperado com alimentação exercendo forte influência
    Camila Moreira, da REUTERS
    São Paulo – O clima adverso que tem assolado o país acertou em cheio a inflação brasileira, que mostrou repiques inesperados recentemente sobretudo por conta dos preços dos alimentos, e têm levado especialistas a piorarem suas projeções e colocado em risco o afrouxamento da política monetária.

    Economistas consultados pela Reuters ainda esperam sinalizações mais claras da nova equipe do Banco Central para calibrar suas apostas sobre a Selic, hoje em 14,25 por cento ao ano, mas já mostram preocupação com a nova pressão sobre os preços.

    “A pressão recente dos alimentos pode ter algum efeito sobre as expectativas e o BC pode adiar o início do ciclo (de queda da Selic)”, avaliou o economista-sênior do banco de investimento Haitong, Flávio Serrano, que vê o começo dos cortes em julho.

    O IPCA mostrou em abril e em maio altas acima do esperado, de 0,61 e 0,78 por cento respectivamente, com alimentação exercendo forte influência. Até o mês passado, o índice acumulava em 12 meses avanço de 9,32 por cento, mas somente alimentação e bebidas tinham alta de 12,74 por cento no período. Em 2015, esse grupo subiu 12,03 por cento, contra 10,67 por cento do índice cheio.

    Na pesquisa Focus do BC, que ouve semanalmente uma centena de economistas, as projeções para a inflação para este ano têm subido há cinco semanas, a 7,25 por cento –estourando a meta oficial de 4,5 por cento pelo IPCA, com margem de 2 pontos percentuais para mais ou menos.

    Com o repique inflacionário, no mercado futuro de juros as apostas majoritárias já são de que novo ciclo de afrouxamento monetário vai começar mais tarde, em outubro, e não mais em agosto.

    SAFRA

    O que frustrou as projeções iniciais de inflação foi o menor impacto da sazonalidade favorável da entrada da safra neste ano, afetada tanto pela falta ou excesso de chuva quanto pelo calor intenso ou frio, dependendo da região.

    “A inflação vai desacelerar, mas de forma menos intensa que o inicialmente previsto”, explicou o estrategista-chefe do banco Mizuho, Luciano Rostagno, que mudou no último mês a estimativa para o IPCA a 7,05 por cento neste ano, sobre 6,90 por cento.

    No início do mês, a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) reduziu as projeções para a produção de soja e milho em 2015/16, citando o clima adverso em várias partes do país.

    A baixa oferta desses grãos em momento de demanda aquecida –ambos estão com preços firmes no exterior– provocou elevação dos preços agrícolas no atacado e seguirá pressionando o varejo.

    FEIJÃO

    Se o choque nos preços da soja e do milho leva mais tempo para se refletir nos preços no varejo porque acontece através do impacto no custo de rações de animais, por exemplo, outros produtos têm efeito mais imediato. E o vilão da vez é o feijão, ingrediente típico no prato brasileiro.

    Tanto a primeira quanto a segunda safras sofreram com o excesso de chuvas em Estados como o Paraná e Minas Gerais. Somente em maio, o preço do feijão-mulatinho subiu 9,85 por cento sobre o mês anterior e o carioca, 7,61 por cento, acumulando em 12 meses 48,79 e 41,62 por cento, respectivamente.

    “Os alimentos são itens que não se pode tirar muito do consumo, e o feijão está surpreendendo”, destacou a economista da consultoria Tendências Alessandra Ribeiro, revisando a alta do IPCA este ano em 0,4 ponto, para 7,4 por cento.

    O preço do feijão-carioca continuou mostrando força no IPCA-15 de junho divulgado nesta manhã, ao subir 16,38 por cento sobre o mês anterior, impedindo desaceleração mais intensa da alta dos alimentos e bebidas, que subiram 0,35 por cento em junho, ante 1,03 por cento em maio.

    Esse alívio com os alimentos, no entanto, “não deve durar muito”, disse o economista-chefe do Banco Fator, José Francisco Gonçalves, em nota a clientes.

    Mesmo porque, outro item que vai demandar atenção são os alimentos in natura, como frutas e hortaliças, devido ao frio intenso e à chuva em algumas regiões brasileiras, como Sul e Sudeste, o que afeta a oferta e contribuiu para uma alta mais significativa da inflação.

    “O choque de oferta na parte agrícola deve manter os preços pressionados à frente, e tudo está relacionado ao clima adverso”, afirmou o economista do Itaú Elson Teles, que elevou suas contas e vê alta dos preços de alimentos em 10 por cento neste ano, com o IPCA a 7,2 por cento, contra os 6,9 por cento projetados anteriormente.

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    • O Novo BC nao vai fazer mágica. Quem ta apostando nisso pra proxima reuniao vai tomar um balde de agua fria.

      Agora, se o resto do mundo seguir ajudando….o dolar seguir caindo….ate pode ter uma brecha pra ser usada. Algo pequeno, mais que dara um caminho e pode agradar o mercado se o conjunto das coisas estiverem em sintonia.

      Amanha teremos a definição na Europa. Pode ser um divisor. Tem que esperar e ver como o mercado mundial respondera. Tanto pra sida como pra manutenção.

      Valeu!!!

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