Cambiais

Cambial

Fundos que investem no mínimo 80% de seu patrimônio em moedas, diretamente ou indiretamente por meio de derivativos.

Os mais comuns são aqueles que seguem a moeda americana (Dólar), mas existem também para o Euro e outras moedas.

  • Cambial 

375 comentários sobre “Cambiais

  1. Bom dia.

    Dados da semana mostram grande chance de termos aumento dos juros na próxima quarta nos EUA.
    As notícias já mexeram um pouco esta semana aqui.
    Hora de apostar no dólar?
    Os amigos estão posicionados apenas através dos fundos MM?
    Poderiam indicar alguns fundos cambiais para estudo?
    Abç.

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    • Se é hora do dólar eu não sei e, acho, que quase ninguém sabe.
      A diferença é que uns acham que sabem e outros, como eu, sabem que só acham.
      Um dos que, no passado, mostrou que sabia, o Luís Stuhlberger, disse que espera pela valorização da doleta.

      Bem, quanto aos fundos, não há muito segredo nos cambiais, pois todos tendem acompanhar a variação da moeda.
      A diferença fica por conta da taxa de administração cobrada…
      Aplico pequena parte da carteira no BB Cambial Dólar LP 100 Mil, que é o que tem a menor taxa de adm. que conheço. Não por acaso bate todo os demais fundos cambiais de bancões que conheço.
      Apesar do nome, o mínimo é de 20 mil, desde que você tenha outras aplicações no BB.

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    • Sempre falei aqui que como investimento o dolar é algo “complicado”. Como seguro é algo indispensável. Mais não é necessário pra todos os investidores. Aqueles que possuem componente cambial influenciando sua vida, precisam ter algo em dolar.

      O real esta caro, na minha opiniao. Nao temos uma economia a pleno vapor pra ele valer o que ta valendo. Com o aumento do FED podemos ver uma correção leve por hora, mais a paridade tende a buscar um equilibrio mais real. Quando é a pergunta chave e EU não a tenho.

      Fundos cambiais são por lei todos iguais. Tem que atentar o que o amigo ja postou…menores taxas. E completando sua perfunta….EU sigo indiretamente nos MM pra absorver o cambio. Acho ainda que o custo do carrego é elevado frente ao momento vivido pelos outros ativos. Mas vale ficar de olho pra quem curte 😉

      Valeu!!!

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    • Na minha visao estao ( o mercado) esta ajustando por aqui devido as medidas e otimismo para 2017. De fato tudo o que tem sido alardeado pelo governo impacta na moeda, pois sabemos que uma economia arrumada tem uma moeda equivalente. isto é, a moeda reflete a economia e vice versa.

      Mais…essa queda tem dias contados na minha visao. Assim que começar as medidas do Trump e as proximas elevações do FED o dolar passara por pressao. Isso com CERTEZA ira se refletir por aqui e no resto do mundo. Basta entendermos que apenas os EUA estarao passando por um novo periodo de aumento de juros. E o resto das potencias mundiais seguirao ao menos ate o meio de 2017 com afrouxamento. Isso cria um desequilibrio entre as moedas globais…jogando o dolar pra cima e as demais pra baixo.

      Para mim a pergunta mais adequada seria: Vale a pena investir no Dolar, pensando em Brasil? EU, Gama, ainda acho que não. Acho que posições com componentes prefixados e que protejam a inflação (nossas queridas NTNB) seguirao como otimas apostas para 2017 e com retorno superiores ao cambio. O proprio cambio alimenta a inflação e a queda de juros favorece a parte prefixada do titulo…logo temos uma aplicação que pega o melhor dos dois mundos e com baixo risco. Vejam, uma posição em cambio pra quitar uma divida, ou para uma viagem é sempre jogo. Agora, ficar investindo pra aumentar patrimonio morando no Brasil…o cambio não é a melhor das alternativas. Isso na minha visao.

      Enfim, tem que fazer conta e estipular se o cambio pode aumentar mais do a segurança da uma NTNB. Se achar que vai, investe no cambio. Se achar que nao vai…fica na RF que ainda é a posição que mais paga no mundo todo. E digo mais, ate a redução ser total, trazer a Selixc para 10% com uma inflação de 5%, nossos juros ainda serão bastante atrativos. Nesse novo cenario Brasil, tem que avaliar cada decisao do BC e sentir a fome de redução e estar com os dois olhos no Trump 🙂

      Valeu!!!

      NAO E RECOMENDAÇÂO DE NADA!!!

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      • Achei bem interessante a matéria abaixo, que li na Bloomberg:
        “The dollar has peaked and will probably decline this year under President Donald Trump, according to UBS Group AG’s wealth-management unit, which expects the currency’s impending weakness will help to benefit prices of base and precious metals.

        “The more debt that Donald Trump promises through higher infrastructure and lower tax and tax cuts tends to lead itself to a twin deficit situation in the U.S., which clearly is negative for the currency,” Wayne Gordon, executive director for commodities and forex at the unit, said in a Bloomberg TV interview.”

        E aqui, MUITO legal o ponto de vista:
        “At UBS we have a negative U.S. dollar view,” Gordon said in Singapore. “We believe the dollar has actually peaked. We think it rolls over here.” He added: “We hold that view because we see real interest rates going deeper into negative territory.” Negative real rates prevail when inflation is higher than nominal interest rates.”

        Apenas para pensar e fomentar o debate…

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    • Parece que o Trump quer desvalorizar o dólar pra competir melhor. Outra coisa é que o mercado espera que ele gaste muito em infraestrutura, subsídio, gerando inflação. Suponho que a queda do dólar continue.

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  2. Saída de dólares supera entrada em US$ 15,23 bi no ano

    Déficit no fluxo cambial acumulado no ano até outubro é menor que o visto em setembro; mas o montante era positivo nos primeiros dez meses de 2015

    Da redação de Veja – Atualizado em 13 out 2016, 15h08

    O fluxo cambial do ano até o dia 7 de outubro ficou no vermelho em 15,23 bilhões de dólares, de acordo com informações do Banco Central divulgadas nesta quinta-feira. O montante é menor que o saldo negativo de 15,76 bilhões de dólares visto neste ano até o fim de setembro, mas o resultado era positivo em 7,66 bilhões de dólares de janeiro a outubro de 2015.

    A retirada de dólares pelo canal financeiro neste ano até 7 de outubro foi de 49,66 bilhões de dólares. Este resultado é fruto de entradas no valor de 330,09 bilhões de dólares e de envios no total de 379,75 bilhões de dólares. O segmento reúne os investimentos estrangeiros diretos e em carteira, remessas de lucro e pagamento de juros, entre outras operações.

    Já no comércio exterior, o saldo anual acumulado até 7 de outubro ficou positivo em 34,43 bilhões de dólares, com importações de 95,58 bilhões de dólares e exportações de 130,01 bilhões de dólares. Nas exportações estão incluídos 23,57 bilhões de dólares em Adiantamento de Contrato de Câmbio (ACC), 35,34 bilhões de dólares em Pagamento Antecipado (PA) e 71,10 bilhões de dólares em outras entradas.

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      • Franco,

        O Fluxo não é o unico drive a ser analisado quando se olha o dolar versus qualquer moeda. Ele tem seu peso, mais o que de fato define os preços são as expectativas sobre as moedas.

        O Fluxo aponta pra onde deve caminhar tal moeda. Se houver um cenario positivo no Brasil, mais dolares virao. Se o cenario for negativo, menos virao e mais sairao. Mesmo pensamento para qualquer pais. Se nos EUA o cenario ficar positivo e os juros por la atrair mais investidores e negocios, o fluxo pra la ira aumentar. Como é o pais chave, significa que na mesma hora o fluxo pro restante do mundo esta diminuindo.

        Junto ao fluxo (movimento de entrada e saida) temos que olhar os fundamentos da economia do pais emissor da moeda em questao. Se a economia de um pais volta a crescer ou ao menos entra em tendencia positiva e possui por traz juros bem elevados, os investidores enxergam um bomo ganho e começam a projetar esse “preço” bem como inicia uma alteração nos fluxos…ja que vira capital destes investidores para ser investido aqui nos diversos ativos disponiveis. Mais veja isso ainda esta no campo da expectiva….mas ja começa a alterar os preços. Com um tempinho de delay (atraso) o fluxo começa a se mostrar e apenas reforça as mudanças nos preços entre as moedas.

        Mesmo com o fluxo negativo estamos olhando uma queda de aprox 19% no dolar. Porque? Porque os investidores ja incorporaram nossa mudança de rumo, ja perceberam a tendencia positiva, ja começam a ver a politica trabalhando junto com economia e adoram os juros ainda em dois digitos. Sem contar que tem a questao da entrada de 13B devido a repatriação o que deixaria ate agora o fluxo quase que num 0 a 0. O Aumento dos juros nos EUA vai alterar alguma coisa nesse cenario? Talvez, pois 0,25% por la ja esta incorporado ha muito tempo. Mais mesmo assim os primeiros dias apos a elevação sentiremos algo na relação entre real e dolar. Mais as tendencias seguirao as que estao em curso ate o fim de 2016.

        Bem, sinceramente espero ter ajudado um pouco nesse entendimento. Pode ser que tenha complicado mais….porem a intenção foi de tentar ajudar.

        Se algum amigo ve diferente ou trabalha diferente esta questao que post aqui para juntos podermos debater e aprender ainda mais.

        Valeu!!!

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    • Olhando aqui pro Brasil é mais um fator a jogar contra o Dolar e a favor do nosso Real.

      Lembrando que este fato é um fator. temos uma serie de outros que estao sendo muito destacados nos relatorios de JUlho dos gestores: Fluxo, Queda dos nossos juros, mesmo com a queda ainda seremos atrativos aos olhos do mundo, reformas, arrumação interna na esfera politica e vontade dos maiore fundos do mundo de aportarem por aqui principalmente na nossa bolsa. Tudo isso vai fazer o cambio por aqui testar o 3 e ficar por bom tempo nesse patamar.

      Valeu!!!

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  3. Fluxo cambial fecha junho negativo em US$ 3,56 bilhões
    Só na semana passada, de acordo com dados do BC, o Brasil perdeu 5,862 bilhões de dólares
    06/07/2016 às 14:00
    Fonte: Veja

    O fluxo cambial, diferença entre entrada e saída de moeda estrangeira do país, ficou negativo em 3,560 bilhões de dólares em junho.
    Segundo dados divulgados pelo Banco Central nesta quarta-feira, o Brasil perdeu 5,862 bilhões de dólares só na semana passada. Até então, o fluxo cambial no mês estava positivo em 1,870 bilhão de dólares.
    As saídas recentes concentraram-se principalmente no dia 29 de junho, quando a conta financeira – por onde passam investimentos diretos – registrou déficit de 4,444 bilhões de dólares. Mesmo assim, o dólar recuou 2,09% frente ao real naquele dia.
    No acumulado do mês, a conta financeira ficou 7,492 bilhões de dólares no vermelho, mantendo a tendência vista em todos os meses deste ano à exceção de abril. O resultado financeiro superou com sobra o superávit de 3,932 bilhões de dólares da conta comercial em junho, oitavo mês consecutivo no azul.
    O dólar marcou no mês passado a maior queda mensal em treze anos frente ao real, reagindo ao otimismo cauteloso dos investidores com o Brasil e à ausência do Banco Central no mercado de câmbio.
    No acumulado do ano até 1º de julho, o fluxo ficou negativo em 10,841 bilhões de dólares, comparado ao superávit de 10,443 bilhões de dólares no mesmo período do ano anterior. No acumulado deste ano, a conta comercial tinha superávit de 25,624 bilhões de dólares e a financeira, rombo de 36,465 bilhões de dólares.

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    • Olá

      Uma dúvida se alguém souber responder ou tiver algum esclarecimento sobre o assunto: o fluxo cambial tem alguma correlação (direta ou inversa) com a cotação de cambio? Se a cotação caiu e o fluxo foi negativo, de onde sairam os dolares de forma que nao afetaram o cambio?
      Obrigado

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    • Olá
      Uma duvida se alguém souber responder ou tiver algum esclarecimento sobre o assunto: o fluxo cambial tem alguma relação (direta ou inversa) com a cotação cambial? Se mesmo com fluxo negativo o cambio baixou, da onde sairam os dolares de forma que nao impactaram na cotação?

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  4. BRADESCO REVÊ PREVISÃO DE DÓLAR AO FINAL DO ANO DE R$ 3,60 PARA R$ 3,20

    São Paulo, 29/06/2016 – O Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos (Depec) do Bradesco revisou hoje a previsão para o dólar ao final de 2016, de R$ 3,60 para R$ 3,20. Além disso, para o “curtíssimo prazo”, a instituição prevê um número abaixo desse patamar, influenciado pela entrada de fluxos de renda fixa. O câmbio “justo”, apontam modelos utilizados pela instituição, já sugerem um valor ao redor de R$ 3,20 ou “ligeiramente abaixo” desse patamar, podendo chegar a até aproximadamente R$ 3,09.

    Ao justificar as razões que levaram a uma revisão nas projeções para a relação entre o real e a moeda norte-americana, o Bradesco elencou quatro fatores. Alguns dos que contribuiriam para a valorização do real ante o dólar não devem ser revertidos, segundo o banco.

    O primeiro fator é a “postura mais gradualista” do Federal Reserve (Fed, o banco central norte-americano), que sinalizou recentemente que a alta dos juros nos Estados Unidos tende a ocorrer de forma mais discreta. Por trás da sinalização está o crescimento ainda moderado de indicadores econômicos dos Estados Unidos, o que ocasionou a depreciação do dólar em relação às demais moedas mundiais e a tendência de baixa nos juros globais.

    O segundo é a alta recente dos preços das commodities agrícolas, o que levou “a uma recuperação dos termos de troca”, segundo o Bradesco.

    Ainda na relação comercial, destaque para os “os saldos comerciais robustos e a continuidade do forte ajuste externo” pelo qual passam as contas brasileiras. O Bradesco ressaltou que a moderação da atividade econômica e a depreciação cambial contribuíram para a redução do déficit em conta corrente, que no acumulado de 12 meses passou de US$ 58,9 bilhões em 2015 para atuais US$ 29,5 bilhões.

    Outro ponto citado pelo banco é a “nova orientação” de política econômica. Neste caso, ainda segundo o Depec, há espaço para “melhoras incrementais”. O governo federal, segundo o Bradesco, adotou medidas voltadas à estabilização da relação entre dívida e Produto Interno Bruto (PIB), por exemplo. “Somam-se a essa agenda as discussões sobre a reforma da previdência, a retomada das privatizações e concessões”, aponta o relatório.

    “Esses vetores trouxeram como consequência a forte redução da posição comprada em dólares em derivativos tanto de estrangeiros quanto de fundos locais”, informa a instituição. (André Magnabosco

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    • Eta…eta….o seguro começa a ficar caro 😦

      Tb to revendo os patamares e nao esperava ver estes preços no cambio. O mercado ta brincando com a nossa moeda. Ela nao é forte e nao poderia estar custando isso. Porem….a enxurrada e a benevolencia do Mundo nos inundando de dolares aliados (na verdade o motivo é esse) ao nossos juros…..fazem isso que estamos vendo.

      Ja acho que pode beliscar os 3 e se tudo seguir como esta tentar furar abaixo de 3. Coisa IRREAL!!!,mas nao da pra ir contra o mercado. Ficar parado esperando é caro, pois deixamos de aproveitar os juros. No curto e medio prazo nao vejo fatos que possam alterar esse fluxo e tendencia. Nem mesmo os recentes atentados modificaram algo.

      De qualquer maneira, a posição era para proteção. So que a proteção é sempre valida quando achamos que vai disparar. E nao desabar. Por isso que se torna caro manter 10% em cambio. Devo ir pra 5% e ficar de olho…pois ainda sou cetico quanto ao valor da nossa moeda. Tem coisa ai….mais nao tenho bala na aglha pra manter posição e deixar de remunerar o capital. 😉

      enfim….é apenas a opiniao do autor do post.

      Valeu!!!

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      • Tinha 4% em fundo cambial, executei a um mês com 5% de preju. Foi alocado em multimercado e agora a posição em dólar so indiretamente nos fundos. Como vc bem disse era pra proteção, mas o custo de oportunidade e risco de desabar tava batendo. Ficou de lição pra mim manter posição direta apenas para viagem ou gasto futuro em moeda estrangeira, fora isso é deixar com os gestores e ficar monitorando.

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      • Eu mantive por não acreditar que iria a este preço em tão curto espaço de tempo. Não com a realidade da nossa economia. Porém o mercado mundial ta achando que o real é moeda forte…quem sou eu pra discordar.

        Zerei posição micro que detinha em ativos no exterior via fundos do tipo IE, que possuem variação cambial. Tavam derretendo e irão derreter ainda mais.
        No câmbio direto ainda sigo, mas já estudando opções.
        Como o CMN não alterou a meta de inflação…a pressão de valorização do real não foi afetada. Se tivesse passado uma meta mais arrojada, seria um baita catalizador. Muito estudo e paciência.

        Valeu!!!

        Curtido por 2 pessoas

    • Com Brexit, investidores correm para dólar e iene; veja reservas mundiais

      A decisão do Reino Unido de deixar a União Europeia nesta sexta-feira (24) fez a libra esterlina despencar e desencadeou uma corrida por moedas consideradas mais seguras, como o dólar, o franco suíço e o iene.

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    • Gastos de brasileiros com viagens ao exterior caem 37% no ano

      Os brasileiros estão diminuindo o ritmo de gastos com viagens ao exterior. No acumulado do ano, entre janeiro e maio, as viagens somam US$ 5,2 bilhões, enquanto que no ano anterior elas somavam US$ 8,3 bilhões, o que aponta uma redução de 37,3% com esse tipo de gastos

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    • O FED deve postergar ate ter uma visao melhor deste processo de saida. E o Mundo esta esperando o FED se decidir. Entao…temos uma postergação de tudo. Que vira vira….mas quando? Essa é a nova pergunta do mercado.

      No Brasil, temos o lado bom desta saida da UE. O FED segurando pra gente é otimo (pra minha posição em cambio é pessimo). Temos o lado ruim que é o mesmo pro resto do mundo: O que vai ocorrer agora? Qual o proximo passo? AO longo da semana vai acontecer mais alguma coisa? Isso tonas os negocios e os ativos financeiros mais sensiveis a altos e baixos.

      Enfim….quero muito ver como os gestores de MAcro, Multiestrategia e Estrategica especificas irao se nortear com essa decisao. Pois o cenario MAcro muda e muda muito agora.

      Valeu!!!

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