Cambiais

Cambial

Fundos que investem no mínimo 80% de seu patrimônio em moedas, diretamente ou indiretamente por meio de derivativos.

Os mais comuns são aqueles que seguem a moeda americana (Dólar), mas existem também para o Euro e outras moedas.

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386 comentários em “Cambiais”

    1. Criptomoedas….é um tema interessante. Ainda não as vejo como moeda e muito menos como alternativa para investimento. Falta muito pra serem considerados pelo mercado como algo realmente de valor agregado e que tenha respaldo para fundamentar/lastrear seus ativos.

      O número de usuários ainda é pequeno. Mais não nego que estão crescendo a uma velocidade bem grande. Os países precisam se decidir se as adotam ou não. Ate uma grande nação ou grande grupo capitalista se poscionar a respeito, elas seguem como um ativo que circula num grupo “fechado” e muito restrito. Isso a torna com alto grau de especulação. E isso não é sadio.

      A ideia de algo livre de controle e 100% equilibrado pelo seu mercado é legítima, mais…a concentração na mineração, os pequenos grupos controlando seus grandes volumes ja minerados….as torna meio que artificialmente controladas. Não sei se estou me expressando bem….mais pequenos grupos ainda as comandam e podem jogar seus valores onde quiserem. OK, isso existe em qualquer ativo neociado. Mais quando existe pulverização e mercados regulados com fiscalização….as movimentações ocorrem mais são menos intensas.

      Ao meu ver, quando um pais de peso no sistema capitalista adotar a criptomoeda, estaremos vendo o começo de algo novo. Ate la….seguiremos o que ja temos….um fala aqui ela salta 100%. Outro fala la que uma wallet foi raqueada, ela cai 200%….uma loja passa a aceitar pagamento com ela, salta de novo uns 50%….e vai oscilando a sabor de pequenas noticias e fatos que as envolvem. Pra ser uma moeda de valor ainda tem muito chão pra andar. Mais isso é apenas minha visão. Não as uso, não garimpo, não acumulo…mais acompanho. Mesmo com tudo isso, acho muito interessante o assunto e suas dinâmicas.

      Valeu!!!

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      1. Sou inexperiente neste mercado. Coloquei uns trocados para testar. Ao que parece moedas digitais são sistemas de pagamento descentralizados que tem boas chances de sofrer forte capitalização dado a facilidade de transferência de valores e ao excesso de liquidez mundial. Existe sistema que promete transferir valores a qualquer lugar do globo em 2 segundos. Como há centenas de cripto moedas, o problema é acertar qual cavalo vai ganhar a corrida… Mas acho que esta fase inicial é o momento de apostar pouca coisa em alguns cavalos. Se perder, perde pouco e se ganhar, ganha-se muito.

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      2. Tem muita gente migrando um pouco….estes poucos quando somados ao redor do globo são muitos…e muitos mesmos. Qualquer um ta minerando…qualquer um ta comprando…qualquer um ta trocando….e ninguem sabe quem controla as “back door” que envolvem tais códigos.

        Os preços estão inflando por manada….e numa força e velocidade sem igual. Era apenas uma….hoje são várias. Quando buscamos exemplos no passado sobre tais movimentos…não achamos um só que tenha perdurado nestes moldes de total liberdade.

        Tenho meus receios ainda. Só entendo e acompanho por alto. Sou leigo e tento estudar sempre um pouco pra buscar enxergar algo que ainda não vejo. Mais de uma coisa entendo e sei ver bem: algo que não tem lastro e que não é aceito pelo sistema em vigor (capitalismo) como moeda forte….não pode ter tal preço e valor. Na minha humilde visão, tanto o preço como valor das cripto moedas estão inflados. Por hora fico de fora….so observado e aprendendo.

        Uma pergunta….por que os milionarios de cripto moedas não aparecem nas listas dos mais ricos? O que um multibilionario de cripto moeda consegue fazer com seu patrimonio digital? Quais agentes do mercado de capital aceitam e usam as cripto moedas em suas transações ou negocios? Quando enxergar isso e entender quem controla de fato…com certeza passo a olhar com outros olhos.

        Valeu!!!

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      3. Vários estudiosos dizem que o mercado de moedas criptográficas se comparado com a soma dos demais mercado é ínfimo. Do ponto de vista técnico, os especialistas em sistema de informação dizem que a tecnologia blockchain é a maior invenção depois da internet. Pelo fato de determinada rede ter emissão limitada de moedas, as mesmas acabam ganhando característica deflacionária. Atualmente há muitas moedas e tem-se lançado muitas ICOs pois muitos desenvolvedores querem enriquecer facilmente. Entretanto, eu imagino que a maioria não sobreviverão. Estou surfando a onda mais como especulação pois chegará um momento que o preço ficará mais estáveis e não compensará entrar provavelmente. Dado a fase inicial desta tecnologia, acredito que há espaço para forte valorização por vir. Quando for aceito no mercado em geral, o bonde já passou. Isto sou eu, não é indicação de nada rsrsrsrs!

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  1. China abre banco de compensação de Moscou para realização de transações em Yuan

    O estabelecimento de um banco de compensação em Moscou para tratar transações em yuan chinês é um passo importante que facilita mais o comércio e os investimentos bilaterais.

    A Rússia e a China estão a desenvolver a sua cooperação econômica com a criação de um centro de compensação em Moscou para operações em yuan chinês.
    O Banco Industrial e Comercial da China (ICBC) começou oficialmente a funcionar como um banco de compensação chinês renminbi na Rússia na quarta-feira.

    “As autoridades reguladoras financeiras da China e da Rússia assinaram uma série de acordos importantes, o que marca um novo nível de cooperação financeira”, disse Dmitry Skobelkin, vice-chefe do Banco Central da Rússia.

    “O lançamento de serviços de compensação do renminbi na Rússia irá expandir ainda mais os negócios locais de assentamento e promover a cooperação financeira entre os dois países”, acrescentou a Xinhua.

    Irina Rogova, analista do fundo de investimento Forex Club, disse à revista russa Expert que o centro de compensação pode se tornar um grande centro financeiro para os países da União Econômica Euro-asiática.

    De acordo com a Administração Estatal Chinesa de Tributação, o volume de negócios entre a China e a Rússia aumentou 34 por cento em janeiro, em termos anuais. O comércio bilateral em janeiro de 2017 totalizou US $ 6,55 bilhões.

    As exportações da China para a Rússia cresceram 29,5%, atingindo US $ 3,41 bilhões, enquanto as importações da Rússia aumentaram 39,3% – para US $ 3,14 bilhões.

    A criação do centro de compensação permite aos dois países aumentar ainda mais o comércio eo investimento bilaterais, ao mesmo tempo em que diminui sua dependência do dólar dos EUA. Ele vai criar um pool de liquidez yuan na Rússia que permite transações para o comércio e operações financeiras para correr sem problemas.

    Ao expandir o uso de moedas nacionais para transações, também poderia potencialmente reduzir a volatilidade das taxas de câmbio do yuan e do rublo.

    O centro de compensação é uma das várias medidas que o Banco Popular da China e o Banco Central da Rússia têm procurado para aprofundar sua cooperação.

    Em um sinal de laços crescentes, no início deste mês, o Banco Central da Rússia abriu um escritório em Pequim. O ramo é o primeiro da Rússia em um país estrangeiro e vai trocar informações com as autoridades financeiras chinesas.
    Uma medida em consideração é a organização conjunta do comércio de ouro. Nos últimos anos, a China e a Rússia têm sido os compradores mais ativos do mundo do metal precioso.

    Em uma visita à China no ano passado, vice-chefe do Banco Central russo Sergey Shvetsov disse que os dois países querem facilitar mais transações de ouro entre os dois países.

    “Nós discutimos a questão do comércio de ouro.Os países BRICS são grandes economias com grandes reservas de ouro e impressionantes volumes de produção e compra deste metal precioso. Na China, o ouro é negociado em Xangai, na Rússia, Moscou. Nossa idéia é criar uma ligação entre esses países, a fim de intensificar o comércio entre os nossos mercados “, disse Shvetsov.

    Fonte: Sputnik News (tradução livre)

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    1. Moscou e Pequim uniram forças para contornar dólar dos EUA no mercado monetário mundial

      Movimento é visto como pequeno passo em direção a aliança monetária para contornar o dólar dos EUA no sistema monetário global.

      O banco central da Rússia abriu seu primeiro escritório no exterior na quinta-feira, marcando um pequeno passo em frente na forja de uma aliança entre Pequim e Moscou para contornar o dólar norte-americano no sistema monetário global.
      Fazia parte de acordos feitos entre os dois vizinhos para buscar laços econômicos mais fortes desde que o Ocidente trouxe sanções contra a Rússia sobre a crise da Ucrânia e a queda do preço do petróleo atingiu a economia russa.

      A abertura de um escritório de representação de Pequim pelo Banco Central da Rússia foi uma iniciativa “muito oportuna” para auxiliar na cooperação específica, incluindo emissões de títulos, combate à lavagem de dinheiro e medidas antiterrorismo entre a China e a Rússia, disse Dmitry Skobelkin, vice-presidente do Banco Central da Rússia.

      A Rússia está se preparando para emitir seus primeiros títulos de empréstimos federais denominados em yuan chinês.
      Funcionários do Banco Central da China e comissões de regulamentação financeira participaram da cerimônia na embaixada da Rússia em Pequim, que foi criada em outubro de 1959 no auge das relações sino-soviéticas.
      Os reguladores financeiros dos dois países acordaram em maio passado emitir títulos em moeda local em mercados uns dos outros, movimento que foi amplamente visto como destinado a “destronar” o dólar norte-americano.

      O Banco Popular da China, nomeou o Banco Industrial e Comercial da China como banco de compensação do yuan em Moscou em setembro, estabelecendo as bases para a emissão de títulos de yuan no mercado russo.
      Yi Gang, vice-presidente do Banco Popular da China, disse que a cooperação financeira entre os dois países atingiu um novo patamar, após um aumento nos acordos comerciais.

      O primeiro-ministro chinês Li Keqiang disse nesta quarta-feira que os laços comerciais sino-russos foram afetados pela queda nos preços do petróleo, mas que ele viu um grande potencial de cooperação.
      Vladimir Shapovalov, alto funcionário do banco central russo, disse que os dois bancos centrais estão elaborando um memorando de entendimento para resolver questões técnicas relacionadas com as importações de ouro da China da Rússia, e que os detalhes serão divulgados em breve.

      Fonte: SCMP (tradução livre)

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      1. Movimento interessante.

        Mais a Uniao Europeio tentou isso com a criação do EURO. No maximo atingiu um segundo lugar como moeda de troca de nivel global. OK, CHina e Russia são dois gigantes…mais sao gigantes que o Mundo ainda não “CONFIA”. Por isso o caminho é bem longo….e com certeza EURO e DOLAR nao deixarao seus postos serem destronados assim tao facil.

        Temos que estar sempre atentos ao cambio mundial….pois aqui no Brasil sentimos exageradamente essas brigas pelo mundo a fora com nosso pequeno e fragil REAL (que mesmo assim ja é notado e muito utlizado pela parte menos rica e poderosa do Globo).

        Valeu!!!

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  2. Bom dia.

    Dados da semana mostram grande chance de termos aumento dos juros na próxima quarta nos EUA.
    As notícias já mexeram um pouco esta semana aqui.
    Hora de apostar no dólar?
    Os amigos estão posicionados apenas através dos fundos MM?
    Poderiam indicar alguns fundos cambiais para estudo?
    Abç.

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    1. Se é hora do dólar eu não sei e, acho, que quase ninguém sabe.
      A diferença é que uns acham que sabem e outros, como eu, sabem que só acham.
      Um dos que, no passado, mostrou que sabia, o Luís Stuhlberger, disse que espera pela valorização da doleta.

      Bem, quanto aos fundos, não há muito segredo nos cambiais, pois todos tendem acompanhar a variação da moeda.
      A diferença fica por conta da taxa de administração cobrada…
      Aplico pequena parte da carteira no BB Cambial Dólar LP 100 Mil, que é o que tem a menor taxa de adm. que conheço. Não por acaso bate todo os demais fundos cambiais de bancões que conheço.
      Apesar do nome, o mínimo é de 20 mil, desde que você tenha outras aplicações no BB.

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    2. Sempre falei aqui que como investimento o dolar é algo “complicado”. Como seguro é algo indispensável. Mais não é necessário pra todos os investidores. Aqueles que possuem componente cambial influenciando sua vida, precisam ter algo em dolar.

      O real esta caro, na minha opiniao. Nao temos uma economia a pleno vapor pra ele valer o que ta valendo. Com o aumento do FED podemos ver uma correção leve por hora, mais a paridade tende a buscar um equilibrio mais real. Quando é a pergunta chave e EU não a tenho.

      Fundos cambiais são por lei todos iguais. Tem que atentar o que o amigo ja postou…menores taxas. E completando sua perfunta….EU sigo indiretamente nos MM pra absorver o cambio. Acho ainda que o custo do carrego é elevado frente ao momento vivido pelos outros ativos. Mas vale ficar de olho pra quem curte 😉

      Valeu!!!

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    1. Na minha visao estao ( o mercado) esta ajustando por aqui devido as medidas e otimismo para 2017. De fato tudo o que tem sido alardeado pelo governo impacta na moeda, pois sabemos que uma economia arrumada tem uma moeda equivalente. isto é, a moeda reflete a economia e vice versa.

      Mais…essa queda tem dias contados na minha visao. Assim que começar as medidas do Trump e as proximas elevações do FED o dolar passara por pressao. Isso com CERTEZA ira se refletir por aqui e no resto do mundo. Basta entendermos que apenas os EUA estarao passando por um novo periodo de aumento de juros. E o resto das potencias mundiais seguirao ao menos ate o meio de 2017 com afrouxamento. Isso cria um desequilibrio entre as moedas globais…jogando o dolar pra cima e as demais pra baixo.

      Para mim a pergunta mais adequada seria: Vale a pena investir no Dolar, pensando em Brasil? EU, Gama, ainda acho que não. Acho que posições com componentes prefixados e que protejam a inflação (nossas queridas NTNB) seguirao como otimas apostas para 2017 e com retorno superiores ao cambio. O proprio cambio alimenta a inflação e a queda de juros favorece a parte prefixada do titulo…logo temos uma aplicação que pega o melhor dos dois mundos e com baixo risco. Vejam, uma posição em cambio pra quitar uma divida, ou para uma viagem é sempre jogo. Agora, ficar investindo pra aumentar patrimonio morando no Brasil…o cambio não é a melhor das alternativas. Isso na minha visao.

      Enfim, tem que fazer conta e estipular se o cambio pode aumentar mais do a segurança da uma NTNB. Se achar que vai, investe no cambio. Se achar que nao vai…fica na RF que ainda é a posição que mais paga no mundo todo. E digo mais, ate a redução ser total, trazer a Selixc para 10% com uma inflação de 5%, nossos juros ainda serão bastante atrativos. Nesse novo cenario Brasil, tem que avaliar cada decisao do BC e sentir a fome de redução e estar com os dois olhos no Trump 🙂

      Valeu!!!

      NAO E RECOMENDAÇÂO DE NADA!!!

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      1. Achei bem interessante a matéria abaixo, que li na Bloomberg:
        “The dollar has peaked and will probably decline this year under President Donald Trump, according to UBS Group AG’s wealth-management unit, which expects the currency’s impending weakness will help to benefit prices of base and precious metals.

        “The more debt that Donald Trump promises through higher infrastructure and lower tax and tax cuts tends to lead itself to a twin deficit situation in the U.S., which clearly is negative for the currency,” Wayne Gordon, executive director for commodities and forex at the unit, said in a Bloomberg TV interview.”

        E aqui, MUITO legal o ponto de vista:
        “At UBS we have a negative U.S. dollar view,” Gordon said in Singapore. “We believe the dollar has actually peaked. We think it rolls over here.” He added: “We hold that view because we see real interest rates going deeper into negative territory.” Negative real rates prevail when inflation is higher than nominal interest rates.”

        Apenas para pensar e fomentar o debate…

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    2. Parece que o Trump quer desvalorizar o dólar pra competir melhor. Outra coisa é que o mercado espera que ele gaste muito em infraestrutura, subsídio, gerando inflação. Suponho que a queda do dólar continue.

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  3. Saída de dólares supera entrada em US$ 15,23 bi no ano

    Déficit no fluxo cambial acumulado no ano até outubro é menor que o visto em setembro; mas o montante era positivo nos primeiros dez meses de 2015

    Da redação de Veja – Atualizado em 13 out 2016, 15h08

    O fluxo cambial do ano até o dia 7 de outubro ficou no vermelho em 15,23 bilhões de dólares, de acordo com informações do Banco Central divulgadas nesta quinta-feira. O montante é menor que o saldo negativo de 15,76 bilhões de dólares visto neste ano até o fim de setembro, mas o resultado era positivo em 7,66 bilhões de dólares de janeiro a outubro de 2015.

    A retirada de dólares pelo canal financeiro neste ano até 7 de outubro foi de 49,66 bilhões de dólares. Este resultado é fruto de entradas no valor de 330,09 bilhões de dólares e de envios no total de 379,75 bilhões de dólares. O segmento reúne os investimentos estrangeiros diretos e em carteira, remessas de lucro e pagamento de juros, entre outras operações.

    Já no comércio exterior, o saldo anual acumulado até 7 de outubro ficou positivo em 34,43 bilhões de dólares, com importações de 95,58 bilhões de dólares e exportações de 130,01 bilhões de dólares. Nas exportações estão incluídos 23,57 bilhões de dólares em Adiantamento de Contrato de Câmbio (ACC), 35,34 bilhões de dólares em Pagamento Antecipado (PA) e 71,10 bilhões de dólares em outras entradas.

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    1. Como funciona essa relação de fluxo cambial e de cotação da moeda? Como temos valorização do rela neste ano se o fluxo cambial em dolares foi negativo? desculpe pela ignorância mas é um tema que gostaria de entender.

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      1. Franco,

        O Fluxo não é o unico drive a ser analisado quando se olha o dolar versus qualquer moeda. Ele tem seu peso, mais o que de fato define os preços são as expectativas sobre as moedas.

        O Fluxo aponta pra onde deve caminhar tal moeda. Se houver um cenario positivo no Brasil, mais dolares virao. Se o cenario for negativo, menos virao e mais sairao. Mesmo pensamento para qualquer pais. Se nos EUA o cenario ficar positivo e os juros por la atrair mais investidores e negocios, o fluxo pra la ira aumentar. Como é o pais chave, significa que na mesma hora o fluxo pro restante do mundo esta diminuindo.

        Junto ao fluxo (movimento de entrada e saida) temos que olhar os fundamentos da economia do pais emissor da moeda em questao. Se a economia de um pais volta a crescer ou ao menos entra em tendencia positiva e possui por traz juros bem elevados, os investidores enxergam um bomo ganho e começam a projetar esse “preço” bem como inicia uma alteração nos fluxos…ja que vira capital destes investidores para ser investido aqui nos diversos ativos disponiveis. Mais veja isso ainda esta no campo da expectiva….mas ja começa a alterar os preços. Com um tempinho de delay (atraso) o fluxo começa a se mostrar e apenas reforça as mudanças nos preços entre as moedas.

        Mesmo com o fluxo negativo estamos olhando uma queda de aprox 19% no dolar. Porque? Porque os investidores ja incorporaram nossa mudança de rumo, ja perceberam a tendencia positiva, ja começam a ver a politica trabalhando junto com economia e adoram os juros ainda em dois digitos. Sem contar que tem a questao da entrada de 13B devido a repatriação o que deixaria ate agora o fluxo quase que num 0 a 0. O Aumento dos juros nos EUA vai alterar alguma coisa nesse cenario? Talvez, pois 0,25% por la ja esta incorporado ha muito tempo. Mais mesmo assim os primeiros dias apos a elevação sentiremos algo na relação entre real e dolar. Mais as tendencias seguirao as que estao em curso ate o fim de 2016.

        Bem, sinceramente espero ter ajudado um pouco nesse entendimento. Pode ser que tenha complicado mais….porem a intenção foi de tentar ajudar.

        Se algum amigo ve diferente ou trabalha diferente esta questao que post aqui para juntos podermos debater e aprender ainda mais.

        Valeu!!!

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      1. Não sei em relação ao Real, mas o dólar deve cair em relação às principais moedas. Alguns analistas acreditam que esse evento vai ter bastante impacto.

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      2. ph invest, ao meu ver esse fato afetará a demanda pelo dólar, ou seja, não estou falando apenas de expectativa e especulação de fundos cambiais, etc. Por isso, alguns esperam a queda após o evento…não uma pancada, mas algo consistente.

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    1. Olhando aqui pro Brasil é mais um fator a jogar contra o Dolar e a favor do nosso Real.

      Lembrando que este fato é um fator. temos uma serie de outros que estao sendo muito destacados nos relatorios de JUlho dos gestores: Fluxo, Queda dos nossos juros, mesmo com a queda ainda seremos atrativos aos olhos do mundo, reformas, arrumação interna na esfera politica e vontade dos maiore fundos do mundo de aportarem por aqui principalmente na nossa bolsa. Tudo isso vai fazer o cambio por aqui testar o 3 e ficar por bom tempo nesse patamar.

      Valeu!!!

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  4. Fluxo cambial fecha junho negativo em US$ 3,56 bilhões
    Só na semana passada, de acordo com dados do BC, o Brasil perdeu 5,862 bilhões de dólares
    06/07/2016 às 14:00
    Fonte: Veja

    O fluxo cambial, diferença entre entrada e saída de moeda estrangeira do país, ficou negativo em 3,560 bilhões de dólares em junho.
    Segundo dados divulgados pelo Banco Central nesta quarta-feira, o Brasil perdeu 5,862 bilhões de dólares só na semana passada. Até então, o fluxo cambial no mês estava positivo em 1,870 bilhão de dólares.
    As saídas recentes concentraram-se principalmente no dia 29 de junho, quando a conta financeira – por onde passam investimentos diretos – registrou déficit de 4,444 bilhões de dólares. Mesmo assim, o dólar recuou 2,09% frente ao real naquele dia.
    No acumulado do mês, a conta financeira ficou 7,492 bilhões de dólares no vermelho, mantendo a tendência vista em todos os meses deste ano à exceção de abril. O resultado financeiro superou com sobra o superávit de 3,932 bilhões de dólares da conta comercial em junho, oitavo mês consecutivo no azul.
    O dólar marcou no mês passado a maior queda mensal em treze anos frente ao real, reagindo ao otimismo cauteloso dos investidores com o Brasil e à ausência do Banco Central no mercado de câmbio.
    No acumulado do ano até 1º de julho, o fluxo ficou negativo em 10,841 bilhões de dólares, comparado ao superávit de 10,443 bilhões de dólares no mesmo período do ano anterior. No acumulado deste ano, a conta comercial tinha superávit de 25,624 bilhões de dólares e a financeira, rombo de 36,465 bilhões de dólares.

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    1. Olá

      Uma dúvida se alguém souber responder ou tiver algum esclarecimento sobre o assunto: o fluxo cambial tem alguma correlação (direta ou inversa) com a cotação de cambio? Se a cotação caiu e o fluxo foi negativo, de onde sairam os dolares de forma que nao afetaram o cambio?
      Obrigado

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    2. Olá
      Uma duvida se alguém souber responder ou tiver algum esclarecimento sobre o assunto: o fluxo cambial tem alguma relação (direta ou inversa) com a cotação cambial? Se mesmo com fluxo negativo o cambio baixou, da onde sairam os dolares de forma que nao impactaram na cotação?

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  5. BRADESCO REVÊ PREVISÃO DE DÓLAR AO FINAL DO ANO DE R$ 3,60 PARA R$ 3,20

    São Paulo, 29/06/2016 – O Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos (Depec) do Bradesco revisou hoje a previsão para o dólar ao final de 2016, de R$ 3,60 para R$ 3,20. Além disso, para o “curtíssimo prazo”, a instituição prevê um número abaixo desse patamar, influenciado pela entrada de fluxos de renda fixa. O câmbio “justo”, apontam modelos utilizados pela instituição, já sugerem um valor ao redor de R$ 3,20 ou “ligeiramente abaixo” desse patamar, podendo chegar a até aproximadamente R$ 3,09.

    Ao justificar as razões que levaram a uma revisão nas projeções para a relação entre o real e a moeda norte-americana, o Bradesco elencou quatro fatores. Alguns dos que contribuiriam para a valorização do real ante o dólar não devem ser revertidos, segundo o banco.

    O primeiro fator é a “postura mais gradualista” do Federal Reserve (Fed, o banco central norte-americano), que sinalizou recentemente que a alta dos juros nos Estados Unidos tende a ocorrer de forma mais discreta. Por trás da sinalização está o crescimento ainda moderado de indicadores econômicos dos Estados Unidos, o que ocasionou a depreciação do dólar em relação às demais moedas mundiais e a tendência de baixa nos juros globais.

    O segundo é a alta recente dos preços das commodities agrícolas, o que levou “a uma recuperação dos termos de troca”, segundo o Bradesco.

    Ainda na relação comercial, destaque para os “os saldos comerciais robustos e a continuidade do forte ajuste externo” pelo qual passam as contas brasileiras. O Bradesco ressaltou que a moderação da atividade econômica e a depreciação cambial contribuíram para a redução do déficit em conta corrente, que no acumulado de 12 meses passou de US$ 58,9 bilhões em 2015 para atuais US$ 29,5 bilhões.

    Outro ponto citado pelo banco é a “nova orientação” de política econômica. Neste caso, ainda segundo o Depec, há espaço para “melhoras incrementais”. O governo federal, segundo o Bradesco, adotou medidas voltadas à estabilização da relação entre dívida e Produto Interno Bruto (PIB), por exemplo. “Somam-se a essa agenda as discussões sobre a reforma da previdência, a retomada das privatizações e concessões”, aponta o relatório.

    “Esses vetores trouxeram como consequência a forte redução da posição comprada em dólares em derivativos tanto de estrangeiros quanto de fundos locais”, informa a instituição. (André Magnabosco

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    1. Eta…eta….o seguro começa a ficar caro 😦

      Tb to revendo os patamares e nao esperava ver estes preços no cambio. O mercado ta brincando com a nossa moeda. Ela nao é forte e nao poderia estar custando isso. Porem….a enxurrada e a benevolencia do Mundo nos inundando de dolares aliados (na verdade o motivo é esse) ao nossos juros…..fazem isso que estamos vendo.

      Ja acho que pode beliscar os 3 e se tudo seguir como esta tentar furar abaixo de 3. Coisa IRREAL!!!,mas nao da pra ir contra o mercado. Ficar parado esperando é caro, pois deixamos de aproveitar os juros. No curto e medio prazo nao vejo fatos que possam alterar esse fluxo e tendencia. Nem mesmo os recentes atentados modificaram algo.

      De qualquer maneira, a posição era para proteção. So que a proteção é sempre valida quando achamos que vai disparar. E nao desabar. Por isso que se torna caro manter 10% em cambio. Devo ir pra 5% e ficar de olho…pois ainda sou cetico quanto ao valor da nossa moeda. Tem coisa ai….mais nao tenho bala na aglha pra manter posição e deixar de remunerar o capital. 😉

      enfim….é apenas a opiniao do autor do post.

      Valeu!!!

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      1. Tinha 4% em fundo cambial, executei a um mês com 5% de preju. Foi alocado em multimercado e agora a posição em dólar so indiretamente nos fundos. Como vc bem disse era pra proteção, mas o custo de oportunidade e risco de desabar tava batendo. Ficou de lição pra mim manter posição direta apenas para viagem ou gasto futuro em moeda estrangeira, fora isso é deixar com os gestores e ficar monitorando.

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      2. Eu mantive por não acreditar que iria a este preço em tão curto espaço de tempo. Não com a realidade da nossa economia. Porém o mercado mundial ta achando que o real é moeda forte…quem sou eu pra discordar.

        Zerei posição micro que detinha em ativos no exterior via fundos do tipo IE, que possuem variação cambial. Tavam derretendo e irão derreter ainda mais.
        No câmbio direto ainda sigo, mas já estudando opções.
        Como o CMN não alterou a meta de inflação…a pressão de valorização do real não foi afetada. Se tivesse passado uma meta mais arrojada, seria um baita catalizador. Muito estudo e paciência.

        Valeu!!!

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    1. Com Brexit, investidores correm para dólar e iene; veja reservas mundiais

      A decisão do Reino Unido de deixar a União Europeia nesta sexta-feira (24) fez a libra esterlina despencar e desencadeou uma corrida por moedas consideradas mais seguras, como o dólar, o franco suíço e o iene.

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    2. Gastos de brasileiros com viagens ao exterior caem 37% no ano

      Os brasileiros estão diminuindo o ritmo de gastos com viagens ao exterior. No acumulado do ano, entre janeiro e maio, as viagens somam US$ 5,2 bilhões, enquanto que no ano anterior elas somavam US$ 8,3 bilhões, o que aponta uma redução de 37,3% com esse tipo de gastos

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    3. O FED deve postergar ate ter uma visao melhor deste processo de saida. E o Mundo esta esperando o FED se decidir. Entao…temos uma postergação de tudo. Que vira vira….mas quando? Essa é a nova pergunta do mercado.

      No Brasil, temos o lado bom desta saida da UE. O FED segurando pra gente é otimo (pra minha posição em cambio é pessimo). Temos o lado ruim que é o mesmo pro resto do mundo: O que vai ocorrer agora? Qual o proximo passo? AO longo da semana vai acontecer mais alguma coisa? Isso tonas os negocios e os ativos financeiros mais sensiveis a altos e baixos.

      Enfim….quero muito ver como os gestores de MAcro, Multiestrategia e Estrategica especificas irao se nortear com essa decisao. Pois o cenario MAcro muda e muda muito agora.

      Valeu!!!

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  6. Novo BC leva mercado a especular sobre real forte
    Por Silvia Rosa e José de Castro | De São Paulo – 09/06/2016 às 05h00

    A desvalorização de quase 7% do dólar frente ao real em apenas seis dias surpreendeu investidores e voltou a alimentar especulações sobre novas depreciações da moeda americana nos próximos meses. A tendência de queda aumentou por causa do noticiário externo e da sinalização de mudança na estratégia do Banco Central (BC), feita pelo futuro presidente da instituição, Ilan Goldfajn.

    Em sabatina no Senado, Ilan deixou claro que, em sua gestão, o câmbio será flutuante, uma ruptura com a política atual, de forte intervenção para impedir a valorização do real. O BC chegou a adotar um piso para o dólar (R$ 3,50). Com Ilan, a expectativa é que a moeda americana se desvalorize ainda mais.

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    1. Eu concordo com o pensamento do Ilan, mas sabemos que nao existe uma liberdade total do cambio. O que esta sendo feito e preparar o terreno pra uma redução de juros e deixar o caminho livre para trazer a inflação para o centro da meta. Se este é o melhor caminho? Nao sei. Mais é um rapido. E o atual governo precisa ser rapido. Se sera tipo um efeito sanfona? SIm, talves. Mais depende tb das demais medidas a serem adotadas e se o proprio mercado vai comprar e manter comprado esta ideia.

      Uma unica coisa é certa. Pelo desemprego, pela atividade economica atual, pelo cenario politico, pelas contas publicas e por tudo mais…nosso Real nao deveria estar nesse patamar e muito menos em movimento de descida. Essa relação da moeda com o pais é fato e sempre foi respeitada ao longo do tempo. Por outro lado, a enxurrada de capital vindo do resto do mUndo esta gigantesco. E isso nao pode ser ignorado. Agora com a Russia tb baixando seus juros, trazer dolares para o Brasil ficou exageradamente melhor.

      Pelos dados concretos nosso Real esta avaliado erradamente. Pelo cenario do resto mundo, e a migração (entrada) de dolares em busca de melhor remuneração…a nossa moeda esta e deve buscar maior valorização. Mais isso apenas por questao de fluxo: mais entradas e menos saidas.

      Enfim, ter uma proteção em cambio faz todo sentido. Pois se algo acordar o mercado para o fatos iremos ver uma bela disparada. Quando os fatos tb estiverem positivos…ai cada investidor devera repensar sua estrategia com cambio. Porem…estamos muito longe disso.

      NAO E RECOMENDAÇÂO DE NADA.

      Valeu!!!

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      1. Ike, tudo bem?

        O que o Leoctba falou é muito interessante, pois, se você tiver essa possibilidade de investir direto no exterior, é muito melhor do que fundo cambial. Hoje por exemplo os bonds da embraer 2023 estão em 5,5% a.a e o da petrobras de 5 anos em torno de 8%a.a. E pagam semestralmente. Sem falar que quando você for para lá, terá um cartão de débito dos EUA, e não vai pagar o IOF confiscatório do Brasil.

        Depois compartilhe com a gente essa experiência dos seus filhos (qual o melhor caminho: alguma agência ou empresa especializada em estudos no exterior??), pois também gostaria muito que os meus fossem estudar nos EUA também.

        Abs

        Curtido por 1 pessoa

    2. Leoctba e amigos,

      É uma pergunta estou fazendo nos últimos dias, se realmente vale a pena aportar em fundos cambiais ou não.
      Como não é minha praia, entendo que só há ganho com a valorização da moeda, não incidindo juros mais a variação do dólar, estou certo ?

      Tenho uma previsão de desembolsos em dólar entre 2018 e 2021 , mesmo assim estou achando melhor manter e receber juros em cima do real que começar a imobilizar recursos em dólar desde já. Acho que uma eventual valorização do dólar nos próximos anos não deve bater os juros em cima do real.

      Agradeço opiniões.

      Abs e bom fds a todos !

      Ike

      Curtido por 2 pessoas

      1. A variação cambial nos fundos é o que importa. Nao tem juros no meio.

        Este ano e talvez o proximo fiquemos vendo o dolar patinar nesse range 3-3,70. Isso na minha opiniao caso o mercado compre a ideia que estamos em processo de virada e que tudo dara certo no Brasil ate la.

        Da mesma forma que tb acho que podemos ter surpresas pelo mundo e por aqui que podem na virada do dia mostrar reação do dolar e termos novo patamar de 3,50-4,20.

        Como existe um range bem largo, prefiro manter na carteira uma pequan proteção a isso. Ate 10% em Cambio me satisfaz bastante.

        Dinheiro novo ir pra cambio agora? Minha opiniao diz que não é jogo frente a juros de outras opções. Os riscos estao elevados e muita coisa neste mercado é ligado a sensação. OS juros e RF cmo um todo no Brasil sao os melhores e maiores juros do Mundo! Olhando isso ja da pra saber pra onde deve ir capital novo por hora.

        2017? 2018? 2021? Ai meu caro. Nao tenho a minima ideia. Sei que terei aproveitado cada momento de juros na casa de 14,25….14….13,75…13….12,5….12…..e nesse meio tempo meus 10%em cambio estarao la protegendo tal valor da variação. Pra vencer os juros atuais a variação cambial teria que ser bem elevada. E o cenario atual nao aponta pra isso.

        Enfim….é apenas a minha opiniao 😉

        Valeu!!!

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      2. Gama, boa noite !

        Obrigado pela análise, precisa como sempre.

        No meu caso o dinheiro vai ser usado para o pagamento da universidade do meu filho, então preciso equilibrar a chance de aproveitar os juros gordos do Brasil , sem me expor excessivamente a uma disparada do dolar que supere os juros recebidos em real.

        Como tenho uma carência de 2 anos até começar os pagamentos, vou abrir posição em dolar com os rendimentos recebidos daqui em diante, mantendo o principal em reais para aproveitar os juros altos. Se a maré mudar, mudo imediatamente os planos.

        Mais uma vez obrigado, abraços !

        Ike

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      3. Ike, boa noite.
        Não tenho 10% da experiência do Gama, mas obrigado pela lembrança.
        Acho que no seu caso, tendo que pagar 4 anos de estudos para seu filho a partir de 2018, eu optaria pela segurança em detrimento da rentabilidade.
        2018 é logo ali. Já pensou, se por exemplo, essa ideia idiota de fazer novas eleições aqui vinga e o sapo barbudo se elege? Para onde iria o dólar?
        Não estou querendo fazer terrorismo, longe disso. Mas não podemos nunca nos esquecer que nosso país é muito instável, e qualquer coisa pode desestabilizar.
        Nos seu caso, particularmente, eu procuraria uma consultoria de investimentos no exterior. Tenho alguns amigos que tem investimentos fora e rentabilizam em dólar. Não é tão difícil arranjar investimentos com retornos reais de 2-3 e até 4% ao ano lá fora.
        Aí você pode me dizer: poxa, mas 2-3% é muito pouco!
        Lembre-se que 2,3′,4% é taxa real. Não tem inflação, como aqui na Bananolandia.
        Pense nisso. Talvez não seja vantajoso deixar em fundo cambial. Tem coisa boa lá fora, ETFs, REITs, crédito privado, debêntures, etc. basta achar algum bom consultor.
        Abraço.
        P.s. Eu também gostaria de colocar meus filhos para estudar lá fora. Sá crianças ainda. Depois, quando isso ocorrer com você, se puder, dívida suas experiências conosco. Serão de grande valia.

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      4. Leoctba,

        Agradeço muito seu comentário, de grande ajuda para eu definir minha estratégia.

        Saindo um pouco do tópico, não sei qual a idade dos seus filhos ( o meu está com 16 anos ), mas o planejamento para estudar fora precisa começar o quanto antes, os custos são expressivos e as exigências para ser aceito nas melhores universidades é enorme, então vou compartilhar o que fizemos até aqui.

        1-) Fundamental nível de inglês muito acima da média. Meu filho começou no Yazigi e como não era suficiente, mudamos para professor particular com carga máxima ( iniciou com 10 anos ).

        2-) Existe uma instituição ( HSE Educacional ) que têm parceria com diversas escolas no Brasil o programa High School, onde o aluno cursa de modo complementar ao colegial o currículo americano, com professores de língua nativa inglesa. O diploma têm validade nos EUA e o nível de inglês aumenta exponencialmente. A Universidade que dá suporte é a University of Missouri. Recomendo se possível estudar a possibilidade de colocar seus filhos neste programa. Meu filho se forma esse ano .

        3-) Fomentar a participação dos seus filhos em trabalhos voluntários, ONGs ( Tipo CISV ou similares ) etc. No processo de admissão , eles querem saber quem é a pessoa com um todo, a nota alta é apenas um dos itens avaliados.

        4-) Se for o caso começar imediatamente uma poupança de longo prazo, se não for possível conseguir uma bolsa, o custo integral de uma universidade de primeira linha lá é cerca de US$ 65,000/ano.

        Me desculpe se coloquei algo que não é útil ou muito obvio, mas basicamente foi a estratégia adotada até aqui. Quando ele começar as inscrições eu posso compartilhar se houver interesse.

        Me desculpa Tetzner, se houver outro espaço mais adequado para esse tipo de troca de ideias me fala ok ? Tudo começou com a discussão de como investir pra pagar a conta kkkk.

        Abs

        ike

        Curtido por 3 pessoas

      5. Ike, informações super relevantes!!!
        Tudo a ver com o tema central do TÓPICO: CAMBIAIS. 🙂
        Gostaria de ressaltar, que neste cenário traçado por você, uma conta aberta no exterior facilitaria muito alguns trâmites burocráticos.

        Curtido por 2 pessoas

    1. Acho que este aumento possível aumento de juros pelo FED deve ficar para o final do ano.
      O mais recente relatório de geração de empregos foi bem abaixo das expectativas.
      Tia Janet subiu no telhado, em outras palavras.
      Na minha opinião, 5% é adequado.
      Nada te impede de subir para 10%, por exemplo.
      Neste caso, sou da opinião que monte posição com moderação e sem pressa.
      Sds.

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    2. Complicado opinar…

      Eu to com 10%. Tinha 15%, reduzi por achar que vai levar tempo pra superar de novo 3,70-3,90. E tempo custa muito.

      Considero 10% bastante interessante como seguro. Na verdade um range entre 5-10% defende bem uma boa carteira.

      Mantenho em 10% por achar que o FED eleva antes do final do ano e por aqui vao começar a chutar o balde. O nivel de salario e os aumentos la na terra do tio sam estao elevados. E isso gera muita preocupação na inflação. O emprego nesta ultima leitura deu falho. Porem, quando se olha no acumulado o aumento dos salarios em vigor, a produtividade e a propria geração de emprego…tudo indica alta. E isso leva a entender que se nao for bem conduzido havera reflexo na inflação. O FED nao tolera isso. Eles ja estao incomodados com a situação.

      Se por algum motivo o BREXIT for aprovado, a coisa todo muda de sentido. Os EUA ate postergam a elevação, mas pra gente aqui e pro resto do mundo as moedas como um todo ja irao refletir a nova situação. Isso me preocupa.

      Enfim….nao sou EU que irei dizer se deve ou nao aumentar. 🙂

      Espero ter ajudado.

      Valeu!!!

      Curtido por 3 pessoas

  7. Saúda de dólar supera a entrada

    O fluxo cambial do ano até o dia 6 de maio ficou no vermelho em US$ 5,062 bilhões ante saldo negativo de US$ 3,857 bilhões visto até o dia 29 de abril, conforme divulgou nesta quarta-feira, 11, o Banco Central. Em igual período do ano passado, as entradas superaram os envios em US$ 15,312 bilhões. No início de 2015, os investidores estavam animados com a nova composição da equipe econômica, liderada pelo então ministro da Fazenda, Joaquim Levy.
    A retirada de dólares pelo canal financeiro neste ano até o dia 6 de maio foi de US$ 20,317 bilhões. Esse resultado no ano é fruto de entradas no valor de US$ 153,550 bilhões e de envios no total de US$ 173,868 bilhões. Este segmento reúne os investimentos estrangeiros diretos e em carteira, remessas de lucro e pagamento de juros, entre outras operações.

    Já no comércio exterior, o saldo anual acumulado ficou positivo em US$ 15,255 bilhões até o mesmo dia, com importações de US$ 41,944 bilhões e exportações de US$ 57,198 bilhões. Nas exportações estão incluídos US$ 10,688 bilhões em Adiantamento de Contrato de Câmbio (ACC), US$ 15,452 bilhões em Pagamento Antecipado (PA) e US$ 31,059 bilhões em outras entradas.

    Maio

    Depois de registrar um saldo positivo de US$ 6,515 bilhões em abril, o fluxo cambial brasileiro ficou negativo em US$ 1,215 bilhão na primeira semana de maio (dias 2 a 6), conforme informou o Banco Central.

    A saída líquida de dólares pelo canal financeiro no período foi de US$ 3,425 bilhões, resultado de entradas no valor de US$ 6,368 bilhões e de retiradas no total de US$ 9,793 bilhões. Este segmento reúne os investimentos estrangeiros diretos e em carteira, remessas de lucro e pagamento de juros, entre outras operações.

    Já no comércio exterior, o saldo da primeira semana de maio ficou positivo em US$ 2,210 bilhões, com importações de US$ 2,089 bilhões e exportações de US$ 4,299 bilhões. Nas exportações, estão incluídos US$ 839 milhões em ACC, US$ 790 milhões em PA e US$ 2,669 bilhões em outras entradas.

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  8. “Preço justo do dólar é de R$ 3,70, calcula Goldman Sachs
    Thais Folego
    Uma moeda sobrevalorizada não é do interesse do Brasil neste momento, avalia o Goldman Sachs. Por isso, avalia que faz sentido a atuação recente do Banco Central no câmbio no sentido de evitar uma valorização maior. Considerando fatores cíclicos e estruturais, o banco calcula que o preço justo do dólar para os próximos meses é de R$ 3,70.

    “As melhorias nos desequilíbrios externos e internos do Brasil se refletem em nossa avaliação do valor justo por US$/BRL. Com base em nossos modelos, que levam em conta fatores cíclicos e estruturais, vemos uma estabilização no valor justo, com um aumento modesto no sentido de R$ 3,70 ao longo dos próximos 12 meses”, avalia Kamakshya Trivedi, chefe de estratégias macroeconômicas para mercados emergentes do Goldman Sachs em relatório desta quarta-feira ”

    Se previsão estiver correta, vale a pena esperar chegar aos 3,28 para comprar, considerando uma SELIC média de 13% para os próximos 12 meses…

    Curtido por 1 pessoa

    1. Dolar justo?

      Eu nao me prendo aos termos. Gosto mesmo de olhar a economia mae, os EUA. Como eles estao indo? Ai pego a nossa e tento comparar. Estamos na contra mao, quase que 100% oposto. Temos uma gama de coisas que precisam ser feitas pra ativar nossa economia. NAda esta sendo feito. Temos um assistencialismo mal gerido. NAda estas endo feito pra arrumar. E por ai vai…..casa um destas diferenças joga contea nossa moeda.

      Ai vou brincando….pra 1 dolar….quantos reais devo ter imaginando ambas economias trabalhando juntos com suas realidades no momento atual?

      1 pra 2…..ta fraco. Como disse, na brincadeira ja estamos 100% anos luz de desvantagem
      1 pra 3… começa a buscar uma igualdade…mais ainda ta longe
      1 pra 4… EU, Gama, acredito que neste patamar poderiamos dizer: Ta valendo. E isso se tivesse o comprometimento das mudanças.

      Mas sabemos que o mercado no faz assim. Eu faço pra me divertir. 3,70/3,80 e o range da pesquisa Focus. e 4 pro ano que vem. Olhando assim, da pra perceber que minha brincadeira nao erra tanto 🙂

      Enfim….Abaixo de 3,70 e melhor ainda abaixo de 3,50 EU, GAma, acho uma boa janela de entrada. Menos do que isso é ilusao e logo logo chega a conta. MAs nada impede que vejamos a 3,30 ou ate 3. Lembra la da brincadeira….começa a buscar uma igualdade……mais sem as reformas e sem um governo atuante….nao vale!!!

      TUDO È APENAS A OPINIAO DO AUTOR!!!

      Valeu!!!

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      1. Minha situação em câmbio é meio parecida com a sua, pelo que andei lendo por aqui.
        A alocação em minha carteira vem oscilando entre 3,7-5% conforme valorizações ou desvalorizações do USD. Comprei bastante quando estava por volta de 2,27, mais um pouco em 2,70 e mais um tanto em 3,80.
        Se eu não tivesse nada, acharia hoje, a R$3,50 uma boa taxa para comprar pelo menos 1/3 da posição.
        Mas como já tenho, aguardarei chegar em R$3,30-R$3,35 para aumentar a posição, visando 7,5%-10% do portfólio,obviamente sabendo do risco de “perder o bonde”. Se chegar a R$3,00, eu aloco 20%.

        Curtido por 1 pessoa

  9. notícia do UOL

    Análise: O que prestar atenção na reunião do Fed
    Bloomberg Mohamed El-Erian

    (Bloomberg) — Aqui estão três aspectos importantes da reunião de quarta-feira (27) do Comitê Federal de Mercado Aberto, órgão do Fed (Federal Reserve, o banco central dos Estados Unidos) sempre muito observado.

    É provável que as autoridades do Fed montem o cenário para um possível aumento da taxa de juros em sua próxima reunião, em junho. Elas serão motivadas principalmente por três fatores: um maior fortalecimento das condições do mercado de trabalho, que também melhora as perspectivas para o crescimento dos salários; a recente flexibilização significativa das condições financeiras, incluindo acesso mais fácil a empréstimos para o financiamento corporativo e de hipotecas; e, de modo mais geral, a vontade do banco central de dar continuidade ao processo de cuidadosa normalização da política monetária, depois de tantos anos de experimentações.
    No entanto, o Fed não vai eliminar nenhuma das opções de política neste momento. As autoridades deixarão claro que suas decisões, inclusive a possibilidade de aumentar as taxas em junho, continuam “dependendo dos dados”. Como resultado, irão sinalizar que um aumento em junho não é uma certeza, simplesmente passou de menos provável a mais provável.

    Tal postura condicional por parte do Fed é menos dependente do contexto doméstico do que dos eventos no restante do mundo – como a desaceleração econômica, assim como as incertezas de fora da órbita econômica, como o referendo do Reino Unido sobre a saída da União Europeia, marcado para o dia 23 de junho. O “velho” Fed – uma instituição que estava mais orientada ao âmbito doméstico e disposta a liderar os mercados – teria decidido aumentar os juros nesta reunião. Na verdade, alguns representantes (mas não a maioria) já poderiam querer fazer isso na quarta-feira.
    Mas a elevada incerteza internacional e algumas valorizações excessivas significam que o Fed não quer surpreender os mercados – especialmente com as lembranças das perturbações de janeiro e início de fevereiro ainda na memória.

    O Fed vai chamar a atenção dos participantes do mercado, mas o acontecimento mais interessante desta semana poderia ser a reunião do Banco do Japão, na quinta-feira. Esse banco central enfrenta uma decisão política extremamente complicada, intensificada por pressões descendentes sobre as expectativas inflacionárias e pela recente valorização da moeda. Esses dois fatores acentuam a ameaça de um aprofundamento da armadilha deflacionária. No entanto, a julgar pelas respostas às ações políticas dramáticas anteriores do banco – como uma redução surpresa para taxas nominais negativas – parece que essa instituição monetária é a que chegou mais perto do ponto de perigo em que sua intervenção política não só está se tornando ineficaz, mas contraproducente. Como resultado, suas ações serão observadas de perto pelos outros, especialmente pelo Banco Central Europeu, cujas autoridades estão preocupadas, e com razão, com a possibilidade de seguir por um caminho parecido ao expandir suas políticas pouco convencionais.

    Curtido por 2 pessoas

    1. Eta eta…o MUndo esta consppirando a favor do Real. E o Brasil faz sua parte, com o mercado d e olho no Senado e com o afastamento da Dilma quase certo (apenas questao de tempo). Somando tudo isso, temos uma enorme pressao vendedora de Dolar frente ao Real. Valor abaixo de 2,50 beliscando 2,35 ja sao extremamente possiveis para o curto prazo.

      Pra tura do Cambio…ficar ligado e esperto. Pra quem quem ganhos as janelas de entrada visando 2018 estao se abrindo. Pra quem quer proteção, as compras regulares nunca sairam de moda 🙂

      Porem….

      Nao podemos esquecer de olhar a paisagem toda da foto. Os problemas sao os mesmos. Os numeros da economia sao os mesmos. O Mundo segue no mesmo ritmo…se uma coisinha unica sair dos trilhos…o mercado azeda e o Dolar ira refletir com força. Nos investimentos sempre temos os dois lados da coisa. Cada um que balize e faça as devidas ponderações e de peso pra cada possibilidade. Em cima disso e do perfil manda bala na posição.

      NAO E RECOMENDAÇÂO DE NADA!!!

      Valeu!!!

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